sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Livros de Graça!‏

Imagine ganhar 10!
Existe uma promoção do site Skoob, que dá de presente até 10 livros novos!

Para fazer parte da brincadeira basta se cadastrar e clicar em "renovar sua estante". Lá vão aparecer diversos livros, e você deve escolher 10 deles para ser presenteado.
Tem Saramago e Graciliano Ramos. Pro pessoal do Sci Fi, tem William Gibson, além de Philiph K. Dick. Também tem a coleção completa do Crepúsculo, de Stephenie Meyer, e uma coleção de livros da Adobe, que ensina o uso do Photoshop, Illustrator, After Effects...

Vale a pena passar por lá e conferir a listagem:
http://www.skoob.com.br/promocao/codigo/93830

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Softwares para Automação de Bibliotecas.

Softwares para Automação de Bibliotecas.
Fórum de discussões que tem por tema Softwares para Automação de Bibliotecas.
O objetivo maior é coletar o maior número de informações possíveis relacionadas aos softwares em discussão. Para participarem acessem http://softwaresbibliotecas.forumbrasil.net/forum.htm

terça-feira, 27 de outubro de 2009

REFLEXÕES ANGUSTIADAS SOBRE A CATALOGAÇÃO

REFLEXÕES ANGUSTIADAS SOBRE A CATALOGAÇÃO
[Fevereiro/2009]
Eliane Serrão Alves Mey


Acabei de ler há uns quinze dias um belíssimo livro intitulado “As cruzadas vistas pelos árabes”, de Amin Maalouf (1). Além de uma obra fundamentada em textos históricos, a narrativa flui suave e bem escrita pelas mãos do autor. Fica-nos da leitura a impressão de que os ocidentais conseguiram estabelecer-se em parte do Oriente Médio, durante dois séculos na Idade Média, pela absoluta desunião entre os povos árabes. Fanatismo de um lado, brigas de poder o mais das vezes e ganância de todos permitiram que etnias mais despreparadas e incultas, como os franceses, ingleses e outros europeus medievais, dominassem civilizações mais antigas e detentoras de muito maior conhecimento. Tais fatos literariamente retratados, com as devidas proporções, remetem à Biblioteconomia e em especial à área da Representação em nosso país.

Na catalogação brasileira de hoje, vivemos um momento de fanatismo, disputas de poder e alguma ganância, o que sempre, historicamente, redunda em perda para todos. Bibliotecários carentes de uma identidade profissional (2) catalogadores sem identidade e com muitas crenças diferentes, até mesmo opostas, debatem a catalogação e entre si. Há anos Gorman (1975)(3) já levantava o problema, em texto referente ao de Osborn (1941)(4), distinguindo quatro tipos de catalogadores (não necessariamente nesta ordem): o decadente, o piedoso, o mecanicista inflexível e o funcionalista. Vale relembrá-los.

O decadente, ou perfeccionista da representação, para nossa sorte, encontra-se em vias de extinção (nada a ver com a poluição ambiental, porém com a documental). O acúmulo e a diversidade de registros do conhecimento não mais permitem que qualquer ser catalográfico se perca em minúcias da descrição bibliográfica. Nem mesmo os catálogos mais automatizados e bem feitos do mundo atingem a perfeição.

O piedoso é aquele nosso sobejamente conhecido, cujo texto sagrado são as AACR2 (5). Segundo Gorman: “Há evidências convincentes de que a catalogação seja uma forma de religião para algumas pessoas”. Agora, devido a novas tendências, mudará automaticamente para o código RDA (6), porém continuará a inclinar-se e a genufletir sempre para o norte, em direção à ALA (7) e à Library of Congress dos Estados Unidos da América do Norte (que participa ativamente da elaboração dos códigos para língua inglesa, mas também cria suas próprias regras e interpretações).

O mecanicista inflexível, se algum dia foi um catalogador, hoje freudianamente se projeta como um analista de sistemas. Existe um momento ainda a ser pesquisado na Biblioteconomia (pelo menos na nossa), em que os bibliotecários chegam ao nível mais baixo de auto-estima, considerando-se menores do que os analistas de sistemas, os engenheiros, os economistas, os professores de Letras e Lingüística, os jornalistas, enfim, de que quaisquer uns não bibliotecários. E o catalogador mecanicista inflexível acreditou, tão fanaticamente quanto o piedoso e seu código, que a máquina resolveria todos os problemas e que um novo “sistema de informações”, um novo “software”, um novo “banco de dados” foi, é e será sempre a solução de todos os registros do conhecimento acumulados à espera da fada com sua varinha mágica. Todavia, a fada há muito se desencantou; e a varinha mágica, quiçá transformada em computador mágico, tornou-se a vassoura da bruxa, que leva os seres, os registros do conhecimento e os catálogos a se tornarem perdidos no ciberespaço. Volto já ao tema, objeto central desta reflexão um tanto cáustica e muito angustiada, porém de coração aberto.

O funcionalista do qual falava Gorman, ah! este também não mais existe. Extinguiu-se por falta de espaço no meio biblioteconômico. Resolver problemas, administrar bibliotecas, atender seu usuário da melhor forma possível, buscar novos usuários? Não. Precisamos fazer estatísticas, demonstrar custos-benefícios, desenvolver estudos de usuários (na verdade, estudos de uso de coleções existentes), comprar menos, gastar menos, usar estratégias mercadológicas, atrair “clientes”, gerir “informações” (e até conhecimentos, dizem alguns!), enfim, gerenciar uma biblioteca como se fosse uma empresa lubrificada e lucrativa. Não há lugar para funcionalistas, nem para idealistas. Estes, definitivamente, se não se aposentaram, foram enterrados vivos, menosprezados pelos demais como sendo “apenas bibliotecários”.

Se a isso chegamos a ponto de perdermos nossa identidade, sem sabermos o que somos e a que viemos, alguns grupos de estudos, no Brasil e no exterior, preocupam-se com o tema e, provavelmente, porque educação se faz a longo prazo, esperam-se novas gerações que compreendam a Biblioteconomia em todo seu valor e potencial.

Minha preocupação maior se volta à catalogação, não por ela em si mesma, porque vai relativamente bem e renovada, obrigada; mas por seu papel e pelo que perderemos irreversivelmente a continuarmos no caminho ora trilhado.

Uma digressão necessária: sou bibliotecária e professora de biblioteconomia (precisamente catalogação), agora aposentada, nos últimos trinta anos. Cansei de ser chamada de “referencial teórico”, porque na verdade só escrevi dois textos realmente teóricos na área de catalogação: minha dissertação de mestrado que, graças à pessoa e orientadora maravilhosa Profa. Cordélia Robalinho Cavalcanti, saiu melhor que a encomenda; e algumas (poucas) partes da minha tese de doutorado, das quais gosto particularmente. Da segunda derivaram-se dois artigos teóricos, que acredito serem praticamente desconhecidos. Todos os outros trabalhos se dirigem à graduação, ao ensino de catalogação, sem maiores pretensões. Sinto-me triste quando me citam com relação a esses textos menores, porque significa que não consegui, absolutamente, passar minha mensagem. Ensinei o que pude e pensava, mas não convenci ninguém (exceto uns dois ou três, que não chegam aos cinco dedos de uma das mãos). E, cada vez mais, nisso acredito e disso me apercebo. Agora aposentada, sinto-me livre para os desabafos e para escrever o que penso. (Sempre podem dizer que fiquei “gagá”.)

Primeiro, a guerra entre clãs, semelhante àquelas guerras árabes ao tempo das cruzadas. Fulano pode traduzir o código, Beltrano não pode; Cicrano faz isso ou fez aquilo e assim por diante. Tal pessoa, ao despender seu tempo traduzindo um texto para uso geral, cometeu um lapso “na quarta palavra da terceira linha do vigésimo parágrafo” e, com isso, “a tradução não é digna de confiança”. E vão por aí afora as críticas, as picuinhas, as mediocridades e, em conseqüência, nada avança; seja pela crítica, seja pelo medo de ser criticado. Os clãs nunca se juntam para um objetivo comum. Em resumo, os FRBR estão disponíveis e em uso há dez anos, as ISBDs há mais de trinta e... não existem traduções em português do Brasil. As AACR2 saíram em 1978, constantemente atualizadas, e a tradução brasileira, apenas em 1983-1985. Depois das mudanças de 1988, nossa edição só veio a público em 2004, baseada no texto de 2002. Andamos sempre atrás da carruagem, sem sequer pensar nas necessárias adequações ao contexto brasileiro. Aí vem a segunda guerra: o código precisa ser traduzido e entendido “ipsis litteris” e “ipsis verbis”. Não importa o uso no Brasil, mesmo que fruto de acordos (o Brasil sempre está em apêndice ou nota de rodapé).

Não bastassem as guerras entre os clãs de catalogadores fiéis e piedosos, iniciam-se as sublevações locais: “uso o código, com adaptações”, “uso o código, mas com referências bibliográficas”; “não uso o código, porque não gosto dele”; “não uso o código, porque meu sistema não permite” (como se nos dias de hoje isto fosse admissível); “uso o código, mas com as restrições do meu sistema”; ou a melhor de todas: “não uso o código, porque não atende ao meu usuário”. É preciso dizer que: se seu sistema não permite, exige adaptações, cria restrição, seu sistema é que não serve. Não há essa de adaptações, referências bibliográficas e assemelhados. Apenas quem desconhece o código e todas as outras normas internacionais se permite aquelas assertivas. Se conhecesse, saberia que existe um elenco mínimo de informações para identificação do registro do conhecimento e um elenco mínimo de informações para recuperação por meio de pontos de acesso. Cada um escolhe o tamanho de seu registro. Porém, como em todas as linguagens, inclusive as de automação, existe uma semântica e uma sintaxe. Isso faz lembrar a música de Noel Rosa:

“você que atende ao apito de uma chaminé de barro”, por que não atende ao grito tão aflito da buzina do meu carro?” Pois é, todo mundo atende ao apito de seu micro, com todas as sintaxes exigidas no mais conversacional dos programas; porém, ao grito aflito da sintaxe catalográfica, essas mesmas pessoas nada ouvem e se recusam a atender!

E agora chegamos ao problema maior: a mania, desde a década de 1970 (aliás, acho que isso é moda ainda dos anos 70, como se esses anos nos trouxessem boas lembranças), de cada um desenvolver seu sistema! Pensei que o surto epidêmico tivesse acabado, que as pessoas finalmente percebessem que o melhor sistema é aquele em que se pode cooperar com seus iguais, seja em áreas multidisciplinares, seja em áreas especializadas. Qual o melhor sistema para Medicina? Aquele que permite o diálogo com a BIREME, a OMS, a OPAS, outras bibliotecas/centros de informação latino-americanos na área de saúde e, até, com a National Library of Medicine. Qual o melhor sistema para bibliotecas universitárias? Aquele que permite dialogar, trocar figurinhas (isto é, registros bibliográficos), com o maior número possível de outras bibliotecas universitárias. E para bibliotecas públicas e escolares? O sistema gratuito da Biblioteca Nacional, pelo volume e atualidade dos registros bibliográficos brasileiros da BN. E para as Bibliotecas Nacionais? Os sistemas das próprias Bibliotecas Nacionais. Não há cabimento algum em desenvolver sistemas novos para algo que já existe e está gratuitamente disponível!!!

Não tenho nada contra todos os profissionais bibliotecários empreendedores ganharem rios de dinheiro em consultorias diversas. Consultem à vontade, ganhem muito, valorizem a profissão, organizando acervos com sistemas já existentes. Parece um pouco tarde para reinventar a roda e um pouco cedo para criação de novos paradigmas por quem desconhece a área.

Por favor, queiram ter a gentileza de raciocinar: por que gastar novamente dinheiro público, que já foi gasto, para constituir um novo sistema, certamente imperfeito como o são todos os outros? Por que gastar dinheiro público com recatalogações muitas vezes pessimamente realizadas e intermináveis, se estas já se encontram prontas e disponíveis na internet? Não entendo e não posso avalizar tais idiossincrasias.

