sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação-

Lançado novo número da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação- RBBD, da FEBAB. Confiram!

Biblioteconomia

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Biblioteca e parceria pedagógica

Biblioteca e parceria pedagógica

Posted: 24 Aug 2013 05:08 PM PDT
A biblioteca é um organismo dinâmico cuja essência é pedagógica. Essa função remonta à Antiguidade, mas, na Contemporaneidade, no contexto atual, ainda é um espaço/recurso que pode ser melhor explorado, pois tem um grande potencial para oferecer e agregar à educação, se utilizado de forma planejada e integrada. 

Integrar a biblioteca à sala de aula, fazendo daquela uma extensão desta é uma proposta de parceria pedagógica, a fim de possibilitar que o professor tenha mais opções para conduzir suas aulas de forma diferenciada, utilizando-se dos recursos da biblioteca.

leitura ideal é de uma biblioteca que se propõe a ser um espaço de convivência social, onde possa ocorrer o intercâmbio de ideias, a exposição da subjetividade e, sobretudo, a interdisciplinaridade, propiciando que esses recursos estejam sempre em evidência, "à flor da pele".

A parceria de que se fala aproxima, de uma forma geral, a sala de aula à biblioteca e, mais especificamente, o leitor ao livro [1], tudo para agregar valor à ação ensino-aprendizagem, em que se destaca o processo de leitura, como fator educativo incisivo para sua concretização, por meio da orientação do professor e da colaboração do bibliotecário.


Fazendo a leitura da atualidade, na era da informação e da gestão do conhecimento, cabe ao bibliotecário, além da tarefa precípua de administrar o acervo e a biblioteca em geral, a função inteligente de atender aos seus usuários, educando-os social e pedagogicamente, por intermédio de políticas e projetos próprios, mas, sempre de acordo com a missão da instituição a que pertence. Ao se falar em função social e pedagógica do bibliotecário, não se está querendo assumir a posição tão bem definida e importante do professor, mas contribuir com ele para o crescimento e amadurecimento do educando, no tocante à difusão da informação e da promoção da leitura, visando manifestar nela a formação de um pensamento construtivo e crítico.

Portanto, cada biblioteca deve ser um espaço dinâmico e articulado, em que se possam cumprir as 5 leis de Ranganatham [2], explicitando que o livro é o meio que leva ao conhecimento e, para tanto, é função do bibliotecário conhecer sua clientela, divulgar seu acervo, facilitando o acesso e ficando de olho nas novas necessidades para crescer de forma controlada, focada e atual. 

O ser humano tem o direito de ter acesso ao conhecimento e, como este se encontra de forma mais concentrada, abundante e democrática numa biblioteca, a ordem é explorá-la.


  
  • Convivência dos alunos na biblioteca;
  • Orientação para pesquisa de livros, matérias, artigos científicos no acervo físico e em bases de dados;
  • Levantamento bibliográfico sobre assuntos apresentados em sala de aula;
  • Leitura comparativa de dois ou mais autores, descobrindo os contrapontos entre eles;
  • Busca de notícia do cotidiano para relacionamento com a teoria apresentada em sala de aula;
  • Leitura de texto curioso, polêmico, que apresente dicotomia de opiniões, para apresentação em sala de aula;
  • Leitura de texto para retirada da ideia central, com a marcação de palavras-chave;
  • Elaboração de texto, a partir de pesquisa, para apresentação de seminário em sala de aula;
  • Escolha de trabalhos científicos da internet para leitura e elaboração de um trabalho fruto dessa leitura;
  • Levantamento de definições sobre certo tema na concepção de vários autores;
  • Busca de um tema desconhecido para aprofundamento de conhecimento, inciciando pelas obras de referência e depois em obras específicas;
  • Trabalho junto aos anúncios de jornais para vivenciar situações em sala de aula;
  • Busca de imagens na WEB representativas de situações comentadas em sala de aula.

São inúmeras as opções que podem ser utilizadas, inclusive sugeridas pelos professores e alunos, para votação em sala de aula e colocação em prática. Cabe ao bibliotecário recepcioná-los bem no espaço,  conduzir e orientar corretamente as pesquisas, após a definição pelo professor, tanto na técnica, como no que tange ao rigor científico e à questão dos direitos autorais. 

A seguir situam-se ações em um contexto temporal que podem ser planejadas, para enriquecer as práticas pedagógicas.


  • Levantar junto à Coordenação do Curso as publicações necessárias para complementar o acervo bibliográfico;
  • Confecção do Manual do Aluno referente aos serviços da Biblioteca;
  • Reunião com a coordenação do curso para planejamento das práticas pedagógicas;
  • Promover o acolhimento de forma coletiva e programada dos alunos ingressos no semestre/ano, em parceria com a Coordenação do Curso, por intermédio de visitas no horário de aula, acompanhadas pelo professor de disciplina introdutória, como forma de apresentar os serviços e normativos da biblioteca, incluindo o evento no calendário acadêmico;
  • Planejamento da comemoração da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, conforme preceitua o Decreto nº 84.631, de 12 de abril de 1980, em parceria com a unidade de marketing, institucionalizando o evento com a inclusão no calendário escolar/acadêmico.

