quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

VEJA publica acervo completo na internet

VEJA publica acervo completo na internet
SÃO PAULO - A revista VEJA abre a partir de segunda-feira (15/12) todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.
Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço www.veja.com.br/acervodigital.

A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.
O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Receita de colas para livros

É bom ter em mente que cada livro é feito de um tipo de papel  diferente e que o número de paginas influencia num bom reparo. A que me referi ,a metilcelulose, é uma das mais utilizadas pelos restauradores, por quase num deixar marcas no documento. 
Provavelmente vc encontra o material para preparo da Metilcelulose em lojas de produtos quimicos. Verifique o estado em que  se encontra o documento a ser reparado, pois em muitos casos a aplicação da Cola Cascorez rótulo laranja resolve a maior parte dos problemas.

A maioria dos problemas com miolo (principalmente livros com pags. acima de 160), são resolvidos com a cola PUR(poliuretano reativo). Porem, o preço dela é meio salgado. Se não tiver muita opção use a cola mista(receita abaixo-mistura da metilcelulose + PVA) ou a diluida, não se esquecendo de arrumar algo para pressionar o livro.
Se alguem se interessar mais pelo assunto, leia o livro:
LUCCAS, Lucy.; SERIPIERRI, Dione. Conservar para não restaurar: uma proposta para preservação de documentos em bibliotecas. Brasilia: Thesaurus,c1995
 
Cola Metilcelulose
 
A cola metilcelulose é também conhecida como Carbox Metyl Celulose(CMC) ou como Metylan pelos profissionais que colocam papéis de parede.É um adesivo solúvel em água e neutro.
 
Preparo
 
1) Colocar 1 colher de sobremesa de metilcelulose em um vidro vazio de boca larga.
2) Acrescentar água filtrada-aproximadamente 200 ml, mexendo para desfazer os bolinhas/grumos que se formam;
3) Deixar descansar, depois de 2 horas a mistura deverá apresenta-se homogenia e gelatinosa.
 OBS: Guarde-a na geladeira em vidro fechado, se for impossível guardá-la em geladeira, diminua a quantidade de água, deixando-a mais    grossa. Quando necessitar de cola mais rala, coloque um pouco em outro vidro e dilua no ponto desejado.
 
 Cola mista
 
 
Há também a cola PVA ( Cola branca), que é à base de acetato polivinilico. Ela é forte e seca rapidamente. Por isso recomenda-se a adição da cola de metilcelulose, para reduzir possíveis inconvenientes.
 
Procedimento
 
1)Em um vidro colocar partes iguais de cola PVA e de cola de metilcelulose ( já preparada conforme as instruções acima).
2)Misturar bem até completar a homogeneidade. Se ficar muito grossa, acrescentar um pouco de água até a consistência de iorgute.

Cola diluída

Material
 
Cola Cascorez rótulo laranja
Metilcelulose (previamente preparado e no ponto gelatinoso)
  
Procedimento
 
1)Colocar em um vidro limpo, partes iguais de cola Cascorez e de Metilcelulose.
2)Misturar muito bem até a completa homogeneidade, deve ficar na consistência de iorgute.
 
OBS: Também pode-se diluir a cola cascorez com grude.É bem mais barato e tem-se o mesmo resultado.
 
 Grude
 
1 Xícara de chá de polvilho azedo
1 colher de sobremesa de alúmen
5 gotas de formol
 
Procedimento
 
1)      Peneirar o polvilho e o alúmen em peneira fina.
2)      Dissolver em um pouco de água a mistura peneirada;
3)      Jogar sobre essa mistura, água fervendo ate começar a engrossar;
4)      Levar ao fogo, então, mexendo vigorosamente para não encaroçar;
5)      Deixar cozinhar por 5 minutos
6)      Desligar o fogo
7)      Pingar 5 gotas de formol para impedir a ação de microorganismo e insetos.
8)      Conservar na geladeira
 
OBS: O ponto de grude deve ser o de um mingau gelatinoso

Escritório do Livro

sítio do Escritório do Livro, da Dorothée de Bruchard

http://escritoriodolivro.com.br/

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Link muito bom

Ótimo link
http://www.febab.org.br/rbbd_sumarios.htm

Uma História de Natal

Uma contribuição da minha amiga Margareth.
Um FELIZ NATAL para todos.
Observem que lindo conto de Natal da autora Ana Lúcia de Mattos.

Uma História de Natal

Nos dias que antecedem o Natal , há uma atividade febril nas cozinhas do céu. Anjos confeiteiros se esmeram em preparar os mais deliciosos chocolates  para serem entregues às crianças de todo o mundo na noite da véspera do Natal.

Há muito, muito tempo, havia entre os anjos aprendizes, um Anjinho cujo sonho era vir à Terra  com os demais e distribuir os celestiais chocolates. Pediu a permissão do anjo chefe da expedição, mas, este, lembrando como o anjinho era ainda pequeno, de asas pouco poderosas, negou o pedido. Afinal, o Anjinho, tão pequenino ainda, poderia perder-se, atrasar-se. E os Anjos sabem que é necessário retornar ao céu antes dos primeiros raios da aurora, pois , os portões se fecham antes do alvorecer.

O Anjinho, entretanto, não se deu por vencido.Cheio de esperanças foi falar com o Menino Jesus. Explicou-lhe seu desejo. Jesus, porém, considerou que não era correto desautorizar a ordem do Anjo Responsável. Afinal, seria uma quebra de disciplina  pouco recomendável ao exercício da Liderança, no qual se notabilizara como Mestre.

Mas, o Anjinho, tinha ânimo valente. E era esperto também. Chorando muito, o que o fazia ainda mais comovente, sentou-se sobre uma nuvem bem branquinha. Chorou ! Chorou! Foi então, que a Divina Senhora, ouvindo seu choro tão sentido, resolveu verificar o quê o afligia. Tomando-o amorosamente nos braços, consolando-o, perguntou-lhe a  causa do choro. O Anjinho contou-lhe seu sonho. A Senhora, compadecida, tornou-se embaixadora do Anjinho e pediu a Seu Filho que autorizasse a descida do coitado.

Sua vontade foi satisfeita.Quem negaria um pedido seu?

Arrumaram uma cestinha bem bonita com porções de chocolates. Fizeram mil recomendações e quando o cortejo celeste deixou o céu, o Anjinho veio junto. Era comovente vê-lo a bater suas asinhas com todo o empenho para não atrasar-se.

Distribuiu toda sua pequena carga  bem rápido, seguiu o mapa das entregas com atenção. Fez tudo direitinho.

Quando já retornava ao céu bem antes da aurora, sobrevoou um lugarejo muito pobre. Chamou-lhe a atenção um casebre miserável. Aproximando- se viu nele, sobre um catre gelado, uma mulher em prantos e a seu lado um menino pequeno. Não havia fogo, embora fizesse frio. Não havia pão nem leite.

O Anjinho  tomado de compaixão chorou por não ter mais nenhum pedacinho de chocolate em sua cesta.

Mas  lembrou-se de um segredo que só Anjos conhecem.  Se um Anjo retirar uma estrela do céu e colocá-la  sob uma panela em casa dos homens, tudo  que na panela se ferver terá o gosto e o aroma do mais fino chocolate.

