segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Gnuteca e o OpenBiblio: avaliação de softwares livres para a automação de bibliotecas

AUTORES
Antonio Marcos Amorim - Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São
Paulo; Bibliotecário do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil;
Gerente de Tecnologia da Biblioteca Virtual de Psicologia – BVS-Psi.
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Av. Prof. Mello Moraes, 1721 – Cidade Universitária
CEP 05508-030 – São Paulo – SP – Brasil.
Tel. / Fax: 11 3091-4392
E-mail: amarcos@usp.br
Edilson Damasio - Mestre em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Pontifícia
Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas; Bibliotecário da Universidade Estadual
de Maringá; Bibliotecário do Centro de Ensino Superior do Paraná - CESPAR, Maringá, Brasil.
Universidade Estadual de Maringá - UEM
Avenida Colombo, 5790 – Biblioteca Central
CEP 87020-900 – Maringá – PR – Brasil.
Universidade Estadual de Maringá - PR
Tel. : 44 3261-4468
E-mail: edamasio@uem.br
Eixo Temático SNBU: O impacto das tecnologias eletrônicas e sua mediação
RESUMO
Partindo da necessidade de usuários de bibliotecas universitárias, atualmente trabalhando em plataformas cada vez mais digitais e disponíveis na Internet, os softwares livres têm versões buscando responder adequadamente a estas demandas, barateando custos gerais de implantação e customização de software. O presente artigo visa realizar a avaliação comparativa entre dois softwares livres: o OpenBiblio e o Gnuteca, dentre outros disponíveis no mercado brasileiro de softwares para bibliotecas universitárias enquanto sistemas de automação completos. Foi feita uma revisão da literatura nacional e internacional, tendo como metodologia a seleção de itens considerados importantes nesta tarefa. A escolha de um software (seja de código livre ou proprietário) que trabalhe como sistemas automatizados cobrindo todas as suas funções de bibliotecas universitárias, requer considerarmos aspectos
como tamanho de acervos, estratégias de crescimento, recursos humanos e financeiros e, sobretudo, as demandas de seus usuários variando muito de biblioteca para biblioteca

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC
Maria Elisa Americano do Sul Barcelos∗
Maria Lúcia Barcelos Martins Gomes∗∗
RESUMO
Com a expansão do número de Instituições de Ensino Superior no Brasil, e com as exigências do MEC, as Bibliotecas da UFMG tem sido procuradas para auxiliar os Bibliotecários a prepararem suas Bibliotecas para a avaliação deste Ministério. É importante frisar que essa preparação não acontece de um dia para outro, que as Bibliotecas que vem atualizando seu acervo, que tem o atendimento ao usuário como uma das metas, que atendem às necessidades de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, que tem bibliotecários durante todo o tempo em que se encontram abertas, que possuem equipamentos adequados e cujo acervo se encontra disponível via Internet, com certeza, terá o MEC como um aliado, e estará preparada para obter uma ótima avaliação. Sendo assim, a Biblioteca da Faculdade de Direito da UFMG, resolveu compartilhar sua experiência, e auxiliar os colegas nesta tarefa.
PALAVRAS CHAVES: Avaliação do MEC. Ensino Superior. Biblioteca Universitária.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Índice relativo no sistema de classificação

http://www.ced.ufsc.br/~ursula/5212/cdd_teoria.html

Por que o Índice relativo – Relative Index tem este nome?
R.: Porque relaciona todos os aspectos de determinados assuntos que possam pertencer a outras classes.

Como está organizado o Índice Relativo?
R.: Os termos são arranjados alfabeticamente, palavra por palavra. Os termos indentados pertencem as entradas principais. Os números da CDD são espaçados a cada terceiro número, após o ponto decimal, para facilitar a leitura.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O contexto sociocognitivo do catalogador em bibliotecas universitárias

http://www.dgz.org.br/abr09/F_I_iden.htm
O contexto sociocognitivo do catalogador em bibliotecas universitárias: perspectivas para uma política de tratamento da informação documentária
The cataloguer's social-cognitive context in university libraries: perspectives for a policy of documentary information treatment

por Mariângela Spotti Lopes Fujita e Milena Polsinelli Rubi e Vera Regina Casari Boccato