E é por tudo isso que não me considero “referencial teórico”. Sou apenas uma bibliotecária velhota aposentada, enquanto todos aqueles que conviveram comigo continuarem a desenvolver e a vender “novos sistemas”. Uma circunstância deprimente.

Para revertê-la, basta uma única iniciativa: COOPERAR. (Bom, na verdade duas: também acalmar as pulsões egotistas). Cooperação, mais do que uma atividade, é um pensamento, uma reflexão, uma atitude. E isso é o que importa, no fim de tudo.


NOTAS


(1) MAALOUF, Amin. As cruzadas vistas pelos árabes. São Paulo: Brasiliense, 2007._


(2) Um dos mais importantes sobre o tema:

Oliveira, Zita Catarina Prates de. O bibliotecário e sua auto-imagem. São Paulo: Pioneira, 1983. 98 p.

Entre os mais recentes, selecionaram-se apenas três sobre a questão da identidade, entre muitos de literatura significativa:

WALTER, Maria Tereza M. T. Bibliotecários no Brasil: representações da profissão. 2008. Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Departamento de Ciência da Informação e Documentação, 2008. Disponível em: . Acesso em: nov. 2008.

SOUZA, Francisco das Chagas de. O ensino de biblioteconomia no Brasil e aspectos de sua dimensão curricular: um exame dos ditos e não ditos na coleção documentos ABEBD. In: ENANCIB, 9., 2008, São Paulo. [Anais]. Disponível em: < >. Acesso em: nov. 2008.

GUIMARAES, J. A. C. (Org.) ; FUJITA, Mariângela Spotti Lopes (Org.) . Ensino e pesquisa em Biblioteconomia no Brasil: a emergencia de um novo olhar. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2008. 264 p.


(3) GORMAN, Michael. Osborn revisited, or, The catalog in crisis; or, Four catalogers, only one of whom shall save us. American Libraries, v. 6, n. 10, Nov. 1975.



(4) OSBORN, Andrew D. The crisis in cataloging. In: CARPENTER, M.; SVENONIUS, E. (eds.). Foundations of cataloging. Littleton: Libraries Unlimited, 1985. p. 92-103.


(5) AACR2: Anglo-American cataloguing rules.


(6) RDA: Resource description and access. Volto ao tema em texto próprio.


(7) ALA: American Library Association. Editora e detentora dos direitos autorais dos códigos anglo-americanos._


____________________

Eliane Serrão Alves Mey (elimey@ufscar.br) - Graduação em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília (1978), mestrado em Ciências da Informação pela Universidade de Brasília (1986) e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1999). Atualmente é professora adjunta aposentada da Universidade Federal de São Carlos. Publicou seis livros, vários artigos em periódicos nacionais e internacional, assim como apresentações em congressos nacionais e internacionais, o último na Índia em dezembro de 2008.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Base de dados pesquisa artigos

Base de dados para pesquisa. Estão cadastrados nesta base 17.400 artigos, da área de Biblioteconomia. site http://www.holmes.feudo.org/index.php

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Unicamp 100% digital

http://libdigi.unicamp.br
Com o total de 30.871 teses e dissertações em sua Biblioteca Digital, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) tornou-se a primeira universidade brasileira a ter 100% dessa produção em formato eletrônico e com acesso livre pela internet.
Desde 2004, quem quiser baixar uma cópia dos trabalhos precisa se cadastrar,
o que tem permitido um controle detalhado dos acessos.
De acordo com o coordenador, há mais de 800 mil usuários cadastrados. O último levantamento apontou quase 24 mil downloads por usuários de 73 países, com destaque para Espanha e Portugal.
O estudo mais acessado, intitulado *O conhecimento matemático e o uso de
jogos na sala de aula*, foi apresentado por Regina Célia Grando na Faculdade
de Educação e teve até o dia 13 de outubro 8.485 downloads e 43.784 visitas.
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/11213/unicamp-100-digital.htm

Slides de aula sobre pesquisa científica

As etapas da pesquisa científica: da intuição à preparação do relatório de pesquisa.

Confira os slides no blog:

http://professorjonathascarvalho.blogspot.com/2009/10/slides-de-aula-sobre-pesquisa.html

terça-feira, 13 de outubro de 2009

BibMargarida: VÍRGULA

BibMargarida: VÍRGULA

VÍRGULA

 Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
 Não, espere.
 Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
 23,4.
 2,34.
Pode criar heróis.
 Isso só, ele resolve.
 Isso só ele resolve.
 Ela pode ser a solução.
 Vamos perder, nada foi resolvido.
 Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
 Não queremos saber.
 Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
 Não tenha clemência!
 Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

  Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER !!!!!!!
  Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM .................... 

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Software para biblioteca

http://www.eci.ufmg.br/guiasoftware/
Ela criou um guia de softwres para bibliotecas e unidades de informação.

Clássicos da literatura ganham trailers gratuitos na internet

http://www.bemparana.com.br/index.php?n=122500&t=classicos-da-literatura-ganham-trailers-gratuitos-nas-versoes-ingles-e-portugues-na-internet
Clássicos da literatura ganham trailers gratuitos na internet
Site LivroClip estreia também coleção de vídeos baseados em obras infantis educativas nos dois idiomas

Biblioteca Pública: limitações e perspectivas dos estudos da comunidade e de usuários

http://professorjonathascarvalho.blogspot.com/2009/09/bibloteca-publica-limitacoes-e.html
Biblioteca Pública: limitações e perspectivas dos estudos da comunidade e de usuários

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

BibMargarida: Primeira pagina dos jornais mundiais

BibMargarida: Primeira pagina dos jornais mundiais

Primeira pagina dos jornais mundiais

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/ 
As primeiras páginas dos jornais de hoje em todo o mundo.
Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes, são jornais de cidades daquele estado ou País, você clica e todos os dias tem a 1ª página de cada jornal.
Ao posicionar sobre a bolinha desejada, ao lado aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização.
E na parte superior da página ampliada está o link para acessar o jornal!!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Banco de provas de concursos para Bibliotecário

Banco de provas de concursos para Bibliotecário
Novas provas de 2009
http://www.biblioconcursos.com.br/provas.html

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

INDEXAÇÃO AUTOMATIZADA DE ARTIGOS DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS: análise da aplicação do software SISA com uso terminologia DeCS na área de Odontologia

http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/2925/3028
INDEXAÇÃO AUTOMATIZADA DE ARTIGOS DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS:análise da aplicação do software SISA com uso da terminologia DeCS na área de Odontologia
A automatização da indexação tem sido tema de discussões entre pesquisadores da área de Ciência da informação, entretanto são pouco esclarecedoras sobre o uso de software
de indexação. Desse modo, verifica-se a necessidade de conhecer os software de indexação, bem como sua aplicação na análise dos conteúdos documentários. Nesse sentido, propôs-se a investigação da consistência na indexação e, da exaustividade e precisão na recuperação da informação mediante análise comparativa entre a indexação automática do Sistema de Indización Semi-Automático (SISA) e a indexação manual do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME). Objetiva-se contribuir para o desenvolvimento teórico da automatização da indexação e aperfeiçoamento do SISA. Para tanto, realizouse a aplicação e a avaliação do SISA mediante os cálculos dos índices de consistência entre os dois tipos de indexação e os cálculos dos índices de exaustividade e precisão na recuperação por meio de buscas em bases de dados (BDSISA e BDBIREME)constituídas por descritores obtidos pelo SISA e pela indexação manual respectivamente. As variações dos termos utilizados
nos artigos científicos em comparação aos que se encontram no DeCS foram os principais fatores dificultadores no alcance de maiores índices de consistência na indexação e refletiu nos índices de exaustividade e precisão na recuperação levando a
necessidade de aperfeiçoar a linguagem documentária utilizada no software SISA e a incorporação de métodos lingüísticos.
Palavras-chaves: Indexação automatizada; Programas de indexação, Sistema de
Indexação Semi-Automático (SISA), Avaliação da indexação.

A APLICAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E GERENCIAMENTO DE COLEÇÕES NA CONSTRUÇÃO DE REPOSITÓRIOS

http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/1010/2136
A APLICAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E GERENCIAMENTO DE COLEÇÕES NA CONSTRUÇÃO DE REPOSITÓRIOS
Consiste em revisão de literatura com o objetivo de traçar um panorama quanto à aplicação de princípios, práticas e metodologias de desenvolvimento e gerenciamento de coleções, utilizados normalmente em bibliotecas, para construção de repositórios, independentemente do seu tipo, visto que há uma carência de estudos nessa área,
tanto no Brasil quanto no exterior. O estudo aborda os repositórios institucionais de maneira ampla, incluindo tanto os provedores de dados quanto os de serviços. Reflete sobre os aspectos pertinentes ao desenvolvimento de coleções, tais como a definição do escopo da coleção, a elaboração e uma política de desenvolvimento de coleções, aspectos relacionados aos direitos e propriedade intelectual, tipos de input e output dos quais deverão derivar os metadados.
Apresenta parâmetros a serem considerados quanto a sustentabilidade e avaliação dos diretórios.
Palavras-chave REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÃO
GESTÃO DE COLEÇÃO

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Bibliotecários na Ficção

http://www.afplweb.com/cms/images/stories/files/Research%20Guides/Librarians_in_Fiction.pdf
compilação realizada pelo bibliotecário Anthony G. MIller da Atlanta-Fulton Public Library (em inglês)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

CENSURA E SELEÇÃO DE MATERIAIS EM BIBLIOTECAS:

http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/1569/1185
CENSURA E SELEÇÃO DE MATERIAIS EM BIBLIOTECAS:
Os bibliotecários brasileiros não possuem tradição de luta contra a censura em bibliotecas, muito embora as mesmas tenham sofrido, tanto no passado como na atualidade, atentados que visavam restringir a liberdade intelectual dos usuários. A luta dos bibliotecários norte-americanos contra a censura e o conhecimento da Library Bill of Rights, estabelecida por eles, pode possibilitar aos bibliotecários brasileiros se organizarem para enfrentar censores e realizar, com maior desenvoltura, a atividade de seleção de material para as bibliotecas. As diferenças entre censura e seleção devem ficar bastante claras ao bibliotecário, pautando-se esta última pelo estabelecimento de uma política bem definida para desenvolvimento do acervo que não permita a interferência de fatores subjetivos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Avaliação de linguagem documentária para bibliotecas escolares

http://www.marilia.unesp.br/Home/Graduacao/Biblioteconomia/TCC/santos-ivone-santiago.pdf
Avaliação de linguagem documentária para bibliotecas escolares
O controle de vocabulário depende da escolha de uma linguagem documentária apropriada ao contexto do ambiente da biblioteca. A lista de cabeçalho é uma linguagem documentária alfabética que apresenta termos pré-coordenados em cabeçalhos de assuntos organizados de acordo com uma ordem de citação, o que favorece, uma rápida compreensão do assunto desejado e precisão de busca.
Esses cabeçalhos são necessários para o controle de vocabulário, para evitar falhas quanto à recuperação dos documentos, impedindo, dessa forma, que ocorram diferentes entradas para um mesmo assunto. Por outro lado, é importante que o vocabulário do catálogo de assunto esteja de acordo com o vocabulário do usuário, necessitando, ser compatibilizado.

CLASSIFICAR LIVROS E FOLHETOS

http://www.tj.rj.gov.br/intrav2/siga/rotina_admin/dgcon/pdf/RAD_DGCON_038.pdf
Estabelecer critérios e procedimentos para classificação de livros e folhetos.

Tipos de Sistema de Indexação

http://www.cid.unb.br/publico/setores/000/80/materiais/2006/1/Aula5_Sistema_pre_e_pos_coordenado.ppt
Outros conceitos relacionados com os cabeçalhos de assunto. Entrada direta: é feita diretamente sob um termo ou termos que corresponda mais de perto ao ...

Cabeçalho de assunto

http://dtcoop.no-ip.com/download/Edwin/Luanda/ENAD%20Manual%20Indexa%C3%A7%C3%A3o%20(2).doc
Indexação é o processo através do qual o assunto de um documento é representado por meio de termos significativos, para que seja possível sua recuperação pelos usuários interessados.