  
  • Projeto de endomarketing com campanhas regulares, sistemáticas e temáticas, em parceria com a unidade de marketing, a fim de divulgar e valorizar a unidade biblioteca, revertendo em valores didático-pedagógicos para somar às atividades acadêmicas;
  • Elaboração de projeto de apresentação institucional da Biblioteca aos alunos novatos, em mídia digital, em parceria com a unidade de marketing, incluindo o evento no calendário escolar/acadêmico;
  • Educação para uso correto dos recursos informáticos no ambiente escolar/acadêmico;
  • Comemoração de calendário cultural, conforme interesse, contextualizando com os temas abordados em sala de aula, por meio da representatividade dos alunos ou de pessoas convidadas; 
  • Projeto de responsabilidade social.

[1] Entenda-se aqui livro nas mais diferentes formas da atualidade.
[2] Válidas e pertinentes até a atualidade.


Como estimular o hábito de leitura das crianças

Como estimular o hábito de leitura das criançaLeitura Infantils

Confira dicas do que você pode fazer para que ler seja uma atividade sempre prazerosa para o seu filho, desde cedo – inclusive nos tablets.

1. O primeiro – e principal – passo é dar o exemplo. Tenha livros em casa e, o mais importante: leia com (e para) a criança. “Pais leitores terão mais facilidade para criar o mesmo hábito nos filhos”, afirma Gislene Gambini, proprietária da livraria Novesete, em São Paulo.

2. Vá com as crianças a espaços culturais, como os Sescs, onde sempre há eventos relacionados ao universo literário, como contações ou peças de teatro adaptadas de livros.

3. Em bibliotecas e livrarias, em vez de deixar a meninada sozinha explorando as prateleiras, ajude a escolher as obras mais adequadas e leia as histórias. Aproveite a ocasião para ensinar que é preciso cuidar do livro – ou seja, que não vale rasgar, amassar ou rabiscar as páginas.

4. Em casa, deixe os livros em locais de fácil acesso para o seu filho. Para a bibliotecária Luciana Marques da Silva, que trabalha na Biblioteca de São Paulo, vale ter exemplares na caixa de brinquedos, na banheira e no berço (e não só na estante).

5. E ainda vale outra dica: não basta apenas deixar os livros à vista das crianças. “É preciso ‘fazer a ponte’, criar o interesse. O pai precisa ser o mediador nessa relação”, diz Paula Yurie, coordenadora educativa do Espaço de Leitura, no Parque da Água Branca, em São Paulo.

6. Leia para o seu filho na hora de dormir, mas crie também outros momentos de leitura no dia a dia: depois das refeições, na volta da escola.... Seu filho vai visitar o amigo? Coloque o livro preferido dele na mochila. E se no fim de semana vai receber os amigos dele em casa, incentive uma roda de leitura. A partir da história de um livro, pode surgir uma brincadeira.

7. Mesmo que seu filho ainda não saiba ler, deixe que ele conte o enredo à sua maneira. E lembre-se: crianças costumam pedir pela mesma história mais de uma vez.

8. Leia para seu filho desde bebê. Invista em livros de tecido, de plástico, cartonados, com texturas, pop-ups (os mais simples, não os muito elaborados) e deixe que ele “brinque” com as páginas. Assim, ele já se familiariza com o objeto.

9. “Tocar a tela de um tablet é como virar a página de um livro”, diz Christine Fontelles, diretora de educação do Ecofuturo. Ela acredita que o gosto pela leitura pode ser estimulado tanto a partir de uma plataforma impressa quanto de uma digital. Deixe que as crianças manipulem os apps, portanto, mas esteja por perto, conte aquela história para a criança (assim como faz com os livros).

10. Os livros digitais com recursos como sons e animações são mais atraentes. Mas, mesmo nos tablets, não deixe de procurar por obras com boas histórias e adequadas à idade do seu filho.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Leitura correta é ginástica para o cérebro

Leitura correta é ginástica para o cérebro

Voz da Rússia - 04/08/13

Saber ler realmente influi fortemente sobre a reação do cérebro. Em primeiro lugar, torna mas complexa a organização da zona visual do córtex cerebral. Em segundo lugar, na pessoa que sabe ler, praticamente toda a rede de neurônios, que responde pela assimilação da linguagem oral no hemisfério esquerdo, é ativada também com a ajuda de texto impresso.