Resumo: Com a finalidade de contribuir com subsídios para a elaboração de política de tratamento da informação documentária de bibliotecas universitárias foi desenvolvido um estudo diagnóstico para coleta de dados com uma amostra de nove bibliotecas universitárias do sistema de bibliotecas da UNESP em três áreas do conhecimento – Odontologia, Engenharia Civil e Pedagogia. Composto por três partes – funcionamento do tratamento de informações documentais na perspectiva da gerência do sistema de bibliotecas universitárias; procedimentos do tratamento de informações documentais na perspectiva do catalogador, e avaliação do acesso e recuperação da informação on-line pelo usuário à distância – o estudo diagnóstico foi realizado com base no pressuposto de que a vinculação com o contexto de sistemas de informação necessita considerar várias perspectivas simultaneamente para revelar o ambiente externo que circunda e sustenta o trabalho do catalogador de assuntos. A primeira parte constou de aplicação de questionário junto aos dirigentes; a segunda parte foi realizada com aplicação da técnica introspectiva de Protocolo Verbal Individual junto aos catalogadores e de Protocolo Verbal em Grupo com grupos formados, em cada biblioteca, pelo dirigente, catalogador, bibliotecário de referência, pesquisador e aluno de graduação; e a terceira parte constou da aplicação do Protocolo Verbal Individual com alunos de graduação de cada uma das três áreas do conhecimento. Os resultados demonstraram que os catalogadores seguem uma metodologia sistematizada e consolidada pela literatura para catalogação de forma (tratamento físico), porém não demonstram metodologia para a catalogação de assunto (tratamento temático). Acreditamos que a política de tratamento da informação documentária e tudo aquilo que a compõe – metodologias para representação descritiva e temática, linguagens documentárias, estudo de usuário, entre outros – necessita de maior atenção no que diz respeito à elaboração de normas, procedimentos e técnicas, sua implantação, implementação e avaliação para que a função das bibliotecas universitárias seja mantida e atualizada de acordo com as mudanças da sociedade.

Palavras-chave: Catalogador; Contexto sociocognitivo; Política de tratamento da informação documentária; Protocolo Verbal; Biblioteca universitária; Diagnóstico Organizacional.

Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica:

http://www.dgz.org.br/abr09/F_I_iden.htm
Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica: necessidades, ferramentas e usos
Information and knowledge in the virtual networks for scientific cooperation: needs, tools and applications

por Maria Aparecida Moura





Resumo: A intensificação do uso das tecnologias interativas em rede ampliou o atual cenário de produção e comunicação científica com a conseqüente diversificação dos atores, o intercâmbio de funções e a relativa horizontalização das relações sociais no processo de produção científica. Nesse trabalho, buscou-se compreender os aspectos sociais e tecnológicos envolvidos nas novas dinâmicas de cooperação científica on-line. Apresentam-se as concepções de comunidade de prática, comunidades virtuais de prática e de redes sociais e o seu entrelaçamento na dinâmica de compartilhamento de informação e conhecimento. Descrevem-se as características gerais dos dispositivos digitais adotados no design de redes sociais de cooperação científica on-line e analisam-se os impactos dessas novas mediações na produção científica contemporânea.
Palavras-chaves: Cooperação científica on-line, Redes sociais, Comunidades de prática, Comunicação cientifica.


Abstract: The intensification of the use of network interactive technologies broadened the current scenario of scientific production and communication with the resulting diversification of the actors, the interchange of functions and the relative horizontalization of the social relations in the process of scientific production.
Our research attempted to understand the social and technological aspects involved in the new dynamic of on-line scientific cooperation. The concepts of community of practice, virtual communities of practice and social networks are presented with their interlacement in the dynamics of sharing information and knowledge. The general characteristics of the digital devices adopted in the design of social networks of on-line scientific cooperation are described and the impacts of these new mediations in the contemporary scientific production are analyzed.
Keywords: Online scientific cooperation , Social networks, Communities of practice, Scientific communication.

Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola


Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola

Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola

http://2.bp.blogspot.com/_XnkVam96Fag/STEQBoaYbXI/AAAAAAAACLw/5bNb8Iw6J0k/s1600-h/img118.jpg

NBR 6032

http://www.4shared.com/file/17551085/c0d5bb44/NBR_6032_Abreviao_de_ttulos_de_peridicos_e_publicaes_seriadas.html?s=1

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Do iluminismo ao google books

Texto interessante, feito por Robert Darnton, diretor da biblioteca da
Universidade de Harvard. Disponível em
http://www.revistaserrote.com.br/ogoogle.html Achei legal repassar.

Até mais!

Brinquedoteca

Sites sobre Brinquedoteca
http://www.unopar.br/extensao/brinquedoteca/guia/index.htm

http://www.brinquedoteca.org.br/si/site

http://www.abrinquedoteca.com.br/index_interna.htm

http://www.abbrinquedotecas.hpg.ig.com.br/

http://www.brinqueduca.com.br/si/site/1400

http://www.ufrgs.br/faced/extensao/brincar/index1.html

Novo blog

Si Borges o Cortázar vivieran les cortarían la cabeza a los que la pusieron  ahí...!!!
La flogger más famosa del país, Agustina Vivero, mejor conocida como Cumbio, quien a los 18 años saltó a la tapa del New York Times entre numerosos medios, a fuerza de sacarse fotos con amigos y desconocidos y subirlas a su fotolog, convocó a cientos de adolescentes exultantesdurante la firma de su libro “Yo, Cumbio”, en la Feria del Libro.


10 PILARES DEL CONOCIMIENTO 
Nuestro conocimiento crece mientras conquistamos nuevos horizontes. Nuevos campos emergen a medida que concebimos ideas innovadoras, mejoramos nuestros métodos e inventamos nuevas tecnologías. Sin embargo, no logramos capturar el cuadro total y las relaciones lógicas entre las diversas partes del conocimiento.

Crisis y oportunidad de cambio 
Paul Krugman, premio Nobel de Economía 2008, estima que nos enfrentamos a una «crisis extraordinaria» de la que «nadie se salva» y que ha sido el resultado de «un gran optimismo económico». Esta crisis es la «más seria y más rápida» que ha sufrido el mundo desde la Gran Depresión de 1929. ¿Qué tipo de reacciones puede desencadenar este enunciado que se caracteriza por su veracidad y contundencia?

De la lectura y su contagio 
La lectura resulta indispensable: es práctica decisiva en la configuración del individuo y en la hechura de una sociedad en la que tanta importancia se da al saber. No debe extrañarnos. Y es que, por más que pueda parecer extraño en estos tiempos donde todo parece dominado por las nuevas tecnologías de la información, sigue siendo el libro la mejor expresión del espíritu creador del individuo y, por esto mismo, excelente portador de placer, de cultura o de ciencia. 

¿La biblioteca absoluta? 
En esa inquietante metáfora de las relaciones entre el conocimiento humano y el infinito que es “La biblioteca de Babel”, Borges imaginó un espacio que contenía todos los libros posibles. En muchos sentidos, Internet es la realización de ese espacio imaginado, solo que acá no hay bibliotecarios. 

Leer: ¿Cosa de ayer o falta de motivación? 
“Había una vez, hace ya varios años, una población que leía”. 
Esta frase podría ser el principio de un cuento, pero –por desgracia- no hay nadade fantasía en ella, es larealidad.

Desenroscando la información 
Dos enfoques sobre Internet. Uno acerca de la labor periodística, el acceso a las fuentes de información y los resguardos que deben tomarse en tal sentido. Otro sobre los peligros que la Web encierra para los niños y niñas y las medidas para prevenirlos. Ambos hablan de aperturas y posibilidades. También de nuevas preguntas, desafíos y riesgos.

Los malos están también en Internet y saben utilizarlo 
La precaución como escudo. Este es el consejo que el presidente de la Asociación de Internautas, Víctor Domingo, da a los padres, además de los dispositivos quela tecnología pueda ofrecer, para evitar que los menores sean víctimas de los abusos en la Red.

¿Hay democracia en Internet? 
¿Más información equivale a más desarrollo? ¿Internet es un recurso que aportaa la democratización de los sistemas de información? ¿Es relevante la información que circula en Internet? ¿Quiénes pueden acceder a ella? ¿En qué condiciones? Son todas preguntas que contribuyen a interrogarnos acerca de si realmente hay democracia en Internet. Alfonso Gumucio Dagron aporta sus reflexiones para buscar respuestas.