Cabeçalho de assunto

http://www.sbis.org.br/cbis/arquivos/994.pdf
Resumo – O estudo e uso das terminologias vêm se tornando cada vez mais essenciais ao desenvolvimento de diversas áreas de pesquisa, incluindo informática em saúde, ciências da informação, inteligência artificial e lingüística computacional. Terminologias tais como vocabulários controlados, cabeçalhos de assunto e
tesauros são usados como instrumento para indexação, classificação, busca e recuperação de informação,sendo o tesauro o tipo mais sofisticado e utilizado. O MeSH representa um cabeçalho de assunto das ciências da saúde, publicado e mantido pela National Library of Medicine (NLM), EUA, amplamente utilizado para tratamento de informação em saúde e em ferramentas de aplicação da informática em saúde. O objetivo deste trabalho é apresentar um método de conversão do cabeçalho MeSH em um tesauro para otimizar operações complexas efetuadas com o MeSH em pesquisas científicas. Para exemplificar foi utilizada uma pesquisa sobre a epistemologia da informática em saúde, que visa compreender se a informática em saúde
se caracteriza mais como ciência, tecnologia ou uma mistura de ambos, a partir da literatura científica, do uso do MeSH e de métodos e ferramentas computacionais.
Palavras-chave: Informática Médica, Informação em Saúde, Tesauros, Terminologias, Mineração de Textos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SLIDES DE AULA SOBRE CONHECIMENTO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

http://professorjonathascarvalho.blogspot.com/2009/09/slides-de-aula-sobre-conhecimento-e.html
disponibilizamos slides de aula sobre Conhecimento e Ciência da Informação.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Provas de biblioteconomia

http://bibliofocus.blogspot.com/2008/06/provas-de-biblioteconomia-as-provas.html
As provas estão compactadas em formato zip. Para descompactá-las, você precisa de um software (programa) descompactador. Exemplos: Winzip. Brazip, Winrar. O arquivo está protegido por senha, e a mesma é: bibliofocus.

Softwares para bibliotecas.

Neste website, existe uma lista de 26 softwares para bibliotecas.
Para conhecer acesse: http://www.marcosmaurilioribeiro.net/links.visualizar.php?sec=1&area=1&subarea=12

Espero que seja de muita valia!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

BIBLIOTECONOMIA ENVERGONHADA*

http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=264
BIBLIOTECONOMIA ENVERGONHADA*

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Dicas de saúde - Dr Dráuzio Varella

A arte de não adoecer”

Se não quiser adoecer... FALE DE SEUS SENTIMENTOS...
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como : gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos “segredos”, nossos erros... . O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia!

Se não quiser adoecer... TOME DECISÕES...
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer... BUSQUE SOLUÇÕES.
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer... NÃO VIVA DE APARÊNCIAS.
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer ... ACEITE-SE.
A rejeição de si próprio, a ausência de auto – estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer... CONFIE.
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer... NÃO VIVA SEMPRE TRISTE.
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor” .

Alegria é saúde e terapia!
Dráuzio Varella

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS DA UFMG COM O CATÁLOGO ONLINE DO SISTEMA PERGAMUM

http://www.pergamum.pucpr.br/redepergamum/trabs/2008_03.pdf
A INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS DA UFMG COM O CATÁLOGO ONLINE DO SISTEMA PERGAMUM
Os catálogos online, também conhecidos como Online Public Acess Catalogue, mudaram a rotina dos usuários de bibliotecas, possibilitando a utilização de diversos recursos por vários usuários ao mesmo tempo, sem limite de espaço. Conhecer a interação dos usuários de bibliotecas universitárias com o catálogo do Pergamum, entre outros motivos, torna-se necessário, quando se considera que a maior parte dos estudos são realizados no âmbito de usuários internos, bibliotecários e funcionários que utilizam o sistema. A pesquisa analisa a interação dos usuários de oito bibliotecas pertencentes ao Sistema de bibliotecas da UFMG com o catálogo online do Sistema Pergamum – Sistema Integrado de Bibliotecas – utilizado por diversas instituições universitárias no Brasil; identifica os recursos e as pesquisas disponíveis no catálogo que os usuários efetivamente utilizam, apresenta um perfil de usuário do catálogo online da UFMG; verifica se o sistema possui alguns quesitos de usabilidade
listados na literatura e compara as diferenças e semelhanças dos resultados encontrados com usuários de diversas áreas de conhecimento. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter descritivo, que utilizou a técnica da entrevista individual e do incidente crítico para avaliar o uso do catálogo na perspectiva do usuário final. Em síntese, o que se conclui é que os usuários gostam do catálogo do Pergamum, apesar de não utilizarem muitos dos recursos disponíveis no sistema. O perfil do usuário entrevistado mostrou que os usuários de catálogo são dinâmicos e primam pela eficiência e rapidez. O browsing nas estantes é muito comum por parte dos usuários, que apresentam muita insegurança com o uso do catálogo no que tange à busca por assunto. Entre os quesitos de usabilidade analisados, constatou-se que o sistema é
considerado satisfatório, além de fácil aprendizagem e memorização por grande parte dos usuários. A área de conhecimento determinou diferenças consideráveis entre os usuários, além de particularidades específicas de algumas áreas. Foram ressaltadas algumas críticas e sugestões ao sistema Pergamum, almejando o aperfeiçoamento deste sistema de recuperação da informação.
PALAVRAS-CHAVE:Interação homem-máquina – Catálogo online – Usuário final – Pergamum –
Estudos de Usuário

MARC, MARCXML E FRBR: relações encontradas na literatura

MARC, MARCXML E FRBR: relações encontradas na literatura
http://www.pergamum.pucpr.br/redepergamum/trabs/2008_01.pdf
RESUMO O artigo comenta o formato MARC e sua evolução ao longo dos anos. Apresenta brevemente a linguagem XML, com o intuito de subsidiar a apresentação das idéias encontradas na literatura acerca do MARCXML. Considerando a esperada correspondência entre os elementos do modelo FRBR - Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos e o formato, explora, por meio da revisão da literatura recente, as discussões encontradas sobre as relações entre o modelo conceitual e o formato de intercâmbio bibliográfico.
Palavras-chave REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS
REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA CATALOGAÇÃO FORMATO MARC

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

SANTOS, Marcos Hercules dos. Desenvolvimento de coleções: uma proposta de automação à atividade de Avaliação de coleções em bibliotecas universitárias

SANTOS, Marcos Hercules dos. Desenvolvimento de coleções: uma proposta de automação à atividade de Avaliação de coleções em bibliotecas universitárias
http://www.inf.ufes.br/~elias/marcos/TCCmarcos.xml
Demonstrar a aplicabilidade do padrão de metadados XML, a partir das sugestões bibliográficas contidas nos programas de disciplinas dos cursos de uma IES , de forma que possibilite subsidiar o desenvolvimento de coleções de uma biblioteca universitária.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tecnologias e ferramentas gratuitas da Internet e sua aplicação aos programas de aprimoramento profissional à distância de equipes em bibliotecas

http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/view/106/122
Tecnologias e ferramentas gratuitas da Internet e sua aplicação aos programas de aprimoramento profissional à distância de equipes em bibliotecas universitárias
Monica Alves Moreira Bucci, Patrícia da Silva Meneghel

Resumo: Para que os programas de aprimoramento profissional, que utilizam a
metodologia a distância, transmitam de forma eficiente e eficaz o seu conteúdo, faz-se necessário utilizar tecnologias e ferramentas apropriadas que otimizem o processo de aprendizagem. Em educação à distância, tecnologias são consideradas recursos que
propiciam a comunicação humana, a transmissão de informações, a geração e a
disseminação de conhecimentos, como forma de facilitar o processo de aprendizado e
estimular a colaboração e interação entre os envolvidos. A realização desse trabalho
envolveu uma pesquisa para identificar tecnologias e ferramentas gratuitas da Internet, que pudessem ser utilizadas em um programa de aprimoramento profissional,
especialmente para equipes de bibliotecas universitárias. Entre as tecnologias
identificadas, destacam-se: Moodle, TelEduc, AulaNet e e-ProInfo. Dentre as
ferramentas, salientamos: Voki, ISSUU, You Tube, Flickr e Stripcreator. O
planejamento de programas de aprimoramento profissional deve ser meta permanente,
pois contribui para capacitar as equipes no processo contínuo de transformação de
bibliotecas em um ambiente de aprendizagem e construção do conhecimento. A seleção
de tecnologias e ferramentas, assim como a maneira adequada de utilizá-las é que irão
garantir o sucesso desses programas, especialmente no que diz respeito ao foco desse
artigo - aprimoramento para equipes de bibliotecas universitárias.
Palavras-chaves: Educação a distância. Tecnologias e ferramentas. Capacitação de

DIRETRIZES PARA CURSOS A DISTÂNCIA DE CAPACITAÇÃO DE USUÁRIOS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/view/105/145
Maria Helena Souza Ronchesel
Leandro Kingeski Pacheco
Resumo: Diante dos avanços tecnológicos, para que os cursos de capacitação de
usuários de bibliotecas universitárias atinjam seus objetivos, faz-se necessário que as
diretrizes sejam estabelecidas com clareza. A educação a distância surge como uma
oportunidade de otimização desse serviço oferecido pelas bibliotecas apresentando
referenciais de qualidade que compreendam aspectos pedagógicos, recursos humanos e
infra-estrutura. Para atender as novas exigências na busca por informações, o conteúdo
de um curso a distância para capacitação de usuários de bibliotecas universitárias deve
ser composto de informações básicas sobre: a biblioteca; a pesquisa científica; as buscas
bibliográficas; a leitura, a análise e a interpretação de textos científicos; o projeto de
pesquisa; a elaboração e a redação de trabalhos científicos; os mecanismos e meios de
divulgação de trabalhos científicos. Este trabalho pretende apresentar diretrizes
informacionais que nortearão a proposta de organização de conteúdo e desenvolvimento
do curso, subsidiando a elaboração de materiais didáticos, de comunicação e de
avaliação, bem como o trabalho da equipe envolvida.
Palavras-chaves: Bibliotecas universitárias. Educação à distância. Capacitação de
usuários.

A INTERAÇÃO DE USUÁRIOS COM O CATÁLOGO ONLINE

http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/view/104/144
Carla Cristina Vieira de Oliveira
Resumo: Os catálogos on-line, também conhecidos como Online Public Acess
Catalogue, mudaram a rotina dos usuários de bibliotecas, possibilitando a utilização de
diversos recursos por vários usuários ao mesmo tempo, sem limite de espaço. Essa
pesquisa analisa a interação dos usuários de oito bibliotecas pertencentes ao Sistema de
Bibliotecas da UFMG com o catálogo on-line do Sistema Pergamum – Sistema
Integrado de Bibliotecas. Identifica os recursos e as pesquisas disponíveis no catálogo
que os usuários efetivamente utilizam, apresenta um perfil de usuário do catálogo online
da UFMG; verifica se o sistema possui alguns quesitos de usabilidade listados na
literatura e compara as diferenças e semelhanças dos resultados encontrados com
usuários de diversas áreas de conhecimento. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de
caráter descritivo e utilizou-se a técnica da entrevista individual e do incidente crítico
para avaliar o uso do catálogo na perspectiva do usuário final.
Palavras-chave: Catálogo On-line. Usabilidade. Pergamum. Estudos de Usuário.

Notícia sobre o Pergamum

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/tecnologia/conteudo.phtml?id=917536
O Pergamum, sistema criado inicialmente para administrar a biblioteca da Pontifícia Universi­dade Católica do Paraná (PUCPR) e hoje transformado em uma plataforma de consulta a acervos de todo o país, está prestes a dar um grande passo. Atualmente, a base de dados do sistema abrange 2,5 milhões de títulos, distribuídos por 260 instituições. Até o fim do ano, no entanto, o acervo total deve chegar a 10 milhões de obras – o suficiente para transformá-lo no maior do país.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mais ferramentas de Catalogação

á olharam estes links?
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=RDA,+FRBR,+FRAD,+AACR2&meta=

e no http://delicious.com/ pesquisem pelos mesmo termos (não esqueçam de aplicar os filtros).