Mas acontece que a leitura tradicional tem falhas: falta de atenção e de programa flexível de leitura, quando todos os textos são lidos com a mesma lentidão, movimentos de retorno dos olhos para o que já foi lido, e, naturalmente, o "inimigo número 1" - falar para si o texto lido. Como resultado, a informação não é memorizada e escapa o sentido do que está escrito.

Diariamente o homem moderno tem de ler dezenas de páginas de textos - não apenas literatura de ficção, mas também informações no trabalho, imprensa, correspondência de trabalho e pessoal. Por isso a leitura correta, antes de mais nada, subentende a assimilação eficiente da informação. Diferentes técnicas de leitura dinâmica ensinam não apenas a ler rapidamente, como muitos pensam, partindo do nome, antes de mais nada a entender o conteúdo do texto e assimilá-lo com utilidade para si.

Para alcançar tal assimilação eficiente, é preciso treinar. Como? Lendo. Mas com certo método. Em primeiro lugar, fazendo exercícios sistemáticos de ampliação do campo de visão, eliminando a pronúncia das palavras, e aplicando o arranque da essência dos algoritmos da leitura. E não esquecendo que isto não é diversão, mas o caminho complexo de reestruturação do trabalho do cérebro.

Pode-se treinar tanto em textos ficcionais conhecidos (pela forma, pelo conteúdo, pelo autor) com em artigos informativos, de jornais ou científicos. O importante é o desejo de haurir várias idéias. Antes da leitura é necessário ter uma idéia de que informação você quer extrair do texto, tentar adivinhar o conteúdo da página. É muito importante a disposição, pois se você se prepara para notar a aspereza do texto, como resultado notará justamente ela. Mas se se prepara para obtenção de um fato, você o receberá.

O próximo passo importante é aprender a ler em silêncio, não pronunciando com a boca ou em pensamento o texto. Esta capacidade desvia a atenção e reduz consideravelmente a velocidade. Aqui é importante se controlar: se seus lábios se mexem - aperte com um palito de dente ou lápis. É mais difícil controlar a pronúncia em pensamento. Um dos métodos é ler e bater o ritmo com a mão, por exemplo.

A habilidade em se concentrar no problema é um dos componentes do trabalho intelectual bem-sucedido. Existe um exercício simples, que pode ajudar - é a leitura das palavras ao contrário, mas não em voz alta e sim em pensamento. Lendo a palavra de trás para frente é preciso inicialmente imaginá-la por letras e depois ler. Se nesse momento a consciência casualmente se distraiu com algo alheio, é preciso fazer o exercício novamente. Ao mesmo tempo é treinada também a atenção. Para não perder tempo em vão, pode-se realizar este jogo-exercício no transporte público.

Com frequência comparam o método de leitura dinâmica com o esporte, só que aqui se desenvolvem não os músculos mas o cérebro. Pesquisas provaram que os que dominam a leitura dinâmica têm mais velocidade dos processos nervosos, reflexos mais rápidos. Por isso não temam aprender a leitura dinâmica - isto é útil.

Os dois lados do livro digital

Os dois lados do livro digital

Folha de S. Paulo - 05/08/13

Poucas invenções humanas foram tão importantes para o desenvolvimento da espécie quanto a Escrita. Alfabetos, desde o cuneiforme, se responsabilizaram pela nobre tarefa de preservar e perpetuar as ideias e histórias além das restrições de tempo e espaço.

Para transportar essas descobertas surgiu outra ideia grandiosa: o livro encadernado. Descobertas científicas, textos sagrados, tratados comerciais, leis e documentos cartoriais diversos foram acumulados ao longo dos anos, transformando bibliotecas de meros depósitos a verdadeiros santuários, cultuados e temidos. Não há regime fechado que não tenha seu índex de livros proibidos.

A edição bibliográfica sempre foi uma indústria parcialmente democrática. Se por um lado qualquer pessoa poderia submeter seu manuscrito para publicação, a produção e distribuição era um negócio de risco. Na forma de cópias caligráficas em pergaminhos de pele de ovelha ou, mais tarde, impressa em tipos móveis, fotolitos ou chapas digitais, a produção era cara e precisava se pagar.

Para minimizar o risco surge o conselho editorial, que decide o que seria publicado. Se é verdade que alguns de seus erros relegaram histórias e invenções brilhantes ao anonimato, não se pode negar seu valor em buscar exatidão científica e apuro literário.

Livros, no entanto, nunca foram perfeitos. Como toda invenção, sempre estiveram sujeitos a críticas. Durante muito tempo suas melhorias estiveram no processo de impressão, buscando legibilidade, qualidade de imagens e cores. As árvores mortas para produzir papel, o cloro necessário para alvejar páginas e a toxicidade da tinta eram considerados efeitos colaterais, males necessários. O impacto ambiental do seu transporte o desperdício de encalhes não-recicláveis nem eram levados em consideração.