Las bibliotecas escolares 
Son muchos los factores que intervienen en la llamada ‘calidad dela educación’. Las bibliotecas escolares, aunque ha cambiado radicalmente en su organización a través de la historia, siguen siendo uno de los elementos más decisivosde la ‘pedagogía activa’.

Fontanrrosa y las malas palabras 
Video

El bibliotecario escolar: perfil y funciones  
El artículo ofrece una reflexión sobre la figura del bibliotecario escolar. El autor recoge ideas deespecialistas como Chapron y Treut, Miranda y Palomero, y José Antonio Gómez Hernández para plantear que el bibliotecarioescolar debe tener formación en Biblioteconomía y Documentación y estar en contacto constante con el profesorado. Se recogen también las conclusiones del I Encuentro Nacional de Bibliotecas Escolares celebrado en Madrid en 1997 relacionadas con la figura del bibliotecario escolar.
y mucho más...!!!
--
Ernesto Della Riva
Rosario
http://rincondelbibliotecario.blogspot.com

Bibliografias para concursos

Missão do bibliotecário, Ortega y Gasset
Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções…, Simone Weitzel
Introdução ao controle bibliográfico, Bernadete Campello
Ético e deontologia, Francisco das Chagas
Técnicas modernas de preservação e recuperação de acervos bibliográficos
Auxiliar de biblioteca, Iza Araujo e Divina Aparecida da Silva
Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação, Jaime Robredo
Textos avançados em referência e informação, Nice de Figueiredo
Informação Jurídica teoria e prática, Edilenice Passos (ORG)
Introdução às fontes de informação, Bernardete Campello e Paulo da Terra (ORG)
Introdução ao Microisis, Cristina Ortega
Organização da informação na web, Ailton Feitosa
Para entender as linguagens documentárias
A prática do serviço de referência, Denis Grogan
Glossário de Biblioteconomia, Arquivologia, Comunicação, Ciência da Informação, Beatriz Alves de Sousa
Os caminhos do trabalho científico, José Carneiro de Miranda e Heloísa Gusmão
Conversa sobre normalização de textos acadêmicos, Bernardina Freire
Documentos acadêmicos, Maria Aparecida Caldas et al
Diagnóstico em bibliotecas públicas, Adalberto Rodriguez
Concursos públicos em biblioteconomia: índice bibliográfico, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Planejamento de bibliotecas e serviços de informação, Maria C. Barbosa de Almeida
Concursos públicos em biblioteconomia: estudo e prática, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Manual de catalogação, Gioconda Faldini (ORG)
Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia, Murilo Bastos da Cunha
Fontes de informação para pesquisa em direito, Edilenice Passos e Lucivaldo Barros
História da biblioteconomia brasileira, César Augusto Castro
A longa viagem da biblioteca dos reis, Lilian Schwarz
Indexação e resumos, Lancaster
Biblioteconomia para concursos, Gustavo Henn (ORG)
A Biblioteca eletrônica, Jennifer Rowley
A Biblioteca digital, Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli
Catalogação de recursos bibliográficos AACR2 em MARC 21, Antonio Memória Ribeiro
Princípios de marketing, Kotler
Introdução à teoria geral da Administração, Chiavenato
Outros livros indicados:
Organização e métodos, Antonio Cury
Introdução à biblioteconomia, Edson Nery da Fonseca
Fontes de informação para pesquisadores, Bernardete Campello
Não brigue com a catalogação, Eliane Serrão Alves Mey
Forca nos estudos!