Novas ferramentas de catalogação

http://gecaonline.blogspot.com/
Novas ferramentas de catalogação
Tem um grupo de pesquisa na UNESP - Novas Tecnologias de Informação -  onde estudamos de forma específica as questões e mudanças da catalogação.
Estou encaminhando alguns links que acredito que possam lhe ajudar: http://gecaonline.blogspot.com/
http://gepcat.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

MARC, MARCXML E FRBR: relações encontradas na literatura

http://www.pergamum.pucpr.br/redepergamum/trabs/2008_01.pdf
RESUMO O artigo comenta o formato MARC e sua evolução ao longo
dos anos. Apresenta brevemente a linguagem XML, com o
intuito de subsidiar a apresentação das idéias encontradas na
literatura acerca do MARCXML. Considerando a esperada
correspondência entre os elementos do modelo FRBR -
Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos e o formato,
explora, por meio da revisão da literatura recente, as discussões
encontradas sobre as relações entre o modelo conceitual e o
formato de intercâmbio bibliográfico.
Palavras-chave REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS

O Admirável Mundo Novo do FRBR

http://www.imeicc5.com/download/portuguese/Presentations2c_BraveNewFRBRWorld(PR)_Port.pdf
um modelo desenvolvido pela IFLA
O FRBR é resultado de um estudo sobre os requisitos funcionais para registros bibliográficos empreendido
de 1992 a 1997 por um grupo de especialistas e consultores encomendado pela IFLA. O objetivo do estudo
“era produzir uma estrutura (framework) que proporcionasse uma compreensão clara, definida com
precisão e comumente compartilhada de como o registro bibliográfico pode proporcionar informação sobre
o que se espera que o registro possa arquivar em termos de resposta às necessidades do usuário.”

FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA

FRBR MODELANDO A CATALOGAÇÃO SEM ANOROXIA
http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=278

Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições

http://www.febab.org.br/
Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições
O espaço do bibliotecário brasileiro.
"COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO PARA BIBLIOTECÁRIOS" Elisabeth Adriana Dudziak
Hoje, mais do que nunca, os profissionais da informação (como o bibliotecário, o analista de informações e o documentalista), necessitam ser competentes em informação. Isto significa ser um expert no domínio de habilidades, conhecimentos e atitudes que capacitam o indivíduo a lidar com a totalidade do ciclo informacional. Além disso, cabe ao profissional da informação promover meios e implementar ações educacionais que tornem crianças, adolescentes e adultos competentes em informação.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Filme Palestra Sophia

Estrategia didáctica para desarrollar la habilidad evaluar información en la carrera de Bibliotecología y Ciencia de la Información

http://eprints.rclis.org/12623/
Estrategia didáctica para desarrollar la habilidad evaluar información en la carrera de Bibliotecología y Ciencia de la Información
Análise do impacto dos requisitos funcionais para registros bibliográficos (FRBR) nos pontos de acesso de responsabilidade pessoal ...

Análise do Padrão Brasileiro de Metadados de Teses e

Análise do Padrão Brasileiro de Metadados de Teses e

Catalogação do Futuro: FRBR & RDA - Catalogação Midia digital

Catalogação do Futuro: FRBR & RDA - Catalogação Midia digital

Catalogação descritiva no século XXI:

http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/correa_rmr_me_mar.pdf
Catalogação descritiva no século XXI:

A informação é essencial neste limiar do Século XXI, assim como sua transmissão.
A catalogação descritiva, como área da Biblioteconomia responsável por transmitir
as informações contidas em acervos de qualquer natureza, por meio da construção
de formas de representação, deve acompanhar a evolução das necessidades dos
usuários. Esta constatação preocupa especialistas da área. A padronização, na
representação das informações e documentos é imprescindível e também o objeto
de trabalho da catalogação descritiva como forma de garantia do intercâmbio de
registros bibliográficos. A preocupação cresce com a rapidez com que as
informações são geradas e disponibilizadas em diferentes formas. Este trabalho
propõe-se a analisar o estado da arte do esquema Resource Description and Access
(RDA) elaborado pela International Federation of Libraries Associations (IFLA), para
uso de catalogadores e bases de dados bibliográficos. A análise baseia-se em
pesquisas bibliográficas on-line. A evolução da catalogação e seus códigos de
regras; a influência das tecnologias nos meios de comunicação, especificamente na
troca de informações bibliográficas; a compatibilidade de conceitos visando a
comunicação eficiente entre máquina, catalogador e informações codificadas para
atendimento dos usuários foram utilizadas para a construção da parte histórica do
trabalho. O estudo do RDA foi elaborado reunindo-se as necessidades
informacionais, a catalogação descritiva e o novo esquema para compreender sua
abrangência e a sua possível aceitação internacional, como uma forma de
possibilitar o controle bibliográfico e ampliar o acesso e uso das informações
disponíveis nos mais diversos ambientes informacionais. O RDA, por ser um
esquema em fase de elaboração somente pode ser analisado do ponto de vista
teórico. Nossa análise verificou que o RDA é um esquema eficaz, por aliar a teoria à
prática. A base teórica serve de apoio para a tomada de decisões para a
catalogação descritiva. As considerações finais nos conduzem ao aceite do RDA,
desde que eficazmente gerido pelas Instituições que detêm seu domínio. Sua
publicação está prevista para 2009, quando poderemos realmente saber as
dimensões de sua aplicação e aceite.
Palavras-chave: Catalogação descritiva; RDA; Princípios de Paris; Códigos de
catalogação

PANORAMA DA CATALOGAÇÃO NO BRASIL:

http://cdij.pgr.mpf.gov.br/noticias/palestra_cbbd/RE_A1.pdf
PANORAMA DA CATALOGAÇÃO NO BRASIL:
da década de 1930 aos primeiros anos do Século XXI
Fernando Modesto1

FRBR – REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS

http://www.sbu.unicamp.br/snbu2008/anais/site/pdfs/3269.pdf
FRBR – REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS: primeiro estudo investigativo da USP
Os FRBR se apresentam como uma nova filosofia na descrição dos objetos de
informação. Como tema recente no cenário biblioteconômico brasileiro, um grupo
de projetos do SIBi-USP propôs um estudo investigativo dos aspectos teórico e
prático sobre o tema. O método contemplou a pesquisa documental e o
levantamento de experiências. Os resultados indicam que a literatura em
Português ainda é incipiente, sendo a compreensão do tema dependente da
literatura inglesa. As vantagens da prática do modelo FRBR parecem ser a forma
de exibição das informações ao usuário e a facilidade na catalogação dos
registros. Não há relato da prática no Brasil; como conseqüência, não há
pesquisas de satisfação de usuários dos FRBR.
Palavras-chave: FRBR. Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos.

O MODELO CONCEITUAL FRBR: DISCUSSÕES RECENTES E UM OLHAR

O MODELO CONCEITUAL FRBR: DISCUSSÕES RECENTES E UM OLHAR SOBRE AS TAREFAS DO USUÁRIO1
THE CONCEPTUAL MODEL FRBR: RECENT DEBATES AND A LOOK INTO USER
Este trabalho apresenta sucintamente o modelo Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR), para então apontar seus desdobramentos, isto é, os modelos que derivaram do original, alguns padrões que foram afetados após a sua publicação, trazendo algumas discussões atuais sobre estas questões. Em seguida, detalham-se as tarefas do usuário do modelo FRBR e outras idéias encontradas na literatura, bem como as tarefas do modelo Functional Requirements for Authority Data (FRAD). Concluindo, são apresentados comentários finais sobre o modelo FRBR e as tarefas do usuário.
Palavras-chave: Representação descritiva. FRBR. FRAD. Catálogos. Tarefas do usuário.

Análise do impacto dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR) nos pontos de acesso de responsabilidade pessoal

http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/31934489.html
As alterações na forma de produção do conhecimento e o grande volume de documentos pressionaram e estimularam mudanças na catalogação. Nesse contexto, foi publicado em 1998 um modelo teórico para a catalogação conhecido como Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR . Functional Requirements for Bibliographic Records). Em geral, os códigos de catalogação são divididos em duas partes: uma destinada à descrição e outra aos pontos de acesso. Este estudo teve como objetivo analisar os procedimentos para a escolha dos pontos de acesso de responsabilidade pessoal do registro bibliográfico, relacionando-os com os conceitos apresentados nos FRBR. Caracterizada como uma pesquisa teórica, a investigação recorreu à abordagem dedutiva para analisar as regras e os princípios aceitos internacionalmente utilizados na escolha dos pontos de acesso. A pesquisa também possui uma parte empírica para coletar dados factuais sobre a aplicação de regras de catalogação e comparar os registros com e sem a base dos FRBR. Como resultado, observou-se que as regras da catalogação ainda se direcionam aos catálogos impressos. No entanto, os conceitos apresentados pelos FRBR se relacionam aos catálogos automatizados. Os FRBR ampliam as dimensões das responsabilidades sobre o conteúdo de uma obra e expressão, traduzindo as alterações sociais para as possibilidades de representação da informação nos registros bibliográficos. Com os FRBR as regras devem ser estipuladas para facilitar as atividades dos usuários. Isto implica na revisão das regras de catalogação, especialmente as relacionadas à escolha dos pontos de acesso. Assim, o bibliotecário empenhará mais esforços para determinar quais serão os pontos de acesso necessários aos seus usuários. Dentre os inúmeros impactos provocados pelos FRBR, talvez, os de maior destaque sejam a retomada das discussões sobre a catalogação em nível teórico e o realce da importância do trabalho intelectual dos profissionais.

Análise do impacto dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR) nos pontos de acesso de responsabilidade pessoal

Análise do impacto dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (FRBR) nos pontos de acesso de responsabilidade pessoal
http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=343

Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos

http://www.loc.gov/catdir/cpso/o-que-e-frbr.pdf
Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos
TAREFAS DE USUÁRIOS
Quais seriam as tarefas de usuários dos FRBR?
De forma sucinta, seriam: encontrar, identificar, selecionar e obter.
‘Encontrar’
envolve o atendimento de algum critério de busca de um usuário
através de um atributo ou um relacionamento de uma entidade. Isto pode ser visto como a combinação dos objetivos tradicionais dos catálogos "encontrar" e “arranjar”.
‘Identificar’ permite a um usuário confirmar se encontrou aquilo que
procurava, distinguindo entre recursos similares.
‘Selecionar’ envolve o atendimento das especificações do usuário quanto ao conteúdo, formato físico, etc. ou
à rejeição de uma entidade que não atende às necessidades do usuário.
‘Obter’
permite a um usuário adquirir uma entidade através da compra, empréstimo, etc., ou
através do acesso eletrônico remoto.

FRBR Requisitos Funcionais para Registros

http://www.stf.jus.br/arquivo/sijed/06.pdf
FRBR Requisitos Funcionais para Registros
Os Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos são um modelo conceitualque reestrutura os registros bibliográficos, reorganizando os elementos através da análise de entidades, atributos e relacionamentos.
Entidades
10 entidades, divididas em 3 grupos
Grupo 1 –entidades que são produto de trabalho intelectual ou artístico

Grupo 2 –entidades que são responsáveis pelo conteúdo intelectual, guarda ou disseminação das entidades do primeiro grupo

Grupo 3 –entidades que são ou podem ser assunto das entidades.