Símbolos de status intelectual, estantes de livros em casa são cultuadas, a ponto de decoradores buscarem as encadernações mais belas em sebos para adornar as bibliotecas de abastados cuja profundidade literária não costuma ir além das revistas de celebridades. Livros de mesa, pesados, enormes e vistosos com suas fotos de castelos e flores, adornam mesinhas de centro e servem de apoio para taças de vinho daqueles que nunca tiveram a intenção de lê-los e os avaliaram pela capa. Ou pela cor.

Fazendas de ácaros e cupins, livros acumulam poeira e ocupam espaço. Suas páginas mofam, enrugam, rasgam, amarelam e incham com água. Qualquer texto destacado ou anotado nelas passa a fazer parte do livro, maculando o objeto, obstruindo a leitura posterior, inacessível para quem o anotou se não lembrar a página e volume em que a anotação se deu. Estava na hora de uma atualização digital do formato.

E-books não são "apenas" livros. São uma espécie de software. Como tal, podem ser consumidos em diversos aparelhos, desde os trambolhos de tablets que adoramos hoje até na forma de áudio, "lidos" por sistemas de narração. Podem ser alugados, baixados, armazenados em bolsos, discos rígidos e na nuvem. Acessíveis a qualquer hora, podem ser compartilhados, buscados, anotados sem comprometer o original e ter todos os destaques compilados. Acima de tudo, podem ser compartilhados à vontade, sem que se perca a posse do original. O que, aliás, é um original?

Como a música, o vídeo e outras formas de produção cultural convertida em software, há questões de formato e propriedade que precisam ser discutidas. Mas não há dúvida que logo surgirão aparelhos leves, dobráveis e de altíssima definição, que reproduzirão todas as "vantagens" que saudosistas teimam em ver nos livros em papel, acrescidas de dicionários, links, referências bibliográficas e outras formas de acesso direto à web. Tanto a Amazon quanto redes sociais como Goodreads buscam tirar proveito do novo formato, estimulando o compartilhamento de ideias, trechos e recomendações entre leitores.

Mas não se pode esquecer que o Livro é mais do que um objeto. Ele também é um formato de comunicação, importantíssimo, cuja extinção é preocupante. Por demandar uma leitura contínua, concentrada e dedicada, o livro estimula a reflexão. Seu raciocínio estruturado e envolvente cria uma pausa quase meditativa na correria do cotidiano.

Como há espaço para enumerar, desenvolver e, acima de tudo, fundamentar os argumentos expostos, é possível criar linhas de pensamento das quais qualquer um pode concordar ou discordar, parcial ou completamente. Só não se pode ignorá-las. Livros estimulam e fundamentam qualquer discussão.

Se a popularização dos e-books é bem-vinda por se sobrepor ao objeto livro, ela é preocupante por colocar em risco o formato literário, longo, reflexivo e profundo, fundamental em tempos impulsivos de excesso de informação e decisões por impulso. Pontos de referência em um universo de estímulos, livros editados representam a curadoria do conhecimento acumulado ao longo da história, que não pode ser ignorada.

A partir do ponto em que qualquer um pode publicar suas opiniões sem a necessidade de um editor, que o leitor pode consumir vários textos ao mesmo tempo, compartilhar trechos pelo Twitter em um clique ou se perder em links pela rede, fecha-se o que o pesquisador dinamarquês Thomas Pettitt define como "Parêntese de Gutenberg", rebaixando as opiniões escritas ao nível das opiniões faladas, aleatórias, em que a probabilidade de se encontrar alguém interessante para uma conversa em profundidade é cada vez menor.

Se o objeto Livro já vai tarde, o formato Livro --com sua fundamentação de ideias e curadoria de conteúdo-- deve ser preservado no mundo digital. Sem livros o mundo é minúsculo, pouco importa o tamanho da rede.


Luli Radfahrer é professor-doutor de Comunicação Digital da ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP há 19 anos.

O papel do professor na era da educação digital

O papel do professor na era da educação digital

IPNews - 05/08/13

Houve um tempo em que os professores pediam para seus alunos desligarem seus telefones celulares e, recentemente, tablets em sala de aula, porém os tempos mudaram. Assim como no mundo corporativo, a moda BYOD (sigla em inglês que significa traga o seu próprio dispositivo) invadiu as salas de aula com uma avalanche de possibilidades que, se bem exploradas, têm tudo para levar a educação a um novo patamar.

Cada vez mais as tradicionais editoras de livros didáticos têm explorado as possibilidades das telas multitoque e a conectividade desses dispositivos para repensar a maneira de criar e distribuir seus livros, que contam uma história que envolve todos os sentidos dos alunos e renova o prazer de aprender.