Não perdeu tempo. Batendo  vigorosamente suas asinhas, voltou ao céu e lá tomou em suas mãozinhas uma minúscula estrelinha.

Voltando célere, colocou-a sob  a caçarola que jazia sobre o fogão apagado.. Enquanto voava novamente para o céu, pode sentir o cheiro do chocolate que envolvia a choupana.

E foi por obra de um Anjinho aprendiz de amoroso coração que naquela noite de Natal, uma mulher pode acalentar seu menino com doce e quente chocolate.

Ao voltar para o céu já na barra do dia, os portões estavam fechando-se. Esgueirou-se  nosso Anjinho deixando algumas penas de suas asinhas. Mas nada importava. Tinha ido à Terra. Estava feliz seu coraçãozinho.

Sentou-se na sacada celestial para apreciar o nascer do sol. Neste momento, seu coração apertou-se. No lugar de onde retirara a estrelinha, havia agora, um buraco. Uma feia ferida na harmonia cósmica. E o Anjinho chorou. Como explicar ?

Neste momento, a Mãe, a Eterna Senhora, tomou-o de novo nos braços protetores. Percebendo a causa da aflição do Anjinho, retirou uma das lindas estrelinhas que bordam seu etéreo manto e deu-a ao Anjinho, dizendo-lhe  que  a  colocasse no lugar de onde retirara a outra.

O Anjinho, feliz, enxugando as lágrimas, assim o fez.

Daquele Natal em diante, por todos os dias de nossa jornada sobre a Terra, a cada anoitecer,  a primeira Estrela que nosso saudoso olhar contempla no firmamento é a estrela do manto da Senhora, que brilha para nos lembrar da compaixão, da coragem, do Amor de um Anjinho aprendiz.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Opções interessantes

Portal de Referência da NDC/ UFF (Universidade Federal Fluminense)
http://www.ndc.uff.br/portaldereferencia/sites.asp?categorias=50

Biblioteconomia de Babel
http://bibbabel.blogspot.com/

Bibliotecários sem Fronteiras
http://bsf.org.br/

Portal de Biblioteconomia
http://www.sobresites.com/biblioteconomia/portais.htm

BITBIBLIO
http://bitbiblio.blogspot.com/2007/11/repositrio-acadmico-e-blogs-de.html

WEb Librarian
http://wl.blog.br/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"Coisas que se atraem..." - rsrsrsrrsss

COISAS QUE SE ATRAEM...
 
a..Mãos e seios.
b..Olhos e bunda.
c..Nariz e dedo.
d..Pobre e funk.
e..Mulher e vitrines.
f..Homem e cerveja.
g..Queijo e goiabada.
h..Chifre e dupla sertaneja.
i..Carro de bêbado e poste.
j..Tampa de caneta e orelha.
k..Moeda e carteira de pobre.
l..Tornozelo e pedal de bicicleta.
m..Jato de mijo e tampa de vaso.
n..Leite fervendo e fogão limpinho.
o..Político e dinheiro público
p..Dedinho do pé e ponta de móveis.
q..Camisa branca e molho de tomate.
r..Tampa de creme dental e ralo de pia.
s..Café preto e toalha branca na mesa.
t..Dezembro na Globo e Roberto Carlos.
u..Chave trancando a porta e telefone tocando.
v..Show do KLB e controle remoto (Para mudar de canal).
w..Chuva e carro trancado com a chave dentro.
x..Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico.
y..Bebedeira e mulher feia.
E por último:
Mau humor e segunda-feira!!!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ORGANIZAÇÃO DE HEMEROTECA

site da Biblioteca do IESAN http://sib.iesam-pa.edu.br/biblioteca_digital/, as colegas desenvolveram um trabalho muito bom por lá.
http://sib.iesam-pa.edu.br/biblioteca_digital/

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Uma Biblioteca por Luiz Antônio de Assis Brasil

Uma Biblioteca
Luiz Antônio de Assis Brasil

Uma biblioteca não é apenas um lugar em que ficam os livros. Uma biblioteca é um lugar que nos pega por todos os sentidos. Os livros nas estantes, sábios numa assembléia, estão ali, olhando-nos sem curiosidade: eles têm séculos de existência à nossa frente, eles sabem de onde viemos e para onde vamos.
Uma biblioteca não terá fim. Bibliotecas são para sempre. Ali se respira o ar do tempo que, em seu lento evoluir, cria romances, novelas, contos, tratados, compêndios, ensaios, artigos, poemas, dicionários, enciclopédias, e também jornais, revistas.
Uma biblioteca tem o cheiro do tempo. As páginas, amarelecendo como se estivessem num perpétuo outono, possuem um perfume que só os iniciados conhecem.
Ao olharmos à distância para uma estante de biblioteca, não distinguiremos os nomes dos autores, nem os títulos dos livros. Todos os livros parecem iguais. Enquanto não nos aproximarmos, eles irão manter-se numa velada promessa. Isso é bom; isso incita à aproximação. Esse zoom que fazemos com ansiosa expectativa, ao chegar perto das lombadas, revela-nos os títulos, os nomes, numa descoberta caprichosa, quase solene e, ao mesmo tempo, íntima. É como uma descoberta do mundo.
Ao levarmos a mão a um livro, ele se torna nosso. Mesmo que saibamos que ele já foi muito manuseado e que depois passará a outras mãos, naquele instante único ele é nosso. Só nós temos o direito de lê-lo. Na leitura silenciosa não há partilha. É um bem-vindo egoísmo, uma luxúria do espírito.
Mas há novidades neste mundo tão antigo. Depois de quase 500 anos, começam a surgir outras modalidades de uma obra chegar a seu leitor. Como nova geração, chega com algum alarde. Mas nós sabemos, também, que essas novas formas vieram para permanecer entre nós. Ótimo: são muito bem-vindas. Seus lugares já estão escolhidos: serão numa biblioteca. Ali conviverão em diálogo com as gerações mais velhas. Ali receberão o cuidado dos bibliotecários. Ali, esses generosos e eficientes funcionários saberão dar a palavra certa ao leitor. Ser bibliotecário é mais do que assumir uma profissão: é entender o mundo como uma ordem. Bibliotecários instauram o Cosmo em meio ao Caos.
Assim, inaugurar uma biblioteca é dar um sentido a tudo o que o ser humano fez nesta longa trajetória sobre a Terra. Sem nenhum drama nem exagero podemos dizer: inaugurar uma biblioteca é um ato para a eternidade.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Biblioteca Virtual nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação

Projetos sobre leitura e bibliotecas
http://www.ced.ufsc.br/bibliote/virtual/projetos.html

BIBLIOTECÁRIOS SEM FRONTEIRAS

BIBLIOTECÁRIOS SEM FRONTEIRAS
http://bsf.org.br/

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Será ? Acho que sim

VOCÊ SABE QUE ESTÁ FICANDO LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:


1. Você envia e-mail ou MSN para conversar com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da sua;

2. Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as compras;

3. Esquecendo seu celular em casa (coisa que você não tinha 10 anos atrás), você fica apavorado e volta buscá-lo;

4. Você levanta pela manhã e quase que liga o computador antes de tomar o café;

5. Você conhece o significado de naum, tbm, qdo, xau, msm, dps...;

6. Você não sabe o preço de um envelope comum;

7. A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho...);

8. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo o celular !!);

Você digita o '0' para telefonar de sua casa;

10. Você vai ao trabalho quando o dia ainda está clareando, volta para casa quando já escureceu de novo;

11. Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração que parou;

11. Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e sorrindo;

12. Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que a lista não tem o número 9;

13. Você retornou a lista para verificar se é verdade que falta o número 9 e nem viu que tem dois números 11;

14. E AGORA VOCÊ ESTÁ RINDO CONSIGO MESMO;

15. Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem;

16. Provavelmente agora você vai clicar no botão ''Encaminhar''... É a vida...fazer o quê... foi o que eu fiz também...


Feliz modernidade.