Entidades e relações bibliográficas primárias
OBRA
Expressão
Manifestação
Item

Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos - FRBR: um estudo no catálogo da Rede Bibliodata

http://eprints.rclis.org/6330/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O_FERNANDA_MORENO_-_UnB.pdf
Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos - FRBR: um estudo no catálogo da Rede Bibliodata
No contexto da área de estudos da Biblioteconomia e Ciência da Informação, a Representação Descritiva apresenta uma série de encontros de especialistas na tentativa de estabelecer padrões para a descrição bibliográfica. Surgido a partir de um destes encontros internacionais, os FRBR - Functional Requirements for Bibliographic Records (Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos), publicados pela International Federation of Library Association and Institutions (Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias) em 1998, apresentam uma releitura dos registros bibliográficos, reorganizando seus elementos e apresentando os conceitos de entidades, atributos e relacionamentos. O presente estudo visou perceber os reflexos do modelo FRBR em um catálogo eletrônico, on-line, de cobertura nacional, através do exame dos registros bibliográficos no formato MAchine Readable Cataloging – MARC, buscando sistematizar os relacionamentos entre os elementos. Por meio da análise de literatura pertinente e das características consideradas como potenciais para realizar o estudo, foram selecionados registros a partir do Catálogo Coletivo da Rede Bibliodata, caracterizando um estudo de caso. Para ilustrar o reflexo do modelo nos registros, foi utilizada a ferramenta conversora FRBR Display Tool, da Library of Congress (LC), além de ferramentas auxiliares quando necessário. Complementando o estudo, houve um retorno à literatura para atingir o objetivo de sistematizar os relacionamentos, dado o relativo insucesso da ferramenta neste aspecto. As etapas analíticas englobam os registros da amostra, notadamente descritiva, e dos registros convertidos no documento que contém os registros modelados. Nesta fase, na impossibilidade de discutir todos os casos encontrados, elegeu-se casos típicos para cada tipo de entidade proposta nos FRBR. Os resultados encontrados apontam para a necessidade de normalização de registros e sugere-se o uso de campos MARC de ligação para uma possível melhor visualização do potencial do modelo. A ausência de discussões a respeito do uso de modelos e padrões internacionais é considerada como problema em potencial e indicam-se caminhos de pesquisas futuras passíveis de realização,como contribuição para a construção do corpus teórico da área.
PALAVRAS-CHAVE: registro bibliográfico; descrição bibliográfica; FRBR; IFLA.

REQUISITOS FUNCIONAIS PARA REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS - FRBR

http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=42


Requisitos funcionais para registros bibliográficos - FRBR: uma apresentação
Functional requirements for bibliographic records – FRBR: an introduction
p. 20-38


Fernanda Passini Moreno, CID, UnB - Universidade de Brasília
Miguel Ángel Márdero Arellano, CID, UnB - Universidade de Brasília



Resumo

A área de estudos da biblioteconomia, denominada representação descritiva, ou catalogação, tem um histórico de encontros de peritos para estabelecimento de padrões de descrição de documentos, no que tange às regras e formatos. Passados quarenta anos da Declaração dos Princípios de Paris, em 1961, teve início um re-exame de práticas normas de catalogação, sob a responsabilidade de um grupo de estudos da Seção de Catalogação, Classificação e Indexação da IFLA-Internacional Federation Library Associations and Institutions – Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias, materializado no relatório final: FRBR – Functional requirements for bibliographic records: final report, FRBR - Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos. Representando um avanço significativo na área de representação bibliográfica, publicado em 1998, apresenta conceitos e definições de entidades, relacionamentos e atributos, lançando um novo olhar sobre o objeto bibliográfico, centrado no usuário e suas ações. O modelo tornou-se objeto de teses, dissertações, grupos de estudos permanentes, tema de seminários e projetos de pesquisa, em nível internacional. Ao propor relacionamentos de diversas naturezas, os FRBR propõem o agrupamento de entidades com semelhanças, oferecendo um maior número de opções ao usuário que busca informações nos registros bibliográficos. Apesar de ser amplamente discutido, possuindo projetos de pesquisa para implementação do modelo em softwares bibliográficos, no exterior, no Brasil não existem registros de discussão a respeito. Este trabalho apresenta o modelo e algumas considerações como o início de um debate sobre o tema, que revela o futuro da descrição bibliográfica no cenário mundial e a criação do Código de Catalogação Internacional.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

A biblioteca escolar brasileira no sistema educacional

http://www.eci.ufmg.br/gebe/downloads/317.pdf
Grandes são os desafios postos à educação num mundo cada vez mais inserido na sociedade da informação. Desafios que são estendidos à biblioteca escolar, uma vez que a mesma é fundamental dentro do sistema educacional. O presente trabalho objetiva delinear diretrizes para as bibliotecas escolares brasileiras, a fim de obter maior participação no sistema educacional. As diretrizes apresentadas foram canalizadas para planejamento, recursos humanos, acervo, atividades educativas e culturais e área.

terça-feira, 14 de julho de 2009

RENOVAÇÃO DE NOSSO CONTRATO DE AMIZADE

Nunca desvalorize ninguém
Guarde cada pessoa perto do seu coração
Porque um dia você pode acordar
E perceber que você perdeu um diamante
Enquanto você estava muito ocupado colecionando pedras.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Bibliotecas mais cultura

Bibliotecas Mais Cultura

O governo federal irá zerar o número de municípios sem bibliotecas este ano. De acordo com o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, 661 municípios ainda não têm esses equipamentos. Se sua cidade não estiver nesta relação e não possuir biblioteca pública municipal, informe aqui. A cultura é um direito de todo o cidadão!

Fonte: http://mais.cultura.gov.br/2009/04/14/cada-cidade-uma-biblioteca/
Acesso em: 04 jul 2009

Filmes

Sugestões: análises do Planeta Educação
http://www.planetaeducacao.com.br/novo/coluna.asp?coluna=2

Maior Tesauro do Mundo

O Tesauro CAB o maior do mundo relacionado a ciências esta disponibilizado online em 
http://www.cabi.org/cabthesaurus/.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Reinventar a Biblioteconomia?

http://doraexlibris.wordpress.com/2009/06/29/reinventar-a-biblioteconomia-mas-sera/

segunda-feira, 29 de junho de 2009

FESTA LÁ E M CASA


Meninas e meninos, estou programando uma festa lá em casa.
Espero vocês, porque alguns meninos ja confirmaram.

Muito lindo de se ver

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Haddad lança o MECDaisy

http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3841981-EI8266,00-Livro+digital+falado+nao+vai+substituir+braille+diz+Haddad.html
Livro digital falado não vai substituir braille, diz Haddad 
Ao participar da cerimônia de lançamento do software Mecdaisy ferramenta que possibilita a produção de livros digitais falados para deficientes visuais o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que o objetivo não é substituir o braille. 

Biblioteca Digital Mundial

http://www.wdl.org/pt/
Foi lançada, em 21 abril de 2009, no Brasil a "Biblioteca Digital Mundial" patrocinada pela UNESCO que disponibiliza textos e imagens do mundo todo em PORTUGUÊS, permitindo pesquisa por "Lugares, Período, Tópico, Tipo de Item, Instituição."

Veja e salve em 'Favoritos' essa inestimável ferramenta cultural clicando em... http://www.wdl.org/pt/

 Pode confiar no link.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Organização da informação ou organização do conhecimento[...]

Organização da informação ou organização do conhecimento[...]
http://inclusaoecognicao.wordpress.com/2009/04/01/organizacao_informacao_conhecimento/

Organização do Conhecimento e Representação da Informação

Organização do Conhecimento e Representação da Informação
http://www.portalppgci.marilia.unesp.br/enancib/viewpaper.php?id=274

PRECE POR UM NOVO DIA

PRECE POR UM NOVO DIA

 Senhor, vejo com alegria no horizonte o sol a derramar-se sobre a Terra, anunciando o raiar de um novo dia...
A natureza quieta aos poucos desperta para a vida e eu também me preparo para enfrentar mais um dia de rotina.
Respiro fundo o ar impregnado de perfumes balsâmicos da noite que se finda, e meus pulmões levam ao meu corpo energias alegres e revigorantes, dotando-me o organismo de força e disposição.
Alongo-me brevemente, permitindo que meu carro físico desperte com suavidade, qual máquina preciosa que inicia seu trabalho ao toque manso e inteligente do condutor, para que funcione com precisão durante o correr do dia.
Agora, Jesus amado, que estou desperto e disposto, quero elevar à Ti, antes de mais nada, o meu coração repleto de amor e reconhecimento pela nova oportunidade que me dás hoje, a de despertar no mundo para prosseguir na tarefa que cabe desempenhar e para a qual eu rogo a tua bênção e a tua proteção!
Devo a Ti o calor que me mantêm a vida e por ele eu te agradeço... Devo a Ti o dia, as pessoas, a família, os amigos e o trabalho que me sustenta e enobrece; devo a Ti todas as oportunidades de crescimento e sucesso e por tudo isso eu te agradeço!
Que a tua bênção mantenha ao largo qualquer dificuldade que hoje por ventura possa me assaltar, situando-me sempre na estrada da amizade, do respeito, da misericórdia e da compreensão!
Permita que os bons Espíritos (Anjo da Guarda) estejam comigo no correr das horas, para que minha presença irradie interruptamente bem estar e confiança, e para que eu possa cumprir minhas obrigações com jovialidade e competência.
Abençoa meus familiares, a todos eles, encarnados e desencarnados, próximos ou não; abençoa meus vizinhos, que são quase parentela e aos quais devo bondade e consideração; abençoa os meus amigos, estejam onde estiverem; abençoa meus colegas de trabalho, meus chefes e meus subalternos e abençoa também aos meus inimigos ou adversários, pedindo desculpas de antemão por qualquer gesto meu que possa ter desencadeado a antipatia que hoje impede nossa amizade ou a convivência mais fraterna...
Derrama sobre todos nós, Senhor, a Tua imensa misericórdia, para que unidos numa mesma doce vibração, iniciemos este novo dia com otimismo, esperança, alegria e fé!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Biblioteca Municipal de Aveiro

http://catalogo.cm-aveiro.pt/ipac20/ipac.jsp?session=12409V9C0H843.3286
Muito boa para pesquisa

terça-feira, 16 de junho de 2009

Bibliotecários sem fronteiras

http://bsf.org.br/2009/05/01/bibliotecarios-no-twitter/

segunda-feira, 15 de junho de 2009

DIVULGAÇÃO DO BLOG

http://professorjonathascarvalho.blogspot.com/

VÍDEO DE PALESTRA SOBRE PESQUISA E O USO DA INFORMAÇÃO
http://professorjonathascarvalho.blogspot.com/2009/06/palestra-sobre-pesquisa-cientifica-e-o.html 
 

Feliz aniversário

Desculpe o atraso...
Mas não me esqueci de você!!!

Gostaria de poder dar todos os presentes do mundo, não presentes caros,
que o dinheiro compra...
Presentes que devem estar presentes no seu dia-a-dia...
Aqueles que até quem nada tem pode dar...
FELICIDADE, AMOR, SAÚDE, PAZ!
São estes os presentes que lhe desejo...
Tentei colocá-los em uma grande caixa, embrulhada com um papel bonito
e amarrada com uma linda fita de cetim...

Mas estes presentes não caberiam em nenhuma caixa do mundo, por maior que fosse ela...
Compreendi logo o motivo: eles estão presentes num abraço, em uma palavra amiga...
E por ter chegado um pouco atrasada essa mensagem, deixo-lhe o dobro de abraços...

Feliz aniversário

Olá Margarida,

Hoje é um dia especial! Comece a sorrir mais cedo. Pense em coisas boas. Alimente seus sonhos. Escute uma música legal e dance, mesmo que sozinho. Valorize as pessoas próximas a você. Perca o controle. Grite. Espalhe alegria.

Lembre-se que você é um privilegiado. Nem todos têm as mesmas oportunidades. Agradeça. As coisas mais importantes são aquelas que você não pode ver.
Que tal começar hoje aquela mudança em sua vida que você vem adiando? Não espere para ser feliz. Não adianta tentar fugir de seus problemas. Ninguém consegue. Esqueça deles por um dia. Depois aprenda o que tiver que aprender e os enfrente. Não se deixe abater. Acredite. Tenha energia. O mundo começará a mudar quando você mudar. Viver vale a pena.
no fundo, desejamos a você mais um ano com muita saúde, paz e amor. Sinceros parabéns. Feliz aniversário.