Para os estudantes que praticamente nasceram com esses dispositivos nas mãos, trazê-lo para o dia a dia acadêmico é um processo natural e intuitivo, porém os professores têm um enorme desafio pela frente que passa, sobretudo, pela revisão do seu papel dentro e fora da sala de aula.

Tradicionalmente o professor representava a fonte de sabedoria e conhecimento, compartilhado com os alunos em aulas predominantemente expositivas às quais os estudantes se limitavam a assistir enquanto tomavam notas ou copiavam do quadro negro. As interações se limitavam à perguntas e escassas atividades pedagógicas.

Hoje convivemos com crianças e adolescentes hiperconectados, com acesso a um mundo de informação na ponta dos dedos 24 horas por dia, sete dias por semana, prontos para trazer outra perspectiva à sala de aula, colocando em xeque aquele papel tradicional do professor.

Como toda grande mudança na história da humanidade, vivemos um enorme desafio, mas também uma oportunidade que tem as mesmas proporções. É preciso repensar o papel do professor, que por mais que resista a encarar essa realidade, deixou de ser o guardião sagrado do conhecimento, apesar de sempre ter um papel crucial na educação formal de crianças e adolescentes.

Cada estudante munido de seus dispositivos conectados à rede pode, e deve, se transformar numa fonte que adiciona um pequeno tijolo ao mosaico de informações que se explora dentro e fora da sala de aula em colaboração com os demais alunos. Converter o livro didático em um organismo vivo que evolui em micro comunidades tão pequenas como uma sala de aula ou tão grandes quanto o conjunto de alunos do sexto ano do ensino médio de todo o País.

É difícil imaginar a beleza dos livros e conjuntos de objetos resultante dessa enorme teia de interações, porém a maior recompensa certamente será o conhecimento produzido e internalizado no processo.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Garanta sua leitura digital

Garanta sua leitura digital

Info - 16/07/13

Há quem prefira ler livros no tablet, com cores e mais opções de aplicativos. Outros preferem as vantagens dos leitores com tinta eletrônica (e-ink), que cansam menos os olhos e podem ser usados sob o sol. Para fãs de livros em qualquer plataforma, o aplicativo Calibre é a melhor opção para gerenciar, converter e fazer quaisquer tarefas com arquivos dos tablets e e-readers. O programa é compatível com praticamente qualquer plataforma (Windows 32 e 64, Mac OS e Linux, além de ter uma versão portátil) e permite o controle total do conteúdo a ser lido ou guardado. Por trazer todos esses recursos, o Calibre é um pouco complexo. Por isso, selecionamos algumas das melhores dicas para explorá-lo ao máximo.

Primeiros passos
Baixe o Calibre. Depois da instalação, rode o aplicativo e escolha o idioma (Português Brasileiro) da interface e selecione o tipo de aparelho que é usado para leitura de livros. Pode ser um tablet ou um e-reader, e há várias marcas para escolher, incluindo opções genéricas, caso seu fabricante não esteja na lista. Se você tem um Kindle, é possível indicar o e-mail para envio de conteúdo diretamente ao aparelho. Depois das configurações, surge a tela principal do Calibre.

Enviar para o dispositivo
Para incluir um item, é só clicar em Adicionar Livro, localizar o arquivo e clicar em Abrir. O Calibre reconhece praticamente quaisquer formatos, desde TXT e DOC até PDF, ePub e Mobi. Ao conectar o tablet ou e-reader ao micro, o Calibre deve achá-lo de forma automática. Daí, é só clicar no item correspondente a um livro com o botão direito do mouse e escolher um dos subitens do menu Enviar Para Dispositivo, conforme o local onde se deseja gravar o conteúdo (na memória principal ou num cartão conectado ao tablet ou e-reader).

Mais recursos com plug-ins
Além de ter montes de opções na instalação básica, o Calibre também conta com suporte a plug-ins para receber mais recursos. O melhor local para achar os plug-ins é na seção dedicada ao Calibre do fórum MobileRead. Depois de baixar o arquivo ZIP correspondente ao plug-in, pressione o botão Preferências e clique em Extensões. Pressione Load Plugin From File, localize o arquivo ZIP baixado e clique em Abrir. Reinicie o Calibre e pronto. O plug-in está instalado.

Livros com mais informações
Há três formas de preencher as informações de um livro adicionado ao Calibre. A maneira mais simples é clicar no item duas vezes (não é um duplo clique, espere um segundo entre cada clicada). Depois, é só preencher os campos básicos, como Título e Autor. Para adicionar mais detalhes, clique no item do livro e, depois, em Editar Metadados. A janela que surge permite indicar editora e língua, entre outras informações. Mas o recurso mais interessante é a possibilidade de baixar esses dados de forma automática. Para isso, na janela de edição de metadados, forneça título e autor e, depois, clique em Baixar Metadados. Na configuração de fábrica, o Calibre busca metadados no Google e na Amazon, o que pode ser um problema para publicações nacionais. Para melhorar isso, adicione o plugin do site brasileiro Skoob ao Calibre.