Requesitos para publicações em Revistas biomédicas

Publicações em Revistas biomédicas

http://infoscopio.files.wordpress.com/2008/02/norma_vancouver.pdf

Normas Vancouver de Referencias

http://www.bu.ufsc.br/ccsm/vancouver.html
 

Normas Vancouver

http://www.sobecc.org.br/vancouver.htm

Normas Vancouver

http://homepage.esoterica.pt/~nx2fmd/Normas.html


e aqui também

http://www.sobecc.org.br/vancouver.htm

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Revista digital edição especial

http://www.crb8.org.br/ojs/index.php/crb8digital
Já está disponível a nova edição da revista digital do CRB-8 - Edição Especial sobre bibliotecas Escolares.

Revista de Biblioteconomia

Revista de Biblioteconomia. Portal de Revistas em Ciências da Comunicação
http://143.107.83.121/ojs/index.php/revistaemquestao/index

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

BRASIL com S

BRASIL com S

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL
LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente
parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos
positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto
no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das
eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do
serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o
sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas
padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com
mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas
enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri
na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e
qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como
conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas
crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a
bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua
portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de
software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar
com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças,
cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos
muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de
outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do
Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio
de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE)
estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos
de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma
das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos
teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em
xeque a credibilidade do processo.

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros
representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se
instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650
mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas
instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade
ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são
apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é
maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios
mundiais?

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de
70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo
em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios
membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que
se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços
para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e
que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda
gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa
atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro,
mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e
se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Blog's sobre Biblioteconomia

Blog's sobre Biblioteconomia
O que é um blog?
 
O Blog é o diário on-line. Através dele é possível publicar novidades, acontecimentos, idéias, links, piadas ou qualquer outro tipo de conteúdo usando um layout completamente personalizado, ampliando a possibilidade de interação entre os participantes e de outros internautas.
Fonte: www.grupos.com.br
 
Seleção de alguns blog's:
 
Gestores da Informação (blog capixaba)
http://gestoresdainformacao.blogspot.com/
 
Bibliotecários sem fronteiras
http://bsf.org.br/
 
Rato de biblioteca
http://ratodebiblioteca.blogspot.com/
 
Dados em comum
http://dadosemcomum.wordpress.com/
 
O balcão de atendimento e o bibliotecário
http://dadosemcomum.wordpress.com/2008/09/27/o-balcao-de-atendimento-e-o-bibliotecario/
 
Bibliotequices e afins
http://bibliotequiceseafins.blogspot.com/
 
Web Librarian
http://wl.blog.br/sobre
 
O Ser Bibliotecário   
http://oserbibliotecario.blogspot.com/
 
Viciados em livros
http://viciadosemlivros.blogspot.com/
 
Sobre Biblioteca, biblioteconomia e escrita
http://blog.acervo.com.br/2008/02/17/sobre-bibliotecas-biblioteconomia-e-escrita/
 
Livros e leitura
http://liberietlectio.blogspot.com
 
Bibliofototeca
http://bibliofototeca.blogspot.com/
 
Bibliofocus
http://www.bibliofocus.blogspot.com/
 
Biblioteconomia para concursos
http://extralibris.org/concursos/
 
 
Ao acessar um blog verifique a indicação a outros endereços de blog's.
 
 

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS BIBLIOTECÁRIOS: ANÁLISE ...

http://www.doaj.org/doaj?func=abstract&id=262587
A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS BIBLIOTECÁRIOS: ANÁLISE DO CONTEÚDO DOS SITES DAS ENTIDADES DE CLASSE
Edinei Antônio Moreno
Thais Carrier Mendonça
Juliano Alberto

A EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CATALOGADOR: O CASO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

http://www.acbsc.org.br/revista/ojs/viewarticle.php?id=93&layout=html
Apresenta os resultados da pesquisa feita para verificar as formas usadas pelos catalogadores das bibliotecas universitárias da Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil, para continuar sua educação profissional, comparando sua práticas com aquelas relatadas na literatura da área.

ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O ENSINO DA REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA, OU A CATALOGAÇÃO NA BERLINDA

http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=35

ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O ENSINO DA REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA, OU A CATALOGAÇÃO NA BERLINDA
[Julho/2005]

Eliane Serrão Alves Mey

REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA

http://www.eca.usp.br/prof/fmodesto/disc/RDI/Texto.html
Textos de apoio:

Uma teoria dos sistemas de recuperação da informação

Histórico da catalogação
Fichas catalográficas principais e secundárias
Tipos de catálogos impressos
Áreas, elementos da descrição e pontuação do AACR2
Catalogação: regras gerais
Histórico do AACR
Descrição bibliográfica: texto auxiliar AACR2
Pontos de acesso e remissivas: texto auxiliar AACR2
Código de localização do documento
Catalogação: considerações
Glossário de catalogação