Capes e Elsevier oferecem acesso livre a artigos

Capes e Elsevier oferecem acesso livre a artigos
O Portal de Periódicos pode ser acessado no site.
http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp

quarta-feira, 3 de junho de 2009

SITES DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS

http://www.sibi.ufrj.br/snbu/snbu2002/oralpdf/131.a.pdf

http://www.sibi.ufrj.br/snbu/snbu2002/oralpdf/131.a.pdf>


http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/download/7195/6642

terça-feira, 2 de junho de 2009

Trocando Livros - Site de troca de livros

A Estante Virtual também tem um serviço interessante.

http://www.estantevirtual.com.br/

Trocando Livros - Site de troca de livros

http://www.trocandolivros.com.br/
Trocando Livros - Site de troca de livros

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Artigo ERA-Revista da Administração

http://www.rae.com.br/artigos/488.pdf

Vídeo_motivação

http://www.youtube.com/watch?v=pFs5vWxW-vc

Bibliotecas muito, mas muito linnnnnnnnndas

http://curiousexpeditions.org/2007/09/a_librophiliacs_love_letter_1.html.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O Gnuteca e o OpenBiblio: avaliação de softwares livres para a automação de bibliotecas

AUTORES
Antonio Marcos Amorim - Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São
Paulo; Bibliotecário do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil;
Gerente de Tecnologia da Biblioteca Virtual de Psicologia – BVS-Psi.
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Av. Prof. Mello Moraes, 1721 – Cidade Universitária
CEP 05508-030 – São Paulo – SP – Brasil.
Tel. / Fax: 11 3091-4392
E-mail: amarcos@usp.br
Edilson Damasio - Mestre em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Pontifícia
Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas; Bibliotecário da Universidade Estadual
de Maringá; Bibliotecário do Centro de Ensino Superior do Paraná - CESPAR, Maringá, Brasil.
Universidade Estadual de Maringá - UEM
Avenida Colombo, 5790 – Biblioteca Central
CEP 87020-900 – Maringá – PR – Brasil.
Universidade Estadual de Maringá - PR
Tel. : 44 3261-4468
E-mail: edamasio@uem.br
Eixo Temático SNBU: O impacto das tecnologias eletrônicas e sua mediação
RESUMO
Partindo da necessidade de usuários de bibliotecas universitárias, atualmente trabalhando em plataformas cada vez mais digitais e disponíveis na Internet, os softwares livres têm versões buscando responder adequadamente a estas demandas, barateando custos gerais de implantação e customização de software. O presente artigo visa realizar a avaliação comparativa entre dois softwares livres: o OpenBiblio e o Gnuteca, dentre outros disponíveis no mercado brasileiro de softwares para bibliotecas universitárias enquanto sistemas de automação completos. Foi feita uma revisão da literatura nacional e internacional, tendo como metodologia a seleção de itens considerados importantes nesta tarefa. A escolha de um software (seja de código livre ou proprietário) que trabalhe como sistemas automatizados cobrindo todas as suas funções de bibliotecas universitárias, requer considerarmos aspectos
como tamanho de acervos, estratégias de crescimento, recursos humanos e financeiros e, sobretudo, as demandas de seus usuários variando muito de biblioteca para biblioteca

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC

PREPARANDO SUA BIBLIOTECA PARA AVALIAÇÃO DO MEC
Maria Elisa Americano do Sul Barcelos∗
Maria Lúcia Barcelos Martins Gomes∗∗
RESUMO
Com a expansão do número de Instituições de Ensino Superior no Brasil, e com as exigências do MEC, as Bibliotecas da UFMG tem sido procuradas para auxiliar os Bibliotecários a prepararem suas Bibliotecas para a avaliação deste Ministério. É importante frisar que essa preparação não acontece de um dia para outro, que as Bibliotecas que vem atualizando seu acervo, que tem o atendimento ao usuário como uma das metas, que atendem às necessidades de apoio ao ensino, pesquisa e extensão, que tem bibliotecários durante todo o tempo em que se encontram abertas, que possuem equipamentos adequados e cujo acervo se encontra disponível via Internet, com certeza, terá o MEC como um aliado, e estará preparada para obter uma ótima avaliação. Sendo assim, a Biblioteca da Faculdade de Direito da UFMG, resolveu compartilhar sua experiência, e auxiliar os colegas nesta tarefa.
PALAVRAS CHAVES: Avaliação do MEC. Ensino Superior. Biblioteca Universitária.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Índice relativo no sistema de classificação

http://www.ced.ufsc.br/~ursula/5212/cdd_teoria.html

Por que o Índice relativo – Relative Index tem este nome?
R.: Porque relaciona todos os aspectos de determinados assuntos que possam pertencer a outras classes.

Como está organizado o Índice Relativo?
R.: Os termos são arranjados alfabeticamente, palavra por palavra. Os termos indentados pertencem as entradas principais. Os números da CDD são espaçados a cada terceiro número, após o ponto decimal, para facilitar a leitura.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O contexto sociocognitivo do catalogador em bibliotecas universitárias

http://www.dgz.org.br/abr09/F_I_iden.htm
O contexto sociocognitivo do catalogador em bibliotecas universitárias: perspectivas para uma política de tratamento da informação documentária
The cataloguer's social-cognitive context in university libraries: perspectives for a policy of documentary information treatment

por Mariângela Spotti Lopes Fujita e Milena Polsinelli Rubi e Vera Regina Casari Boccato

Resumo: Com a finalidade de contribuir com subsídios para a elaboração de política de tratamento da informação documentária de bibliotecas universitárias foi desenvolvido um estudo diagnóstico para coleta de dados com uma amostra de nove bibliotecas universitárias do sistema de bibliotecas da UNESP em três áreas do conhecimento – Odontologia, Engenharia Civil e Pedagogia. Composto por três partes – funcionamento do tratamento de informações documentais na perspectiva da gerência do sistema de bibliotecas universitárias; procedimentos do tratamento de informações documentais na perspectiva do catalogador, e avaliação do acesso e recuperação da informação on-line pelo usuário à distância – o estudo diagnóstico foi realizado com base no pressuposto de que a vinculação com o contexto de sistemas de informação necessita considerar várias perspectivas simultaneamente para revelar o ambiente externo que circunda e sustenta o trabalho do catalogador de assuntos. A primeira parte constou de aplicação de questionário junto aos dirigentes; a segunda parte foi realizada com aplicação da técnica introspectiva de Protocolo Verbal Individual junto aos catalogadores e de Protocolo Verbal em Grupo com grupos formados, em cada biblioteca, pelo dirigente, catalogador, bibliotecário de referência, pesquisador e aluno de graduação; e a terceira parte constou da aplicação do Protocolo Verbal Individual com alunos de graduação de cada uma das três áreas do conhecimento. Os resultados demonstraram que os catalogadores seguem uma metodologia sistematizada e consolidada pela literatura para catalogação de forma (tratamento físico), porém não demonstram metodologia para a catalogação de assunto (tratamento temático). Acreditamos que a política de tratamento da informação documentária e tudo aquilo que a compõe – metodologias para representação descritiva e temática, linguagens documentárias, estudo de usuário, entre outros – necessita de maior atenção no que diz respeito à elaboração de normas, procedimentos e técnicas, sua implantação, implementação e avaliação para que a função das bibliotecas universitárias seja mantida e atualizada de acordo com as mudanças da sociedade.

Palavras-chave: Catalogador; Contexto sociocognitivo; Política de tratamento da informação documentária; Protocolo Verbal; Biblioteca universitária; Diagnóstico Organizacional.

Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica:

http://www.dgz.org.br/abr09/F_I_iden.htm
Informação e conhecimento em redes virtuais de cooperação científica: necessidades, ferramentas e usos
Information and knowledge in the virtual networks for scientific cooperation: needs, tools and applications

por Maria Aparecida Moura





Resumo: A intensificação do uso das tecnologias interativas em rede ampliou o atual cenário de produção e comunicação científica com a conseqüente diversificação dos atores, o intercâmbio de funções e a relativa horizontalização das relações sociais no processo de produção científica. Nesse trabalho, buscou-se compreender os aspectos sociais e tecnológicos envolvidos nas novas dinâmicas de cooperação científica on-line. Apresentam-se as concepções de comunidade de prática, comunidades virtuais de prática e de redes sociais e o seu entrelaçamento na dinâmica de compartilhamento de informação e conhecimento. Descrevem-se as características gerais dos dispositivos digitais adotados no design de redes sociais de cooperação científica on-line e analisam-se os impactos dessas novas mediações na produção científica contemporânea.
Palavras-chaves: Cooperação científica on-line, Redes sociais, Comunidades de prática, Comunicação cientifica.


Abstract: The intensification of the use of network interactive technologies broadened the current scenario of scientific production and communication with the resulting diversification of the actors, the interchange of functions and the relative horizontalization of the social relations in the process of scientific production.
Our research attempted to understand the social and technological aspects involved in the new dynamic of on-line scientific cooperation. The concepts of community of practice, virtual communities of practice and social networks are presented with their interlacement in the dynamics of sharing information and knowledge. The general characteristics of the digital devices adopted in the design of social networks of on-line scientific cooperation are described and the impacts of these new mediations in the contemporary scientific production are analyzed.
Keywords: Online scientific cooperation , Social networks, Communities of practice, Scientific communication.

Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola


Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola

Bordados Ponto Cruz - Galinha d'Angola

http://2.bp.blogspot.com/_XnkVam96Fag/STEQBoaYbXI/AAAAAAAACLw/5bNb8Iw6J0k/s1600-h/img118.jpg

NBR 6032

http://www.4shared.com/file/17551085/c0d5bb44/NBR_6032_Abreviao_de_ttulos_de_peridicos_e_publicaes_seriadas.html?s=1

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Do iluminismo ao google books

Texto interessante, feito por Robert Darnton, diretor da biblioteca da
Universidade de Harvard. Disponível em
http://www.revistaserrote.com.br/ogoogle.html Achei legal repassar.

Até mais!

Brinquedoteca

Sites sobre Brinquedoteca
http://www.unopar.br/extensao/brinquedoteca/guia/index.htm

http://www.brinquedoteca.org.br/si/site

http://www.abrinquedoteca.com.br/index_interna.htm

http://www.abbrinquedotecas.hpg.ig.com.br/

http://www.brinqueduca.com.br/si/site/1400

http://www.ufrgs.br/faced/extensao/brincar/index1.html

Novo blog

Si Borges o Cortázar vivieran les cortarían la cabeza a los que la pusieron  ahí...!!!
La flogger más famosa del país, Agustina Vivero, mejor conocida como Cumbio, quien a los 18 años saltó a la tapa del New York Times entre numerosos medios, a fuerza de sacarse fotos con amigos y desconocidos y subirlas a su fotolog, convocó a cientos de adolescentes exultantesdurante la firma de su libro “Yo, Cumbio”, en la Feria del Libro.


10 PILARES DEL CONOCIMIENTO 
Nuestro conocimiento crece mientras conquistamos nuevos horizontes. Nuevos campos emergen a medida que concebimos ideas innovadoras, mejoramos nuestros métodos e inventamos nuevas tecnologías. Sin embargo, no logramos capturar el cuadro total y las relaciones lógicas entre las diversas partes del conocimiento.

Crisis y oportunidad de cambio 
Paul Krugman, premio Nobel de Economía 2008, estima que nos enfrentamos a una «crisis extraordinaria» de la que «nadie se salva» y que ha sido el resultado de «un gran optimismo económico». Esta crisis es la «más seria y más rápida» que ha sufrido el mundo desde la Gran Depresión de 1929. ¿Qué tipo de reacciones puede desencadenar este enunciado que se caracteriza por su veracidad y contundencia?

De la lectura y su contagio 
La lectura resulta indispensable: es práctica decisiva en la configuración del individuo y en la hechura de una sociedad en la que tanta importancia se da al saber. No debe extrañarnos. Y es que, por más que pueda parecer extraño en estos tiempos donde todo parece dominado por las nuevas tecnologías de la información, sigue siendo el libro la mejor expresión del espíritu creador del individuo y, por esto mismo, excelente portador de placer, de cultura o de ciencia. 

¿La biblioteca absoluta? 
En esa inquietante metáfora de las relaciones entre el conocimiento humano y el infinito que es “La biblioteca de Babel”, Borges imaginó un espacio que contenía todos los libros posibles. En muchos sentidos, Internet es la realización de ese espacio imaginado, solo que acá no hay bibliotecarios. 