Capas improvisadas
Depois de adicionar um arquivo ao Calibre, ele pode não ter uma capa, especialmente se a origem foi um documento nos formatos DOC ou TXT. Nesse caso, é possível criar automaticamente uma capa simples, mas que ajuda a reconhecer o conteúdo nos tablets ou e-readers. Para isso, clique no item relativo ao livro e, depois, no botão Editar Metadados. Na janela que surge, pressione o botão Gerar Capa. Clique em Certo. Feito! Note que a capa será gerada com base no título e autor já preenchidos. Por isso, tecle essas informações antes de criar a capa automática.

De um formato para outro
Um dos recursos mais úteis do Calibre é a possibilidade de conversão entre formatos de livros eletrônicos e documentos. Se você já enviou algum item para seu e-reader ou tablet em formatos não suportados por ele, certamente notou que o Calibre fez a conversão de forma automática. É possível fazer também a conversão manualmente. Para isso, clique no item e, depois, no botão Converter Livros. Na janela que surge, é possível fazer montes de ajustes, que vão desde o tipo de fonte e justificação de parágrafos até opções específicas do formato de saída. Como padrão, o Calibre converte para o formato mais compatível com seu e-reader ou tablet (por exemplo, Mobi para Kindle ou ePub para iPad). Mas é possível escolher outro padrão no campo Formato de Saída. Depois de ajustar tudo, clique em Certo e espere o final da conversão. Para vários livros, selecione-os, segurando a tecla Ctrl e marcando cada um com o mouse. Depois, clique com o botão direito na seleção e escolha Converter Livros > Conversão em Massa.

Conversão proibida
O Calibre não faz diretamente a conversão de um formato com proteção ou criptografia, como arquivos ePub comprados em lojas online ou AZW adquiridos na Amazon. Ainda é possível copiar o arquivo para o HD do micro, para fins de backup, no entanto.

Direto para o HD externo
É possível levar sua coleção de livros para qualquer lugar com a versão portátil do Calibre, que pode ser instalada num pen drive ou HD externo. Basta rodar o arquivo de instalação e indicar a pasta na qual o Calibre será gravado. Se você já tem uma coleção em outra instalação do programa, basta copiar a pasta Calibre Library no local escolhido para a versão portátil. Uma ideia interessante também é manter sempre os mesmos arquivos em cada instalação do Calibre, portátil ou não. Nesse caso, você pode usar um aplicativo de sincronia de arquivos, como o Toucan, fazendo com que as pastas Calibre Library de cada instalação fiquem idênticas entre si.

Acesso pela rede
Em vez de plugar cada e-Reader ou tablet ao micro com o Calibre, é possível compartilhar o acesso à biblioteca do Calibre pela rede local. Para isso, é só clicar no botão Conectar/Compartilhar e escolher Iniciar Servidor de Conteúdo. O acesso é feito pelo navegador, acessando o endereço http://ip_do_micro:8080, substituindo ip_do_micro pelo endereço IP do computador que está rodando o Calibre. A interface web permite fazer buscas e baixar os livros diretamente. Há alguns aplicativos que detectam de forma automática quando o Calibre compartilha livros na rede local. No iOS, o Stanza é um deles.

Dedicado ao Android
Se você usa um tablet Android para ler livros e gostou do Calibre, vale a pena usar um aplicativo feito especificamente para ele. Trata-se do Calibre Companion. Abra o Calibre no micro, pressione Conectar/Compartilhar e escolha Start Wireless Device Connection. Pressione Certo para confirmar. O Windows deve pedir a confirmação do acesso pelo firewall do sistema, então pressione Permitir Acesso. Aí é só rodar o Calibre Companion no tablet com Android e tocar em Connect para acessar toda a coleção de livros. Ao contrário do acesso pelo navegador, é possível inclusive mandar livros do tablet para a coleção do Calibre usando o Companion.

Baixe os artigos
Existem vários serviços que guardam artigos da web para leitura posterior, como o Pocket e o Instapaper. Para quem usa um tablet, é só usar o próprio aplicativo de cada serviço para baixar e ler os artigos guardados. Mas, para quem tem um e-reader, o Calibre resolve o problema. Clique no botão Obter Notícias. Na janela que surge, abra as opções do item Desconhecido(a). Clique em Pocket ou Instapaper, conforme o serviço usado. Depois, preencha seus dados de login e senha e clique em Baixar Agora. Os artigos serão trazidos e reunidos no formato de livro. Note que também há opções para baixar notícias de diversos países e fontes, incluindo jornais e sites do Brasil (no item Português Brasileiro). Você também pode agendar o download de artigos ou notícias, marcando o item Agendar Para Baixar. Nesse caso, o Calibre fará o download de forma automática, se estiver rodando, ou em sua próxima execução, caso contrário.