ENSINO DE CATALOGAÇÃO: DA TEORIA À PRÁTICA

ARTIGO
© Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.3, n.2, p.100-106, jul-dez. 2007. 100
ENSINO DE CATALOGAÇÃO: DA TEORIA À PRÁTICA
Elisa Campos Machado
Rosangela Rocha von Helde
Sabrina Dias do Couto
Resumo
Trabalho que tem como tema principal o ensino de catalogação e a formação do catalogador. Está baseado em conhecimento construído por meio de um processo de ensino e aprendizado, envolvendo aluno, professor e profissional. Preocupa-se em demonstrar a importância do estágio curricular como fator de desenvolvimento de habilidades para integrar conhecimento ao contexto na formação do futuro catalogador, atentando-se ao valor do estágio para o exercício prático do ensinamento teórico adquirido em sala de aula.
Palavras-chave: Ensino de catalogação. Formação do catalogador. Estágio em Biblioteconomia.
CATALOGUING TEACHING: FROM THEORY TO PRACTICE.
Abstract
Cataloging teaching and the formation of the cataloger librarian involves the expertise built through a process of teaching and learning that includes the student, the teacher, and the professional. It aims at the importance of the curricular stage as a factor of skills development to add expertise to the context
of the formation of the would-be cataloger librarian, focusing on the stage value for the practice of theoretic teaching acquired in the classroom.
Keywords: Cataloging teaching. Formation of the cataloger librarian. Librarian training.
ARTIGO
© Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.3, n.2, p.100-106, jul-dez. 2007. 101
1 INTRODUÇÃO
O desenvolvimento tecnológico na área de informação determinou a criação de
diversos serviços e formatos para tratamento e utilização das informações. Na maioria das bibliotecas e centros de documentação, encontra-se informatizada parte das rotinas, serviços e atividades de gerenciamento.
A Catalogação, como outras áreas do Processamento Técnico, sofre enormes
transformações: das fichas catalográficas manuscritas e impressas para os registros
bibliográficos legíveis por máquina; dos catálogos impressos para os catálogos em linha até as redes de catalogação cooperativa.
A experiência de conversão de dados, do catálogo manual para o eletrônico,
mostrou-nos que as informações contidas numa ficha catalográfica não podem simplesmente ser digitadas no computador para gerar um catálogo automatizado. O catalogador precisa realizar análise técnica do documento base da informação, avaliar as necessidades de dados da instituição mantenedora e/ou das instituições envolvidas, no caso de cooperação, conhecer as normas e padrões de inclusão de dados a serem empregados, bem como o programa e formato a ser utilizado.
Inserido neste contexto, está o Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras
(PLANOR), da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), que dentre suas atividades, administra e gerencia duas bases de dados bibliográficas, uma nacional e outra estrangeira, o Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional (CPBN)1, onde se encontram cadastradas instituições e acervos de memória nacional, e a base “Novum Regetrum”2, para livros raros, esta última gerenciada pela BN Espanha. Este Projeto é parte de programa de catalogação cooperativa internacional liderada pela Associação de Bibliotecas Nacionais de Ibero - América – ABINIA. Para compor esta base de dados, ficou acordado, que a Biblioteca Nacional do Brasil, iria inicialmente colaborar com a inclusão de 5.000 (cinco mil) itens num período de
cobertura entre os séculos XVI ao XIX. Obedece a padrões de catalogação do International Standard Bibliographic Description for Older Monographic Publications (Antiquarian) - ISBD(A) e disponibiliza registros bibliográficos em linha através do formato MARC (MAchine Readable Cataloging). Esta base (NOVUM) encontra-se em construção, mas pode ter seu conteúdo acessado através do endereço eletrônico.
Para que o PLANOR pudesse participar do programa “Novum Regestrum”, em
parceria com a Divisão de Obras Raras da FBN, em novembro de 2005 foi contratado,
treinado e supervisionado um grupo de quatro estagiários de biblioteconomia. O grupo de estagiários foi envolvido no processo de transformar a descrição dos registros que seguem o AACR2, utilizado pela FBN, para o ISBD(A), de acordo com o padrão estabelecido pelo programa de cooperação. Nesse sentido, deu-se ênfase à rotina de descrição bibliológica do acervo com vistas à geração de notas consistentes e padronizadas. É importante ressaltar que esse trabalho tomou como base notas já descritas e disponibilizadas nas bases da Divisão de Obras Raras da FBN.
A ação subseqüente deste procedimento é retificar e perfazer os dados na própria
base ABINIA em formato MARC. O produto final deste programa, a nosso ver, não é apenas a construção desta base e a cooperação internacional, tão importante para a socialização e globalização da informação, mas, também a formação de um futuro profissional especialista e disseminador, e de um estudante crítico que consiga visualizar problemas e apontar soluções.
2 A FORMAÇÃO DO CATALOGADOR
No Brasil, o conhecimento da utilização dos códigos de catalogação é obtido
durante o período de formação regular, nos cursos superiores de Biblioteconomia, entretanto a aplicabilidade destes conhecimentos em bases automatizadas se dá, na maioria das vezes, na prática, ou seja, por meio dos estágios curriculares e não curriculares ou durante a atuação profissional.
Os programas curriculares de catalogação, de modo geral, no Brasil, trabalham
com o foco na prática catalográfica, onde a base de conteúdos do curso é o Código de
Catalogação Anglo Americano, segunda edição (CCAA2)3 e os alunos são orientados para o exercício e a elaboração de registros bibliográficos no formato de fichas 12 x 7,50 ou MARC.
Em alguns casos, pode-se perceber o foco já mais direcionado para a construção de bancos de dados, onde o formato MARC e os metadados passam a ter um peso maior no programa curricular.
Sem dúvida há um hiato nesse contexto que deve ser estudado, para que se possa
encontrar o caminho para a formação de catalogadores com habilidade e competência para lidar com o volume e a diversidade de materiais que se apresentam. E o ensino da
catalogação, assim como de outras disciplinas na Biblioteconomia e Ciência da Informação, deve ter o caráter educativo e não conformador.
O termo “formação”, com suas conotações de moldagem e conformação, tem o
defeito de ignorar que a missão do didatismo é encorajar o autodidatismo,
despertando, provocando, favorecendo a autonomia do espírito. (MORIN, 2004, p.
10-11).
A catalogação vem se apresentando como uma das ferramentas mais importantes
para o compartilhamento de recursos, e que hoje é possível com o uso das inúmeras inovações tecnológicas que já estão à nossa disposição, vide, por exemplo, o protocolo de comunicação Z39.50. Por outro lado, como bem ressaltou Eliane Mey (2005), nos últimos dez anos um grande avanço teórico na área, vem dando maior embasamento para a compreensão dos princípios que levam à prática da representação e para a construção de bancos de dados.
Entende-se ser imprescindível que o aluno antes de iniciar a prática da elaboração
de registro tenha clareza do contexto histórico, social e cultural que levou a criação desse procedimento, dos princípios que regem a área (Declaração de Paris), dos estudos sobre o modelo conceitual proposto nos Requisitos Funcionais do Registro Bibliográfico4, assim como dos códigos, formatos e suas particularidades.
Outra questão que é considerada importante na formação do catalogador, é o
estímulo à relação entre a teoria/prática que está sendo ministrada em sala de aula, com a prática que o mesmo está vivenciando nos seus estágios fora da Escola. Foi nesse sentido que surgiu a idéia de realizar uma experiência de trabalho conjunto: aluno/professor/profissional.
3 APROXIMAÇÃO DA TEORIA E DA PRÁTICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Biblioteca Nacional, através da sua magnífica coleção, distribuída em diferentes
divisões, possibilita aos estudantes universitários, a oportunidade de enriquecimento teórico e prático. Desta forma, a teoria obtida na universidade, se transforma em prática através de estágios realizados em seus diversos setores.
Durante estágio oferecido pelo Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras, é
possível que alunos da graduação dos cursos de Biblioteconomia possam conhecer um pouco deste universo e algumas das atividades que envolvem a descrição e o registro bibliográfico daquele acervo raro, e também a importância desta ação para a preservação e salvaguarda de acervos de memória. A seguir, apresentamos o detalhamento do ambiente e dos conteúdos trabalhados durante o período de estágio da aluna, bem como, o método de compartilhamento dos novos conhecimentos adquiridos a partir dessa experiência.
3.1 A Área de Notas na Catalogação de Obras Raras
Como já foi dito acima, o PLANOR em parceria com a Divisão de Obras Raras
desenvolve atualmente o Projeto ABINIA (Associação das Bibliotecas Nacionais Iberoamericanas).
Neste projeto, dados já existentes em bases de dados bibliográficas disponíveis,
são avaliados, corrigidos e atualizados. Para isto, são analisadas e descritas as características intrínsecas do item5, no suporte papel. Nesta rotina, destacamos as atividades de análise bibliológica e a inserção e correção de dados na Base Bibliográfica de ABINIA, em formato MARC.
A análise bibliológica consiste num exame minucioso que é feito em cada página
do livro e que tem como objetivo, servir como um recurso de preservação e salvaguarda.
Trata-se de descrever todos os atributos pertencentes a um determinado item e todos os demais atributos que o caracterizam e o diferenciam de outros exemplares da mesma obra, expressão e/ou manifestação, tornando-se necessária a realização de uma análise exaustiva, da capa à contracapa.
Após a realização da análise bibliológica, os novos dados descritos em
formulários bibliográficos são inseridos na Base ABINIA em formato MARC. As
informações contidas em um metadado, seja uma ficha catalográfica ou uma planilha de
dados, não podem ser simplesmente digitadas no computador para produzir um catálogo
automatizado. O computador precisa de um meio para interpretar a informação encontrada no registro bibliográfico e o MARC é formato eleito neste projeto para solucionar este problema.