Leer: ¿Cosa de ayer o falta de motivación? 
“Había una vez, hace ya varios años, una población que leía”. 
Esta frase podría ser el principio de un cuento, pero –por desgracia- no hay nadade fantasía en ella, es larealidad.

Desenroscando la información 
Dos enfoques sobre Internet. Uno acerca de la labor periodística, el acceso a las fuentes de información y los resguardos que deben tomarse en tal sentido. Otro sobre los peligros que la Web encierra para los niños y niñas y las medidas para prevenirlos. Ambos hablan de aperturas y posibilidades. También de nuevas preguntas, desafíos y riesgos.

Los malos están también en Internet y saben utilizarlo 
La precaución como escudo. Este es el consejo que el presidente de la Asociación de Internautas, Víctor Domingo, da a los padres, además de los dispositivos quela tecnología pueda ofrecer, para evitar que los menores sean víctimas de los abusos en la Red.

¿Hay democracia en Internet? 
¿Más información equivale a más desarrollo? ¿Internet es un recurso que aportaa la democratización de los sistemas de información? ¿Es relevante la información que circula en Internet? ¿Quiénes pueden acceder a ella? ¿En qué condiciones? Son todas preguntas que contribuyen a interrogarnos acerca de si realmente hay democracia en Internet. Alfonso Gumucio Dagron aporta sus reflexiones para buscar respuestas.

Las bibliotecas escolares 
Son muchos los factores que intervienen en la llamada ‘calidad dela educación’. Las bibliotecas escolares, aunque ha cambiado radicalmente en su organización a través de la historia, siguen siendo uno de los elementos más decisivosde la ‘pedagogía activa’.

Fontanrrosa y las malas palabras 
Video

El bibliotecario escolar: perfil y funciones  
El artículo ofrece una reflexión sobre la figura del bibliotecario escolar. El autor recoge ideas deespecialistas como Chapron y Treut, Miranda y Palomero, y José Antonio Gómez Hernández para plantear que el bibliotecarioescolar debe tener formación en Biblioteconomía y Documentación y estar en contacto constante con el profesorado. Se recogen también las conclusiones del I Encuentro Nacional de Bibliotecas Escolares celebrado en Madrid en 1997 relacionadas con la figura del bibliotecario escolar.
y mucho más...!!!
--
Ernesto Della Riva
Rosario
http://rincondelbibliotecario.blogspot.com

Bibliografias para concursos

Missão do bibliotecário, Ortega y Gasset
Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções…, Simone Weitzel
Introdução ao controle bibliográfico, Bernadete Campello
Ético e deontologia, Francisco das Chagas
Técnicas modernas de preservação e recuperação de acervos bibliográficos
Auxiliar de biblioteca, Iza Araujo e Divina Aparecida da Silva
Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação, Jaime Robredo
Textos avançados em referência e informação, Nice de Figueiredo
Informação Jurídica teoria e prática, Edilenice Passos (ORG)
Introdução às fontes de informação, Bernardete Campello e Paulo da Terra (ORG)
Introdução ao Microisis, Cristina Ortega
Organização da informação na web, Ailton Feitosa
Para entender as linguagens documentárias
A prática do serviço de referência, Denis Grogan
Glossário de Biblioteconomia, Arquivologia, Comunicação, Ciência da Informação, Beatriz Alves de Sousa
Os caminhos do trabalho científico, José Carneiro de Miranda e Heloísa Gusmão
Conversa sobre normalização de textos acadêmicos, Bernardina Freire
Documentos acadêmicos, Maria Aparecida Caldas et al
Diagnóstico em bibliotecas públicas, Adalberto Rodriguez
Concursos públicos em biblioteconomia: índice bibliográfico, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Planejamento de bibliotecas e serviços de informação, Maria C. Barbosa de Almeida
Concursos públicos em biblioteconomia: estudo e prática, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Manual de catalogação, Gioconda Faldini (ORG)
Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia, Murilo Bastos da Cunha
Fontes de informação para pesquisa em direito, Edilenice Passos e Lucivaldo Barros
História da biblioteconomia brasileira, César Augusto Castro
A longa viagem da biblioteca dos reis, Lilian Schwarz
Indexação e resumos, Lancaster
Biblioteconomia para concursos, Gustavo Henn (ORG)
A Biblioteca eletrônica, Jennifer Rowley
A Biblioteca digital, Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli
Catalogação de recursos bibliográficos AACR2 em MARC 21, Antonio Memória Ribeiro
Princípios de marketing, Kotler
Introdução à teoria geral da Administração, Chiavenato
Outros livros indicados:
Organização e métodos, Antonio Cury
Introdução à biblioteconomia, Edson Nery da Fonseca
Fontes de informação para pesquisadores, Bernardete Campello
Não brigue com a catalogação, Eliane Serrão Alves Mey
Forca nos estudos!

Bibliografias para concursos

Missão do bibliotecário, Ortega y Gasset
Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções…, Simone Weitzel
Introdução ao controle bibliográfico, Bernadete Campello
Ético e deontologia, Francisco das Chagas
Técnicas modernas de preservação e recuperação de acervos bibliográficos
Auxiliar de biblioteca, Iza Araujo e Divina Aparecida da Silva
Da Ciência da Informação revisitada aos sistemas humanos de informação, Jaime Robredo
Textos avançados em referência e informação, Nice de Figueiredo
Informação Jurídica teoria e prática, Edilenice Passos (ORG)
Introdução às fontes de informação, Bernardete Campello e Paulo da Terra (ORG)
Introdução ao Microisis, Cristina Ortega
Organização da informação na web, Ailton Feitosa
Para entender as linguagens documentárias
A prática do serviço de referência, Denis Grogan
Glossário de Biblioteconomia, Arquivologia, Comunicação, Ciência da Informação, Beatriz Alves de Sousa
Os caminhos do trabalho científico, José Carneiro de Miranda e Heloísa Gusmão
Conversa sobre normalização de textos acadêmicos, Bernardina Freire
Documentos acadêmicos, Maria Aparecida Caldas et al
Diagnóstico em bibliotecas públicas, Adalberto Rodriguez
Concursos públicos em biblioteconomia: índice bibliográfico, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Planejamento de bibliotecas e serviços de informação, Maria C. Barbosa de Almeida
Concursos públicos em biblioteconomia: estudo e prática, Simone Dib, Neusa Cardim, Maria José Moreira
Manual de catalogação, Gioconda Faldini (ORG)
Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia, Murilo Bastos da Cunha
Fontes de informação para pesquisa em direito, Edilenice Passos e Lucivaldo Barros
História da biblioteconomia brasileira, César Augusto Castro
A longa viagem da biblioteca dos reis, Lilian Schwarz
Indexação e resumos, Lancaster
Biblioteconomia para concursos, Gustavo Henn (ORG)
A Biblioteca eletrônica, Jennifer Rowley
A Biblioteca digital, Anna Maria Tammaro e Alberto Salarelli
Catalogação de recursos bibliográficos AACR2 em MARC 21, Antonio Memória Ribeiro
Princípios de marketing, Kotler
Introdução à teoria geral da Administração, Chiavenato
Outros livros indicados:
Organização e métodos, Antonio Cury
Introdução à biblioteconomia, Edson Nery da Fonseca
Fontes de informação para pesquisadores, Bernardete Campello
Não brigue com a catalogação, Eliane Serrão Alves Mey
Forca nos estudos!

ENQUETE

ENQUETE

Caros colegas,
um pouco antes da versão 1.0, o ABCD Brasil está
fazendo um levantamento sobre a quantidade de pessoas que já utilizaram ou
utilizam o ABCD.
Para respondê-la acesse a seguinte URL:

http://abcdbrasil.org/2009/05/06/enquete-sobre-o-uso-do-abcd/

Rede Social da BU/UFSC

Já está no ar a Rede Social da Biblioteca Universitária da UFSC:

http://bibliotecaufsc.ning.com/

“NBR 6023”

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&rlz=1I7WZPA_pt-BR&ei=_eEEStW_HJeltgeQwJGZBw&sa=X&oi=spell&resnum=0&ct=result&cd=1&q=NBR+6023&spell=1

Software Gnuteca

http://www.slideshare.net/claudiane/automao-de-bibliotecas-gnuteca

Perguntas interessantes

DESCRIÇÃO BIBLIOGRÁFICA
1) O que é descrição bibliográfica?
2) Qual a finalidade da descrição bibliográfica?
3) O que significa a expressão " área de dados "?
4) O que é formato de comunicação?
5) O que é autor- entidade?
6) O que significa os termos ISBD, ISBN, ISSN e CODEN?
7) Para que servem estes termos?
8) De onde se extraem os dados necessários à descrição de um documento?
9) Quais são os problemas particulares da descrição bibliográfica dos
documentos audiovisuais?

A DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO
1) A descrição de conteúdo intervém apenas da cadeia documental?
2) Para fazer a descrição do conteúdo é necessário começar pela leitura
detalhada da totalidade de um artigo?
3) A descrição de conteúdo pode fazer ressaltar elementos que estão explícitos
no documento tratado?
4) Que tipo de pessoas podem participar da descrição de conteúdo?
5) As operações intelectuais necessárias para realizar os diversos tipos de
descrição de conteúdo são de natureza diversa?
6) Quais são as qualidades de uma boa descrição de conteúdo?
7) Quais são os objetivos da descrição de conteúdo?

BABEL BIBLIOTECÁRIA

No princípio Deus criou o bibliotecário. Disse Deus: "funda bibliotecas por todo o mundo, seleciona os documentos de melhor qualidade, organiza a informação, presta serviços de excelência e vela pelo interesse dos usuários.
Mantém atualizado o catálogo e confortável a sala de leitura, porém não escutes a Voz das Trevas, porque se o fizeres te confundirás e desaparecerás como profissional".

O bibliotecário fez tudo quanto Deus lhe pediu. Ergueu bibliotecas em belos edifícios e nelas colocou todo tipo de documento criado pelo homem para registrar a informação: tabuletas de argila, rolos de papiro ou pergaminho, tábuas de pergaminho ou papel, livros, revistas, diários e boletins impressos e toda a gama de documentos iconográficos, audiovisuais,tridimensionais e legíveis por computador, incluindo aqueles disponíveis na Internet.

Inventou e reinventou o catálogo (e com ele a recuperação da informação), que evoluiu desde as antigas bibliotecas sumárias até as bibliotecas ciberespaciais. O mesmo sucedeu com múltiplas ferramentas e métodos de trabalho: normas de catalogação, sistemas de classificação,
vocabulários controlados, a análise por facetas e a indexação pré e pós-coordenada, o serviço de referência e o de circulação, incluindo o empréstimo interbibliotecário e a comutação bibliográfica.

Capacitou as pessoas em todo o necessário para acessar a informação.
Adotou normas de qualidade e definiu indicadores de desempenho específicos para as bibliotecas, com o fim de avaliar e melhorar seus processos,produtos e serviços. Para tudo ele utilizou a tecnologia de ponta disponível em cada época e em cada lugar, desde a punção requerida para a escrita cuneiforme até o computador e as telecomunicações do século XXI.

Ergueu sua voz contra a censura e em defesa do direito de todos à informação. Elevou sua carreira aos mais altos níveis universitários, convertendo-a em uma profissão útil, nobre e digna.
Entretanto numa manhã, enquanto o bibliotecário realizava suas tarefas habituais, ouviu uma voz rouca e tenebrosa que lhe chamava:“Vem, aproxima-te". O bibliotecário voltou a cabeça e percebeu entre incrédulo e surpreso, a visão de uma árvore seca e retorcida, de negro tronco e negros ramos.

A voz insistiu: "Vem, aproxima-te".
Temeroso, mas cheio de curiosidade, o bibliotecário se aproximou com precaução. Uma sensação sobrenatural se apoderou dele e o negro manto da noite cobriu o local, em pleno dia.

"Vem, aproxima-te, não tenhas medo" - voltou a escutar.