Bibliografias para concursos

Missão do bibliotecário, Ortega y Gasset
Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções…, Simone Weitzel
Introdução ao controle bibliográfico, Bernadete Campello
Ético e deontologia, Francisco das Chagas
Técnicas modernas de preservação e recuperação de acervos bibliográficos
Auxiliar de biblioteca, Iza Araujo e Divina Aparecida da Silva
Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação, Jaime Robredo
Textos avançados em referência e informação, Nice de Figueiredo
Informação Jurídica teoria e prática, Edilenice Passos (ORG)
Introdução às fontes de informação, Bernardete Campello e Paulo da Terra (ORG)
Introdução ao Microisis, Cristina Ortega
Organização da informação na web, Ailton Feitosa
Para entender as linguagens documentárias
A prática do serviço de referência, Denis Grogan
Glossário de Biblioteconomia, Arquivologia, Comunicação, Ciência da Informação, Beatriz Alves de Sousa
Os caminhos do trabalho científico, José Carneiro de Miranda e Heloísa Gusmão
Conversa sobre normalização de textos acadêmicos, Bernardina Freire
Documentos acadêmicos, Maria Aparecida Caldas et al
Diagnóstico em bibliotecas públicas, Adalberto Rodriguez
Concursos públicos em biblioteconomia: índice bibliográfico, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Planejamento de bibliotecas e serviços de informação, Maria C. Barbosa de Almeida
Concursos públicos em biblioteconomia: estudo e prática, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Manual de catalogação, Gioconda Faldini (ORG)
Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia, Murilo Bastos da Cunha
Fontes de informação para pesquisa em direito, Edilenice Passos e Lucivaldo Barros
História da biblioteconomia brasileira, César Augusto Castro
A longa viagem da biblioteca dos reis, Lilian Schwarz
Indexação e resumos, Lancaster
Biblioteconomia para concursos, Gustavo Henn (ORG)
A Biblioteca eletrônica, Jennifer Rowley
A Biblioteca digital, Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli
Catalogação de recursos bibliográficos AACR2 em MARC 21, Antonio Memória Ribeiro
Princípios de marketing, Kotler
Introdução à teoria geral da Administração, Chiavenato
Outros livros indicados:
Organização e métodos, Antonio Cury
Introdução à biblioteconomia, Edson Nery da Fonseca
Fontes de informação para pesquisadores, Bernardete Campello
Não brigue com a catalogação, Eliane Serrão Alves Mey
Forca nos estudos!

ENQUETE

ENQUETE

Caros colegas,
um pouco antes da versão 1.0, o ABCD Brasil está
fazendo um levantamento sobre a quantidade de pessoas que já utilizaram ou
utilizam o ABCD.
Para respondê-la acesse a seguinte URL:

http://abcdbrasil.org/2009/05/06/enquete-sobre-o-uso-do-abcd/

Rede Social da BU/UFSC

Já está no ar a Rede Social da Biblioteca Universitária da UFSC:

http://bibliotecaufsc.ning.com/

“NBR 6023”

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1I7WZPA_pt-BR&ei=_eEEStW_HJeltgeQwJGZBw&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=NBR+6023&spell=1

Software Gnuteca

http://www.slideshare.net/claudiane/automao-de-bibliotecas-gnuteca

Perguntas interessantes

DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA
1) O que é descrição bibliográfica?
2) Qual a finalidade da descrição bibliográfica?
3) O que significa a expressão " área de dados "?
4) O que é formato de comunicação?
5) O que é autor- entidade?
6) O que significa os termos ISBD, ISBN, ISSN e CODEN?
7) Para que servem estes termos?
8) De onde se extraem os dados necessários à descrição de um documento?
9) Quais são os problemas particulares da descrição bibliográfica dos
documentos audiovisuais?

A DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO
1) A descrição de conteúdo intervém apenas da cadeia documental?
2) Para fazer a descrição do conteúdo é necessário começar pela leitura
detalhada da totalidade de um artigo?
3) A descrição de conteúdo pode fazer ressaltar elementos que estão explícitos
no documento tratado?
4) Que tipo de pessoas podem participar da descrição de conteúdo?
5) As operações intelectuais necessárias para realizar os diversos tipos de
descrição de conteúdo são de natureza diversa?
6) Quais são as qualidades de uma boa descrição de conteúdo?
7) Quais são os objetivos da descrição de conteúdo?

BABEL BIBLIOTECÁRIA

No princípio Deus criou o bibliotecário. Disse Deus: "funda bibliotecas por todo o mundo, seleciona os documentos de melhor qualidade, organiza a informação, presta serviços de excelência e vela pelo interesse dos usuários.
Mantém atualizado o catálogo e confortável a sala de leitura, porém não escutes a Voz das Trevas, porque se o fizeres te confundirás e desaparecerás como profissional".