3 Anglo-American Cataloguing Rules, 2nd Edition (AACR2)
4 Functional Requirements for Bibliographic Records (FRBR)
5Segundo os FRBR item é uma das entidades do Grupo 1 e refere-se ao objeto físico.
ARTIGO
© Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.3, n.2, p.100-106, jul-dez. 2007. 104

Para a inserção destes dados, sentiu-se a necessidade da criação de um glossário
para a padronização das notas, que apresentasse os termos mais freqüentes neste tipo de acervo, como por exemplo, capitais ornamentadas, vinhetas, caracteres góticos, comentários em corandel, manchete, etc. É importante ressaltar que para a inclusão de novos termos, são realizadas consultas a profissionais especializados, bibliografias e outros acervos.
Destaca-se a utilização do ISBD(A) como fonte para a catalogação e entrada dos
dados. Na catalogação de obras raras, a Zona das Notas (zona 7) do ISBD(A) é indispensável e permite detalhar e especificar bem as características extrínsecas e intrínsecas da obra rara, ampliando e enriquecendo a sua descrição. Em alguns momentos, principalmente quanto à padronização de terminologias, é utilizado o DCRB (Descriptive Cataloging of Rare Books).
3.2 Compartilhando Novos Conhecimentos
Reconhecendo o valor deste tipo de experiência para a vida acadêmica e profissional, a idéia do desenvolvimento de uma pesquisa destinada à organização destas
informações foi se concretizando com o objetivo de compartilhar conhecimentos e
experiências adquiridos no período de estágio com os alunos do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
Naquele momento, tinha-se acabado de discutir os capítulos 1 e 2, 21 e 226 do
CCAA2, e o conhecimento adquirido em sala de aula na disciplina de Catalogação I, somada a experiência prática de inserção de dados na Base ABÍNIA, desencadeou na aluna a curiosidade sobre a complexidade e os novos procedimentos que foram aprendidos durante o estágio.
A partir desse momento, iniciou-se um processo de ensino e aprendizado
complementar ao de sala de aula, tendo em vista que, tanto a professora como a bibliotecária responsável pelo PLANOR, envolveram-se neste processo, apoiando e orientando na busca do referencial teórico que envolvia o ISBD(A), o MARC, o DCRB e os princípios de análise bibliológica. Contando, também, com o auxílio da Internet no intercâmbio de informações, conseguiu-se ampliar e enriquecer experiências entre aluno, professor e profissional.
Iniciou-se o ano de 2007 com uma aula especial para os alunos do período da
manhã, dentro da disciplina Catalogação II, ministrada pela aluna/pesquisadora com a
presença da bibliotecária coordenadora do Projeto, onde discorreu-se acerca da metodologia empregada na realização do trabalho e os resultados obtidos até aquele momento. A idéia naquele momento era compartilhar o aprendizado obtido e despertar o interesse de outros alunos pela catalogação e pela pesquisa.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
6 Capítulo 1 – Regras Gerais; Capítulo 2 – Livros, Folhetos e Folhas Impressas; Capítulo 21 – Escolha dos Pontos de Acesso; Capítulo 22 – Cabeçalhos para Pessoas.
ARTIGO
© Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.3, n.2, p.100-106, jul-dez. 2007. 105
Autores e especialistas (MEY, 2005; TILLETT 2004; PEREIRA, RODRIGUES,
2002) vêm cada vez mais afirmando a necessidade de se repensar a formação do catalogador e estimular o estabelecimento de um processo de educação continuada para os profissionais que lidam com o registro bibliográfico.
Caldas; Barbosa (s.d) apontam também a importância dos estágios na formação
profissional e pessoal dos estudantes de biblioteconomia, amadurecendo atitudes,
comportamentos e habilidades, principalmente, na análise crítica e reflexiva das interfaces do conhecimento teórico e prático. Ainda, segundo as autoras, a principal atividade de extensão dos universitários têm sido os estágios, tanto curriculares, como não curriculares. Entretanto, pouco se sabe sobre o retorno dos estágios para os estudantes, para a instituição concedente e agência formadora de estudantes de Biblioteconomia.
A importância desse debate pode ser conferida pelo peso dado no II Encontro
Nacional de Educação da Informação (II ENECIN) que teve como tema central “Cruzamento
de saberes e fazeres em Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação: das
reflexões epistemológicas e pedagógicas às práticas profissionais”. Neste encontro foi reservada uma manhã para discutir a questão da aproximação da teoria e prática nos estágios e atividades curriculares complementares. Os palestrantes apontaram para problemas recorrentes como a falta de supervisão orientada que garanta a continuidade do processo de formação do aluno da graduação.
Segundo Edgar Morin (2004, p.24), um imperativo da educação é “o desenvolvimento da aptidão para contextualizar e globalizar os saberes”. Acredita-se que o
exercício da pesquisa a partir de uma vivência, articulando teoria e prática e envolvendo aluno, professor e profissional, segue esse princípio, ou seja, o de integrar o conhecimento em seu contexto.
Percebeu-se que o uso dessa metodologia na disciplina de catalogação deu novos
ares para o grupo, abriu novos caminhos do pensar a catalogação, e surgiu como um fator provocativo e de estímulo à articulação de conhecimentos, criando novas possibilidades de incentivos também à formação continuada de profissionais.
REFERÊNCIAS
CALDAS, Maria Aparecida Esteves, BARBOZA, Josefa Pereira. O Papel da extensão na
formação do estudante de Biblioteconomia. Disponível em:
. Acesso em:
21/03/2007.
FURRIE, Betty. O MARC bibliográfico: um guia introdutório; catalogação legível por
computador. Tradução de Beatriz Valadares Cendón, Sonia Burnier, Maria Helena Santos e Natália Guiné de Mello Carvalho. Brasília, DF: Thesaurus, 2000. 95 p. Título original: Understanding MARC Bibliographic.
MEY, Eliane Serrão Alves. Algumas questões sobre o ensino da representação descritiva, ou a catalogação na berlinda. 2005. Disponível em: . Acesso em: 15 jul. 2005.
ARTIGO
© Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Nova Série, São Paulo, v.3, n.2, p.100-106, jul-dez. 2007. 106
MEY, Eliane Serrão Alves. Introdução à catalogação. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 1995. 123 p.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma reformar o pensamento. 10. ed.
Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 2004.
PEREIRA, Ana Maria; RODRIGUES, Renata. A educação continuada do catalogador: o caso
da Universidade do Estado de Santa Catarina. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa
Catarina, v.7, n.1, p. 219-239, 2002.
ROWLEY, Jennifer. Informática para bibliotecas. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 1994.
307 p.
TILLETT, Barbara B. Cataloging for the future. 2004. Disponível em:
. Acesso em: 15. Jun. 2005.
ELISA CAMPOS MACHADO
emachado2005@gmail.com
Docente na Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de
Janeiro – UNIRIO.
Av. Pasteur, 458, sala 404 – Prédio CCH – Urca,
Rio de Janeiro, RJ – CEP:22290-040/ Brasil
ROSANGELA ROCHA VON HELDE
rosangelavonhelde@gmail.com
Bibliotecária da Fundação Biblioteca Nacional, PLANOR – Plano Nacional de
Recuperação de Obras Raras.
Av. Rio Branco, 219/39 - Centro - Rio de Janeiro, RJ – CEP: 20.040-008/ Brasil
SABRINA DIAS DO COUTO
sabrinadias05@hotmail.com
Aluna do 6º período da Escola de Biblioteconomia da Universidade
Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.
Av. Pasteur, 458, sala 404 – Prédio CCH – Urca,
Rio de Janeiro, RJ – CEP:22290-040/ Brasil
Recebido para publicação em: 15/09/07
Aceito para publicação em: 08/12/07