"É a Voz das Trevas?" - perguntou o bibliotecário com ingenuidade. "Deus me recomendou que não te escute".

"Não digas bobagens; dialoguemos e verais que esta conversa te interessa" - disse a Voz.

O bibliotecário se aproximou da estranha planta, o suficiente para ver as víboras que se arrastando pelo solo começavam a enroscar-se no tronco.

"Quem é?" - perguntou intrigante a Víbora Primeira, mostrando sua venenosa língua de duas pontas.

"Sou o bibliotecário" - respondeu este com segurança.

"Ha, ha, ha!... Pobre... Em que mundo vive? Não sabes que agora te chamas documentalista?".

"Que estás dizendo?" - interveio a Víbora Segunda - "o correto é especialista da informação ou cientista da informação".

"Gestor de informação, querida, os outros termos já eram" - interrompeu a Víbora Terceira.
"Melhor em inglês, information manager" - opinou a Víbora Quarta - "e se for chefe: "chief information officer" ou "CIO".

"Eu prefiro gestor do conhecimento, knowledge manager ou chief knowledge officer" - ajuntou a Víbora Quinta com ares de sabe-tudo.

"Mas com esses títulos, ninguém vai saber quem eu sou e o que faço". - protestou o bibliotecário".
"Precisamente, disso que se trata" - informou-lhe a Víbora Sexta -
"todo mundo se perguntará o que é que faz essa pessoa, e como ninguém gostae passar por ignorante, limitar-se-ão a dizer... Ahhh! Que interessante!".

"Bibliotecário!" - debochou com desprezo a Víbora Sétima - "Não existes! Desapareceste com o meteoro que extinguiu os dinossauros!".

Ressoavam ainda em sua mente as risadas de zombaria dos répteis interlocutores, quando o bibliotecário se deu conta de que, repentinamente,a visão havia desaparecido. Invadido pelo temor, se ocultou entre as estantes do depósito.

Dali escutou a voz de Deus que lhe chamava:
"Bibliotecáááááaáááário, onde estás?... Que fazes aí?... Por que te escondes?".
"Porque me dá vergonha que me vejam nesta profissão de idiota que tenho" - respondeu o bibliotecário, sem atrever-se a levantar a cabeça do solo.

"Quem te fez pensar que é uma profissão de idiota? Acaso prestaste atenção á Voz das Trevas?" - perguntou Deus.

"As víboras me chamaram com insistência e não pude evitar..." - murmurou covardemente.
Então, Deus se enfureceu com o bibliotecário e pronunciou seu severo castigo:
"Por haver escutado a Voz das Trevas viverás para sempre na confusão e falta de identidade.

Tirar-te-ão a Direção da Biblioteca que será ocupada por outros profissionais, ainda que não saibam nada a respeito, enquanto o público será atendido por um empregado administrativo que ganhará mais que tu.

Tu te ocuparás dos processos técnicos, e todos te farão sentir que "somente serves para fazer fichas". Quando solicitares um ajudante catalogador, te enviarão pessoal de baixa qualificação, em tratamento psiquiátrico, e nunca te comprarão um tesauro atualizado. Em média, ganharás
um salário de fome e nunca conseguirás um estatuto profissional que te proteja".

"Qualquer um virá e te dirá: "não se diz usuário, e sim, cliente" e tu o repetirás como um papagaio, ainda que tenhas deixado a vida para satisfazer ao usuário. Ou te dirão: "o paradigma da biblioteca não é a conservação mas o acesso" e tu te impressionarás com a frase, embora tenhas
passado séculos facilitando o acesso.

Teu lugar de trabalho será chamado centro de documentação, centro de materiais didáticos, centro de informação ou centro de gestão do conhecimento, e quando a confusão entre todas estas organizações - que no final fazem a mesma coisa - for incontrolável, então as chamarás unidades de informação ou UI.

E é claro, a sociedade não será capaz de diferenciá-las e continuarão chamando-as biblioteca".

"Víboras nacionais e estrangeiras proporão cursos inúteis nos quais aprenderás apenas que catalogação se chama agora representação descritiva ou descrição bibliográfica e que a classificação passou a ser organização do conhecimento; termos desconhecidos para coisas que tu mesmo inventaste.

Além de ser confundido, pagarás estes cursos a preço de ouro e sairás deles sabendo o mesmo que sabias antes de inscrever-te".

"Porei inimizade entre os bibliotecários universitários e os de bibliotecas públicas e farei proliferar os cursos de Biblioteconomia de 1 a 5 anos, onde todos levarão aos mesmos cargos e salários, assim permanecerão eternamente divididos e frustrados. Jamais conseguirás estar de acordo com outro bibliotecário".

"Até que chegue o dia em que avalies seriamente tua profissão e tua própria terminologia, avalies a ti mesmo e aos numerosos bibliotecários que têm oferecido sua criativa contribuição para que, durante milênios, os seres humanos tenham podido acessar a informação. Então, se assim o fizeres e compreenderes, eu te perdoarei".

Tradução para português por Maria das Mercês Apóstolo
Revisão por Marcelo Silveira

Este texto é anônimo e foi lançado na Rede em espanhol por Ana Maria Martínez Tamayo La Plata, 1 de marzo de 2001

Texto original:http://www.bnjm.cu/librinsula/2004/mayo/18/documentos/documento52.htm

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vocabulário controlado

http://www.conexaorio.com/biti/tesauro/index.htm

Revista Eletrônica de Museologia a Ação Cultural - 1º Número

http://culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/issue/current/showToc
"O escopo dessa publicação coloca a Museologia e a Ação Cultural sob a luz da Ciência da Informação, integrando suas áreas de atuação, como a Biblioteconomia, a Documentação, a Arquivologia, e também disciplinas inscritas nas relações inter e multidisciplinares entre a informação e a sociedade".

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Pra quem não conhece é uma página sobre Biblioteconomia,
Produtividade, Ciência da Informação e Internet.

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Beiruti

Amo Livros

SEJAM COMEDIDOS E EDUCADOS NO TRABALHO

Aprenda a ser educado no trabalho...

No lugar de: Usar:
Nem fudendo! Não tenho certeza se vai ser possível.

Tô cagando e andando! Não vejo razão para preocupações.

Mas que porra eu tenho a ver com esta merda? Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.

Caralho! Interessante, hein?

Foda-se, não vai dar nem a pau! Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.

Puta merda, viado nenhum me fala nada! Precisamos melhorar a comunicação interna.

E na bundinha, não vai nada? Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.

Aquele cara é um bunda-mole mesmo! Ele não está familiarizado com a situação.
 

Vai pra p... que o pariu, seu viado! Desculpe, senhor.
 

Bando de filho da puta! Eles não ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.
 

Foda-se, se vira! Infelizmente não posso ajudar.
 

Puta servicinho de corno! Adoro desafios.
 

Ah, deu pro chefe? Finalmente reconheceram sua competência.
 

Enfia essa merda no c...! Está muito bom, mas , por favor, refaça esta parte do trabalho.
 

Ah, se eu pego o filho da p... que fez isso! Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.
 

Esta merda tá indo pro buraco! Nossos índices de produtividade estão apresentando uma queda sensível.
 

Agora fudeu de vez! Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.
 

Eu sabia que ia dar merda!  
  Desculpe, eu deveria ter avisado.
 

Cacete, vai sair cagada de novo! Apesar do imenso esforço, teremos outra não conformidade .
 

Revista Documentacion n11

Revista Documentacion n.11
el numero 11 de la Revista Documentación (Mayo-Junio, 2009)
0 Artículo INFORMATIONISM AND NEURAL INFORMATION ASSIMILATION. EMILIA
CURRAS (ESPAÑA)
36 Artículo LOS DOMINIOS EN INTERNET: EXPRESIÓN DE LA SOBERANÍA DIGITAL.
MORELIS GONZALO (VENEZUELA)
6 Artículo LAS TECNOLOGÍAS DE LA INFORMACIÓN Y DE COMUNICACIÓN COMO MEDIOS
PARA UN SERVICIO DE CONSULTA ENFOCADO A USUARIOS DE NIVEL ESPECIALIZADO CON
PERFILES DE RESPUESTA INMEDIATA. DAVID DÍAZ CÁSTULO; DIEGO SANTANA ZÚÑIGA
(MÉXICO)
53 Artículo CONTEXTO ACTUAL Y VISIONES DE LA GESTIÓN DEL CONOCIMIENTO:
ESTUDIO DE CASOS. YADIRA NIEVES; SARA ARTILES; IVIS GOÑI (CUBA)
71 Software Documental TUDOC
74 Firma seleccionada HERRAMIENTAS PARA HACER EFECTIVA LA PARTICIPACIÓN

quarta-feira, 29 de abril de 2009

CLASSIFICAÇÃO DECIMAL DE DEWEY

CLASSIFICAÇÃO DECIMAL DE DEWEY
http://dtcoop.no-ip.com/download/Manuais%20para%20Rogerio/Classifica%C3%A7%C3%A3o%20Decimal%20de%20Dewey.doc
Base do sistema Dewey


1.Divide os conhecimentos humanos em 9 classes, numeradas de 1 a 9 e uma classe numerada 0 (zero), precedendo as demais, para os assuntos que não se enquadrem nas 9 classes, num total de 10 classes. As classes principais são sempre representadas por 3 algarismos. São as grandes áreas do conhecimento.
000 100 200 300 400
500 600 700 800 900

100  o 1 representa a classe principal
 os 00 representam a divisão e a seção ainda não preenchidas.


2.Depois das classes principais vêm as divisões
100  classe principal
150  divisão da classe principal, já preenchida.

3.A seguir, aparecem as seções e subseções
100  classe principal (filosofia)
150  divisão (psicologia)
155  seção (psicologia genética e diferencial)
155.4  subseção (psicologia infantil)

4.A partir do momento em que as divisões e as seções forem sendo utilizados, os zeros finais da classe principal vão sendo eliminados. Daí dizer-se que, na notação do Dewey os zeros finais das classes e das divisões só têm valor para formar os três algarismos representativos de uma classe principal. Tal procedimento ocorre, quando se junta à notação, as tabelas auxiliares, ressalvadas as exceções feitas no esquema, dentro de alguns assuntos.

- Filosofia da educação 370+01 = 370.1
T1-01 370

- História da filosofia 100+09 = 109
T1-09 100

- Dicionário de Medicina 610+03 = 610.3
T1-03 610

- Historia da Itália 900+45 = 945
900 T2-45

- Geografia da Turquia 910+561 = 915.61
910 T2-561


- Ficção da literatura 840+3 = 843
T3-3 840

- Sátira da literatura espanhola 860+7 = 867
T3-7 860

- Etimologia da língua inglesa 420+2 = 422
T4-2 420

- Gramática da língua latina 470+5 = 475
T4-5 470

- Enciclopédias brasileiras 030+69 = 036.9
030 T6-69

- Periódicos alemães 050+31 = 053.1
050 T6-31


5. Depois do terceiro algarismo usa-se um ponto. Esta é a única pontuação permitida pelo sistema.

Tabelas

Tabelas Conteúdo Índice
Tabela 1 Standard subdivisions (Subdivisões padrão) T1-
Tabela 2 Geografia areas, historical periods, persons (Áreas geográficas, períodos históricos pessoas) T2-
Tabela 3 Subdivisions for individual literatures, for specific literary forms (Subdivisões para literaturas individuais e para formas literárias específicas) T3-
Tabela 3A Subdivisions for works by or about individual outhors (Subdivisões para obras por ou sobre autores individuais) T3A-
Tabela 3B Subdivisions for works by or about more than one author (Subdivisões para obras por ou sobre mais de um autor) T3B-
Tabela 3C Notation to be added where instructed in table 3B and in 808-809 (Notação a ser acrescentada, de acordo com instruções da tabela 3B e de 808-809) T3C-
Tabela 4 Subdivisions of individual languages (Subdivisões para línguas individuais) T4-
Tabela 5 Racial, ethnic, national groups (Grupos raciais, étnicos e nacionais) T5-
Tabela 6 Languages (Línguas) T6-
Tabela 7 Groups of persons (Grupos de pessoas) T7-