Panorama sobre a leitura no Brasil

Panorama sobre a leitura no Brasil
 Diário da Manhã - 11/07/13

Enquanto que em outros países a leitura é vista como parte indispensável e fundamental na educação do indivíduo, no Brasil poucos pesquisadores dispuseram a refletir sobre o assunto.

Nos Estados Unidos por exemplo; foram publicadas 1.588 pesquisas na área da leitura no período 1975-1977. Esta quantidade está vinculada por apenas uma única revista especializada.

O panorama da pesquisa sobre leitura no Brasil, feita por Aparecida Joly Gouveia, consta nada mais que 50 pesquisas sobre leitura, sendo assim a leitura do aluno brasileiro está em escassez, merece um aplauso ...

Os alunos universitários onde estão suas propostas referente as pesquisas bibliográficas e os textos argumentados, não existem nem um inquérito importante do estudante leitor ou dos livros aos mesmo apresentados. É comum relatar que a produção e circulação de livros no Brasil é regida por padrões de modismo e não pelo valor de seus saberes. ‘’ Smith 

É essencial que saibamos mais sobre os fatores envolvidos na leitura eficiente, os interesses e preferências dos alunos – leitores numa sociedade em constante mudança, os efeitos da leitura em diferentes segmentos da população, os procedimentos apropriados para o ensino da leitura, as necessidades da leitura na população urbana ( ... ) a lesta poderia interminavelmente ( ... ) os estudos não precisam se originar do próprio investigados. As escolas estão freqüentemente identificando os seus próprios problemas, poucas pesquisam a solução para esses problemas.

Provavelmente os destinatários; pesquisadores e professores americanos de 1968 fazem esse alerta.

Acredito que serve para o contexto educacional brasileiro do presente.

Limitação de alfabetização restrita. O que da para perceber que o mesmo não passou de uma alfabetização mecanicamente passiva, inconsequentemente na primeira série, primeiro grau e só. Possivelmente venha a ser hoje o chamado ensino fundamental. Exemplo: segundo ano e terceiro ano, assim sucessivamente ... ( Rosa P. 2012 )

As pesquisas voltadas ao sistema educacional brasileiro, são problemáticas, ou seja, está a desejar, existem escassez pois não temos leitores suficientes, o que dá para perceber é que são poucas as pessoas que adquirem o ato de ler, possível falta de divulgação até mesmo na mídia, é óbvio, são leitores superficiais ônticos.

Diante desse contexto vê se que a escassez da leitura brasileira é suposto e ao mesmo tempo questionado como um enigma, onde não temos pistas, dados no panorama sobre a leitura no Brasil, muito menos resoluções estruturais concretas para soluções. – O que é paradoxal devido a própria escassez abrangente em todo sistema que atravessa o Brasil a fora ... O que da pra entender talvez possa também haver uma regressão na área da leitura de dominação social ? 

Diante desse estudo bibliográfico gostaria de apresentar aos leitores, a escassez explícita de leitura na prova de uma faculdade particular, na qual solicitou o educando a descrever uma redação onde cujo tema era : Qual a importância do Vale da Paraíba.

A inquietação do aluno acredito que foi assustador pois vem acompanhando o mesmo ao longo do processo pede a resposta. A resposta gera a reflexão. 

O que dar para perceber que no Brasil infelizmente os grandes índices de pessoas que não conseguem concluir o ensino médio, na maioria das vezes é devido ao trabalho; pois as mesmas necessitam do trabalho para os sustentos da família...

É preciso mencionar que há casos concretos que os educandos desistam da escola, por motivo sérios que merecem se analisados e investigados pelos profissionais da educação, pois segundos os mesmos a escola de hoje torna-se sem significados e opressora estes alunos sentem marginalizados diante dos signos; sendo assim o individuo sofre transformações, pois a história de vida não está ligada com o ensino da escola. Ou seja, com sua cultura o mesmo não está constituído no aprendizado cultural. Compreendo que a escola deveria apropria da experiência histórica do aluno para introduzir os diversos saberes, principalmente a leitura para que o mesmos possa continuar no ensino formal, ou seja, ampliar seus conhecimentos e pensamentos cognitivos, pois o mesmos estão interligados com sua cultura, até no dia-a-dia que certamente o aluno irá usá-la na sociedade globalizada, para lutar e sobreviver por dias melhores... onde vivemos.

Desta forma, o ser despertará por um interesse de um ensino de qualidade, ou seja, para os menos favorecidos que mais sofrem devido ao processo do aprender na escola do Século XXI...