O bibliotecário fez tudo quanto Deus lhe pediu. Ergueu bibliotecas em belos edifícios e nelas colocou todo tipo de documento criado pelo homem para registrar a informação: tabuletas de argila, rolos de papiro ou pergaminho, tábuas de pergaminho ou papel, livros, revistas, diários e boletins impressos e toda a gama de documentos iconográficos, audiovisuais,tridimensionais e legíveis por computador, incluindo aqueles disponíveis na Internet.

Inventou e reinventou o catálogo (e com ele a recuperação da informação), que evoluiu desde as antigas bibliotecas sumárias até as bibliotecas ciberespaciais. O mesmo sucedeu com múltiplas ferramentas e métodos de trabalho: normas de catalogação, sistemas de classificação,
vocabulários controlados, a análise por facetas e a indexação pré e pós-coordenada, o serviço de referência e o de circulação, incluindo o empréstimo interbibliotecário e a comutação bibliográfica.

Capacitou as pessoas em todo o necessário para acessar a informação.
Adotou normas de qualidade e definiu indicadores de desempenho específicos para as bibliotecas, com o fim de avaliar e melhorar seus processos,produtos e serviços. Para tudo ele utilizou a tecnologia de ponta disponível em cada época e em cada lugar, desde a punção requerida para a escrita cuneiforme até o computador e as telecomunicações do século XXI.

Ergueu sua voz contra a censura e em defesa do direito de todos à informação. Elevou sua carreira aos mais altos níveis universitários, convertendo-a em uma profissão útil, nobre e digna.
Entretanto numa manhã, enquanto o bibliotecário realizava suas tarefas habituais, ouviu uma voz rouca e tenebrosa que lhe chamava:“Vem, aproxima-te". O bibliotecário voltou a cabeça e percebeu entre incrédulo e surpreso, a visão de uma árvore seca e retorcida, de negro tronco e negros ramos.

A voz insistiu: "Vem, aproxima-te".
Temeroso, mas cheio de curiosidade, o bibliotecário se aproximou com precaução. Uma sensação sobrenatural se apoderou dele e o negro manto da noite cobriu o local, em pleno dia.

"Vem, aproxima-te, não tenhas medo" - voltou a escutar.

"É a Voz das Trevas?" - perguntou o bibliotecário com ingenuidade. "Deus me recomendou que não te escute".

"Não digas bobagens; dialoguemos e verais que esta conversa te interessa" - disse a Voz.

O bibliotecário se aproximou da estranha planta, o suficiente para ver as víboras que se arrastando pelo solo começavam a enroscar-se no tronco.

"Quem é?" - perguntou intrigante a Víbora Primeira, mostrando sua venenosa língua de duas pontas.

"Sou o bibliotecário" - respondeu este com segurança.

"Ha, ha, ha!... Pobre... Em que mundo vive? Não sabes que agora te chamas documentalista?".

"Que estás dizendo?" - interveio a Víbora Segunda - "o correto é especialista da informação ou cientista da informação".

"Gestor de informação, querida, os outros termos já eram" - interrompeu a Víbora Terceira.
"Melhor em inglês, information manager" - opinou a Víbora Quarta - "e se for chefe: "chief information officer" ou "CIO".

"Eu prefiro gestor do conhecimento, knowledge manager ou chief knowledge officer" - ajuntou a Víbora Quinta com ares de sabe-tudo.

"Mas com esses títulos, ninguém vai saber quem eu sou e o que faço". - protestou o bibliotecário".
"Precisamente, disso que se trata" - informou-lhe a Víbora Sexta -
"todo mundo se perguntará o que é que faz essa pessoa, e como ninguém gostae passar por ignorante, limitar-se-ão a dizer... Ahhh! Que interessante!".

"Bibliotecário!" - debochou com desprezo a Víbora Sétima - "Não existes! Desapareceste com o meteoro que extinguiu os dinossauros!".

Ressoavam ainda em sua mente as risadas de zombaria dos répteis interlocutores, quando o bibliotecário se deu conta de que, repentinamente,a visão havia desaparecido. Invadido pelo temor, se ocultou entre as estantes do depósito.