O AACR2 NÃO DÁ, MAS O RDA DARÁ VITAMINAÇÃO AO CATALOGADOR

O AACR2 NÃO DÁ, MAS O RDA DARÁ VITAMINAÇÃO AO CATALOGADOR
[Janeiro/2008]
Nos últimos anos, a catalogação experimenta uma renovação mais intensa em seus conceitos e práticas, afetadas pelas tecnologias da informação e comunicação. Desse processo emerge uma nova dimensão das suas bases instrumentais à organização e gestão de informação e conhecimento circulante na internet.

O AACR2 (Anglo-American Cataloging Rules, Second Edition / Código de Catalogação Anglo-Americano, Segunda Edição), e demais códigos de catalogação nele baseados, encontra-se em uma fase de revisão diante das novas exigências conceituais e formais de descrição bibliográfica.

O universo da informação registrada mudou radicalmente desde que o AACR2 foi publicado pela primeira vez, em 1978. Antes dos computadores pessoais (microcomputadores), da Internet e Web tornarem-se extensões complementares de nossa vida pessoal e profissional.

Embora, para muitos catalogadores brasileiros a ficha não tenha desaparecido de sua atividade cotidiana, metaforicamente a ‘ficha’ já caiu para muitos outros, preocupados com as tendências mundiais. As mudanças que ocorrem no universo bibliotecário provocam uma troca de paradigma na maneira de se comunicar e distribuir informações bibliográficas. O conteúdo informacional descola-se dos suportes físicos, migra e expande-se irreversivelmente para o ambiente digital.

Anteriormente, o impresso era o meio dominante na comunicação registrada. Os formatos eram mais estáveis de se compreender e categorizar. Afinal, as pessoas eram também analógicas no uso dos recursos existentes. Desta maneira, um vídeo ou um áudio (em cassete) tinham os suportes delineados e os catalogadores podiam descrevê-los sem dificuldades como conteúdos de algo real. Com a evolução tecnológica, surge uma nova variedade de mídias.

Novos formatos de conteúdos, ainda que armazenados em suportes físicos, começaram a tornar difícil definir a representação e categorização. Chris Oliver comenta como exemplo o CD ou DVD, que pode ser considerado um suporte para computador ou vídeo, ou ambos, dependendo da natureza do conteúdo. Mesmo um mapa digital é um arquivo de computador e material cartográfico.

Os próprios usuários, agora aderentes ao novo ambiente digital, desenvolveram expectativas completamente diferentes aos do período analógico. Apesar de buscarem informações que satisfação suas necessidades, esperam que os sistemas bibliográficos façam no mínimo isto, ao responder suas consultas (e se possível com acesso ao texto completo).

Os usuários estão mais sofisticados nas técnicas e nas variedades de abordagem possíveis para recuperação da informação. Segundo Daniel Kraus, os usuários estão crescentemente satisfeitos com a rapidez da pesquisa realizada na Internet. Diante desta “satisfação” tendem a abandonar cada vez mais os catálogos bibliográficos que só oferecem como resultado descrições em lugar do acesso; além de não possibilitar em seus sistemas maior interação, ou personalização baseada nas necessidades do público.

Outro aspecto decorrente, é que há mais participantes no negócio de armazenamento e recuperação da informação. O AACR2 nunca foi um padrão exclusivo para fornecer representação e acesso a recursos bibliográficos.

Ademais, a catalogação abarca apenas um pequeno subconjunto do universo da informação. Neste sentido, vemos surgir especialistas de outras áreas de pesquisas que debatem os mesmos assuntos relacionados às preocupações de catalogadores por gerações. Atualmente, aparecem nesta relação: as linguagens de marcação, os metadados e a Web semântica, por exemplo.

Neste universo em transformação, o AACR2 “parece” não conseguir dar sustentação eficiente aos catalogadores. Infelizmente, seu “design” (para citar um termo da moda) carece de ser extensível o suficiente para acomodar os novos e multivariados tipos de recursos de informação. O seu próprio modelo de revisão e atualização pouco contribui para melhorar o seu desempenho diante das inovações tecnológicas contínuas. O modelo é gerenciado por um comitê internacional o JSC (Joint Steering Committee for Revision AACR / Comitê Conjunto Permanente para a Revisão das Regras Anglo americanas de Catalogação) e do qual fazem parte instituições do “mundo” anglo-saxão: American Library Association; Library of Congress; Australian Committee on Cataloguing; British Library; e Canadian Committee on Cataloguing. A tomada de decisão no interior do comitê é por consenso, qualquer inclusão no padrão requer testes contínuos de avaliação e qualidade, o que gera normal lentidão. Mas apesar das tentativas de diminuir a sua obsolescência, o código contempla muitas regras restritivas e incompatíveis com o novo cenário digital e profusão tecnológica.

Diante desta situação, nasce uma iniciativa promovida pelo próprio JSC (responsável pelo AACR) e apoiada pela IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions / Federação Internacional de Associações de Bibliotecas e Instituições) de desenvolver nova ferramenta que substitua o AACR2, fornecendo aos quase combalidos catalogadores vitaminação para resistir e condições para lidar com a crescente informação digital.