É por isso que pretendo abordar a seguinte questão: até que ponto é importante o professor levar a cultura e facilitação do aprendizado, quais os principais recursos do que o mesmo dispõe para evitarmos a manifestação galopante, incentivada pelos meios de massa, preparando nossas crianças desde a “Educação infantil para desenvolverem e aprenderem com a leitura e ao mesmo levantam-se com a tentativa de solucionarmos o problema da invasão de leitura e escrita e dos trabalhadores que abandonam a escola.

Em relação do panorama da leitura e escrita consiste no seguinte o resgate urgentemente de conhecimento dos valores culturais, pois nascemos enraizados com a linguagem cultural por esse breve histórico poderá deduzir que desde o ingresso da criança na escola o mesmos aprende com o processo saber histórico cultural, pois já conhecem o litramento é preciso de orientações didáticas com as finalidades de subsidiar o “aprender” sendo assim a facilitação do planejamento pedagógica irá influenciar neste aprendizado pois o aluno irá abordarem certamente intervir na problemática da escassez da leitura o mesmo irá buscar a importância do ato da leitura que poderá satisfazerem a curiosidades e indagações de um ensino na formação cultural visando inclusive na renovação da própria cultura. Ressaltando que a cultura é também “arte”, pois arte sem leitura torna-se uma obra morta, a relação entre ensino e aprendizado é um fenômeno complexo, pois diversos fatores de ordem social, econômico interferem na dinâmica na sala de aula, isto porque a escola não é uma instituição independente, está inserida na trama do tecido social. Desse modo podemos perceber que certamente a leitura dos brasileiros ainda parece ser bem complexos em relação aos demais pais que resolveram “investir” em leitores pesquisadores públicos alvos mirins e infanto juvenil e adulto...

Na concretização deste artigo serve para o professor integra o educando na sociedade, objetivo é demonstrar a esses sujeitos mesmo que não tendo um conhecimento amplo são capazes de construir saberes por meio da leitura na sua vida, ou seja, na sociedade, pois os mesmos são merecedores de respeito, porque são seres sociais e históricos que constroem seu saber no dia-a-dia mediante o processo da leitura para sua sobrevivência nesta sociedade competitiva onde a disputa é diversa verce os preparados cujo papel da empresa privada, pois dinheiro compra qualquer coisa até mesmos a boa educação. Ou seja, de qualidade... “Não sendo assim fingimos que ensinamos vocês fingem que aprenderam”

Rosa P. Barbosa
Pedagoga, pós- graduada em Neuropedagogia, cursando Direito na FacLions

A importância da leitura para o aprendizado

A importância da leitura para o aprendizado

Leitura sala de aula


A leitura realizada em muitas escolas ainda é vista como algo completamente sem interação, o aluno se mantém numa postura de leitura silenciosa, de cópias e não possui a oportunidade de expor sua opinião, enquanto a que prevalece em sala é a percepção do professor, esquecendo de que o aluno também tem sua história e sua vivência enquanto ser pensante. O que fazer para mudar? Como contribuir para uma aula mais dinâmica? O que fazer para chegar mais próximo do aluno e interagir com ele? É disso que trata a coluna de hoje, que fala do prazer que se tem em guardar de vez as práticas mecanicistas e o costume que se tem em memorizar regras, sem conhecer ao menos o que é de verdade, uma postura atuante diante da leitura.

A leitura e o Futuro

Informe aos alunos da possibilidade de todos eles serem leitores permanentes, assim, no futuro, quando se tornarem profissionais de qualquer área, possarão a ter uma atuação de leitores proficientes e contribuir com outros leitores em desenvolvimento.

Leitura e afetividade

A afetividade é um instrumento infalível para que o prazer de ler se torne verdadeiro na vida dos alunos, e que os traumas não sejam vivenciados por eles nas creches, escolas, ONGs e universidades. No entanto, caso ocorra, a cada dia em suas vidas estudantis, há uma oportunidade de buscarem outras formas de práticas de leituras, de estarem com os livros que se identificam e aproveitar o prazer que eles oferecem. E claro, esforçando-se para serem bons alunos, sem perder a graça pela vida que eles mesmos possuem fora do ambiente escolar.

A leitura e o compromisso

O aluno precisa assumir o compromisso consigo mesmo e realizar dentro de si, a construção de um sentido pessoal através do ato de ler. E, mesmo com a influencia de professores, colegas de classe e o sistema de ensino, fazer sua própria história dentro do universo que é a leitura.

A leitura e os resultados
O aluno que passa a ter contato com a leitura de livros, revistas e jornais, terá um melhor desempenho nos resultados da escola. Por conta disso, a leitura precisa ser encarada com seriedade e um tempo de estudo precisa ser reservado para o ato de ler.

Conclusão
Assim, o aluno leitor será protagonista do seu próprio aprendizado, encontrando na escola ou em outro lugar que proporcione o ato de ler, a possibilidade de serem verdadeiros estudantes atuantes nesse mundo de constante transformação.