Dali escutou a voz de Deus que lhe chamava:
"Bibliotecáááááaáááário, onde estás?... Que fazes aí?... Por que te escondes?".
"Porque me dá vergonha que me vejam nesta profissão de idiota que tenho" - respondeu o bibliotecário, sem atrever-se a levantar a cabeça do solo.

"Quem te fez pensar que é uma profissão de idiota? Acaso prestaste atenção á Voz das Trevas?" - perguntou Deus.

"As víboras me chamaram com insistência e não pude evitar..." - murmurou covardemente.
Então, Deus se enfureceu com o bibliotecário e pronunciou seu severo castigo:
"Por haver escutado a Voz das Trevas viverás para sempre na confusão e falta de identidade.

Tirar-te-ão a Direção da Biblioteca que será ocupada por outros profissionais, ainda que não saibam nada a respeito, enquanto o público será atendido por um empregado administrativo que ganhará mais que tu.

Tu te ocuparás dos processos técnicos, e todos te farão sentir que "somente serves para fazer fichas". Quando solicitares um ajudante catalogador, te enviarão pessoal de baixa qualificação, em tratamento psiquiátrico, e nunca te comprarão um tesauro atualizado. Em média, ganharás
um salário de fome e nunca conseguirás um estatuto profissional que te proteja".

"Qualquer um virá e te dirá: "não se diz usuário, e sim, cliente" e tu o repetirás como um papagaio, ainda que tenhas deixado a vida para satisfazer ao usuário. Ou te dirão: "o paradigma da biblioteca não é a conservação mas o acesso" e tu te impressionarás com a frase, embora tenhas
passado séculos facilitando o acesso.

Teu lugar de trabalho será chamado centro de documentação, centro de materiais didáticos, centro de informação ou centro de gestão do conhecimento, e quando a confusão entre todas estas organizações - que no final fazem a mesma coisa - for incontrolável, então as chamarás unidades de informação ou UI.

E é claro, a sociedade não será capaz de diferenciá-las e continuarão chamando-as biblioteca".

"Víboras nacionais e estrangeiras proporão cursos inúteis nos quais aprenderás apenas que catalogação se chama agora representação descritiva ou descrição bibliográfica e que a classificação passou a ser organização do conhecimento; termos desconhecidos para coisas que tu mesmo inventaste.

Além de ser confundido, pagarás estes cursos a preço de ouro e sairás deles sabendo o mesmo que sabias antes de inscrever-te".

"Porei inimizade entre os bibliotecários universitários e os de bibliotecas públicas e farei proliferar os cursos de Biblioteconomia de 1 a 5 anos, onde todos levarão aos mesmos cargos e salários, assim permanecerão eternamente divididos e frustrados. Jamais conseguirás estar de acordo com outro bibliotecário".

"Até que chegue o dia em que avalies seriamente tua profissão e tua própria terminologia, avalies a ti mesmo e aos numerosos bibliotecários que têm oferecido sua criativa contribuição para que, durante milênios, os seres humanos tenham podido acessar a informação. Então, se assim o fizeres e compreenderes, eu te perdoarei".

Tradução para português por Maria das Mercês Apóstolo
Revisão por Marcelo Silveira

Este texto é anônimo e foi lançado na Rede em espanhol por Ana Maria Martínez Tamayo La Plata, 1 de marzo de 2001

Texto original:http://www.bnjm.cu/librinsula/2004/mayo/18/documentos/documento52.htm

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vocabulário controlado

http://www.conexaorio.com/biti/tesauro/index.htm

Revista Eletrônica de Museologia a Ação Cultural - 1º Número

http://culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/issue/current/showToc
"O escopo dessa publicação coloca a Museologia e a Ação Cultural sob a luz da Ciência da Informação, integrando suas áreas de atuação, como a Biblioteconomia, a Documentação, a Arquivologia, e também disciplinas inscritas nas relações inter e multidisciplinares entre a informação e a sociedade".

Bibliopage.

Lista dos posts publicados no Bibliopage.
Pra quem não conhece é uma página sobre Biblioteconomia,
Produtividade, Ciência da Informação e Internet.

Visitem:

Http://bibliopage.blogspot.com