A iniciativa originalmente era conhecida como AACR3. Segundo Kraus, em abril de 2005, o JSC reagiu a comentários sobre a atualização planejada ao AACR, e decidiu que o padrão vigente (criado entorno do modelo de um catálogo de fichas e agora situado em um evoluído ambiente digital), necessitava de uma vigorosa revisão. A revisão ao que parece refletiu no título do novo código com a remoção do termo "Anglo-americano" (com a intenção de tornar o novo código um padrão de aceitação internacional); a remoção também do termo "Catalogação" substituído por "Descrição de Recurso", uma expressão adotada por comunidades produtoras de metadados; e a inclusão do termo "Acesso" com objetivo de criar um esquema flexível para descrever todos os recursos: analógicos e digitais; bem como descrever os dados de maneira a serem aproveitados pelas estruturas de bases de dados emergentes, além de compatíveis com registros existentes em catálogos online. Em suma, é preciso haver registros bibliográficos funcionais e utilizáveis na Web. Destas intenções vai nascendo a “receita” do RDA.


RDA

RDA é sigla para Resource Description and Access (Descrição e Acesso a Recursos), uma proposta de padrão sucessora ao AACR2. Como mencionado acima, seu desenvolvimento caracteriza-se por uma mudança na direção de ser um código internacional (ou de aceitação global), que diferentemente do atual (em uso), não se regule por regras rígidas, mas por diretrizes de ampla aplicação, e com foco centrado no usuário e nas suas necessidades de informação.

O padrão pretende-se de fácil utilização na geração de registros bibliográficos que contenham dados relevantes aos usuários. A intenção visa subsidiar o modelo descritivo FRBR (Functional Requeriment for Bibliographic Record / Requisitos Funcionais para Registro Bibliográfico), que analisa no registro bibliográfico como o dado é usado, visando identificar as entidades no universo bibliográfico de interesse aos usuários, os atributos dessas entidades e seus relacionamentos.

Esse cenário de mudança, fatalmente, irá alterar a perspectiva da catalogação na consulta ao registro isolado para a busca do registro com contexto. O RDA quer colocar-se como a estrutura semântica que poderá ser usado pelo esquema conceitual expressado no modelo FRBR (que tem por intenção ser independente de qualquer código de catalogação).

Os princípios que têm orientado o desenvolvimento do RDA estruturam-se sobre o relatório da declaração internacional dos princípios da catalogação elaborado pela IFLA - IME ICC (IFLA Meeting of Experts on an International Cataloging Code / Reunião IFLA de Especialistas sobre um Código Internacional de Catalogação).

Salienta-se que o RDA será um padrão normativo de conteúdo informacional, não um esquema de metadados. Composto por um conjunto de diretrizes que devem indicar como descrever um recurso direcionado sobre os locais de informação (ou atributos) que um usuário está interessado, auxiliando-o a navegar em bases de dados e catálogos bibliográficos.

Os apêndices integrados ao RDA serão propostas opcionais para apresentar os dados descritivos e os dados relacionados ao ponto de acesso. Este direcionamento ao conteúdo abre a possibilidade do RDA ser relevante para uma ampla variedade de comunidades de metadados, como também para o ambiente da catalogação tradicional.

Neste sentido, um registro RDA poderá ser armazenado e transmitido em formato MARC ou em esquema de metadados como o formato Dublin Core ou MODS (Metadata Object Description Standard). Apesar das comunidades de metadados terem esquemas detalhados, elas não têm necessariamente padrão de conteúdo. Desta forma, espera-se que o RDA venha ser relevante para o “universo” dos metadados, como também para o “mundo” da catalogação tradicional. O catalogador que sobreviver a implantação a partir de 2009 comprovará a predição.

Para os catalogadores, a realidade atual da catalogação parece “bólido de fórmula 1”, tem andado mais depressa que os processos de análise e normalização de seus padrões. Entretanto, até termos uma definição mais estável de todo processo, muita coisa vai acontecer. Para os catalogadores brasileiros seria fundamental resgatar e reforçar a prática da catalogação cooperativa. O lado bom dos acontecimentos, é que a catalogação está em discussão, saindo de trás das estantes, deixando de ser um mero serviço técnico (o que aliás nunca foi, basta ler Antonio Panizzi, e Charles Ammi Cutter, por exemplo) para tornar-se efetivamente um serviço centrado no usuário.



Indicação de leitura:

Chris Oliver. Changing to RDA. Feliciter, n. 5, p. 250 – 53, 2007.

Daniel Kraus. Controversies in cataloging: the debate over AACR2´s successor. American Libraries, v. 38, n. 9, p. 66 - 7, Oct. 2007.

Diane I. Hillmann. RDA for who? Technicalities, vol. 26, n. 3, p. 8 - 10, 2006.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Buscador de feeds RSS em biblioteconomia e bibliotecas

Este é o link
http://www.libworm.com/

Capítulo 12

_________________________________________________________________________
Revista do direito trabalhista : RDT. – Ano 3, n. 1 (jan./97)- . – Brasília :
Consulex,1997- .
v. : il. ; 30 cm.
Mensal.
Editor: Luiz Fernando Zakarewicz.
Repositório autorizado da jurisprudência do TST, sob nº 13/97, de 13.5.97.
Descrição baseada em: Ano 3, n. 1 (jan./97).
ISSN 1519-8057
I. Zakarewicz, Luiz Fernando. II. Título: RDT.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
022 # # $a 1519-8057
245 0 0 $a Revista do direito trabalhista : $b RDT.
246 3 0 $a RDT.
362 0 # $a Ano 3, n.1 (jan/97)- .
260 # # $a Brasília : $b Consulex, $c 1997- .
300 # # $a v. : $b il. ; $c 30 cm.
310 # # $a Mensal.
500 # # $a Editor: Luiz Fernando Zakarewicz.
500 # # $a Repositório autorizado da jurisprudência do TST. Sob nº 13/97,
de 13.5.97.
500 # # $a Descrição baseada em: Ano 3, n.1 (jan/97).
700 1 # $a Zakarewicz, Luiz Fernando.
_________________________________________________________________________
Figura 12-7. Título por extenso e abreviado na fonte principal de informação (12.1B2)

Capítulo 11

_________________________________________________________________________
Correio braziliense, ou, Armazem literario [microforma]. – Vol. 1, [n. 1]
(jun. 1808)-v. 28, n. 169 (jun.1822). – New York : Photographic
Sciences Corporation, 1980.
24 bobinas de microfilme ; 35 mm.
Biblioteca Nacional, Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos.
Reprodução de: Londres : Impresso por W. Lewis, 1808-1822. Mensal.
Fundação, edição, publicação: Hippolyto Joseph da Costa Pereira Furtado
de Mendonça (Hipólito José da Costa). Distribuição: Corte de Portugal, no
Rio de Janeiro. Conteúdo: Politica – Commercio e arte – Literatura e sciencias
– Miscellanea (acréscimo de apêndice em alguns meses).
Publicação impressa continuada como: Ano 152 (2. fase), n. 1 (21 abr.1960).
Brasília: Diários Associados, 1960. Diário.
I. Costa, Hipólito José da. II. Biblioteca Nacional (Brasil). III. Título: Armazem
literario.
____________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
245 0 0 $a Correio braziliense, ou, Armazem literario $h [microforma].
246 3 0 $a Correio braziliense.
246 3 0 $a Armazem literario.
362 0 # $a Vol. 1, [n.1] (jun. 1808)-v. 28, n.169 (jun. 1822).
260 # # $a New York : $b Photographic Sciences Corporation, $c 1980.
300 # # $a 24 bobinas de microfilme ; $c 35 mm.
500 # # $a Biblioteca Nacional, Plano Nacional de Microfilmagem de Periódicos.
534 # # $p Reprodução de: $c Londres : Impresso por W. Lewis, 1808-1822. $n Mensal.
$n Fundação, edição, publicação: Hipólito José da Costa. $n Distribuição: Corte
de Portugal, no Rio de Janeiro. $n Conteúdo: Politica, Commercio e arte –
Literatura e sciencias – Miscellanea (apêndice em alguns meses).
700 1 # $a Costa, Hipólito José da.
710 2 # $a Biblioteca Nacional (Brasil).
_________________________________________________________________________
Figura 11-6. Publicação seriada em microfilme, catalogação encerrada (11.3C)

Capítulo 9 - Recursos contínuos

Os recursos contínuos, publicações seriadas em meio eletrônico tiveram registro da área 3,
Área numérica etc.

____________________________________________________________________
Revista virtual de direitos humanos [recurso eletrônico] / OAB, Conselho
Federal, Comissão Nacional de Direitos Humanos. – Ano 1, n.1
(dez. 2000)- . – Dados eletrônicos. – Brasília : Ordem dos
Advogados do Brasil, 2000-
Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader.
Modo de acesso: World Wide Web:

Título da página da Web (acesso em 26 mar. 2003).
Título varia: Revista Cndh; Revista de direitos humanos.
Edição especial impressa: Ano 2, n. 2 (mar. 2002).
I. Comissão Nacional de Direitos Humanos (Brasil). II. Ordem dos
Advogados do Brasil. Conselho Federal. III. Título: Revista Cndh. IV.
Título: Revista de direitos humanos.
_______________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
245 0 0 $a Revista virtual de direitos humanos $h [recurso eletrônico] / $c OAB,
Conselho Federal, Comissão Nacional de Direitos Humanos.
246 3 2 $a Revista Cndh.
246 3 2 Revista de direitos humanos.
362 0 # $a Ano 1, n.1 (dez. 2000)-
260 # # $a Brasília : $b Ordem dos Advogados do Brasil, $c 2000-
538 # # $a Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader.
538 # # $a Modo de acesso: World Wide Web.
500 # # $a Título da página da Web (acesso em 26 mar. 2003).
500 # # $a Edição especial impressa: Ano 2, n.2 (mar. 2002).
710 2 # $a Comissão Nacional de Direitos Humanos (Brasil).
710 2 # $a Ordem dos Advogados do Brasil. $b Conselho Federal.
856 4 1 $u http://www.oab.org.br/comissoes/cndh/revista.html
_________________________________________________________________________
Figura 9-2. Revista virtual de acesso remoto apenas (9.A2)

Capítulo 6 - Gravação de som

_________________________________________________________________________
Vangelis.
1492 [gravação de som] : conquest of paradise : music from the original
soundtrack / Vangelis. – Germany : Warner Music U.K., 1992.
1 disco sonoro (52 min) : digital, estereo. ; 4 ¾ pol. + 1 folheto ([15] p. : il.
color. ; 12 cm)
Composição, arranjos, produção e apresentação de todas as músicas:
Vangelis.
Compact disc.
Texto adicional: Grande parte fotos, cenas do filme.
Conteúdo: 1. Opening – 2. Conquest of paradise – 3. Monastery of La
Rebida – 4. City of Isabel – 5. Light and shadow – 6. Deliverance – 7. West
across the ocean sea – 8. Eternity – 9. Hispanola – 10. Moxica and the horse –
11. Twenty eighth parallel – 12. Pinta, Nina, Santa Maria (Into eternity).
France CA851 GEMA/BIEM : 4509-91014-2
I. Título. II. Título: Conquest of paradise.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
028 0 2 $a 4509 91014-2 $b France CA851 GEMA/BIEM
100 0 # $a Vangelis.
245 1 0 $a 1492 $h [gravação de som] : $b conquest of paradise : music from the original
soundtrack / $c Vangelis.
246 3 0 $a Conquest of paradise.
260 # # $a Germany : $b Warner Music U.K., $c 1992.
300 # # $a 1 disco sonoro (52 min) : $b digital, estereo. ; $c 4 ¾ pol. + $e 1 folheto
([15] p. : il. color. ; 12 cm)
500 # # $a Composição, arranjos, produção e apresentação de todas as músicas: Vangelis.
500 # # $a Compact disc.
500 # # $a Texto adicional: Grande parte fotos, cenas do filme.
505 0 # $a 1. Opening – 2. Conquest of paradise – 3. Monastery of La Rebida – 4. City of
Isabel – 5. Light and shadow – 6. Deliverance – 7. West across the ocean sea – 8.
Eternity – 9. Hispanola – 10. Moxica and the horse – 11. Twenty eighth parallel –
12. Pinta, Nina, Santa Maria (Into eternity).
_________________________________________________________________________
Figura 6-18. Título principal e título de uma das músicas incluídas como outras
informações sobre o título (6.1E)

Catalogação AACR2 - Capítulos especiais

Mensagem dirigida ao Congresso Nacional

_________________________________________________________________________
Brasil. Presidente (1891-1894 : Deodoro da Fonseca)
Mensagem dirigida ao Congresso Nacional pelo Presidente da República dos
Estados Unidos do Brasil, em 15 de junho de 1891 [manuscrito] / [Deodoro da
Fonseca].
20 f. ; 30 cm.
Ms., assinado.
Original da Subsecretaria de Arquivo do Senado Federal.
I. Fonseca, Deodoro da. II. Brasil. Congresso. Senado Federal. Subsecretaria
de Arquivo. III. Título.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
110 1 # $a Brasil. $b Presidente (1891-1894 : Deodoro da Fonseca)
245 1 0 $a Mensagem dirigida ao Congresso Nacional pelo Presidente da Republica dos
Estados Unidos do Brasil, em 15 de junho de 1891 $h [manuscrito] / $c [Deodoro
da Fonseca].
300 # # $a 20 f. ; $c 30 cm.
500 # # $a Ms., assinado.
500 # # $a Original da Subsecretaria de Arquivo do Senado Federal.
700 1 # $a Fonseca, Deodoro da.
710 1 # $a Brasil. $b Congresso. $b Senado Federal. $b Subsecretaria de Arquivo.
_________________________________________________________________________
Figura 4-2. Título principal como aparece no manuscrito (4.1B1)

Para alegrar o dia, com perfume

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia

Revista de biblioteconomia
http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/index

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Biblio Focus : a informação ao alcance do mouse.

Biblio Focus - a informação ao alcance do mouse.
http://www.bibliofocus.blogspot.com/

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

BibMargarida: Minhas flores

BibMargarida: Minhas flores

GecaOnline

http://gecaonline.blogspot.com/
O objetivo do GecaOnline é disseminar as pesquisas e estudos sobre catalogação, desenvolvidos no interior do GP-NTI, na rede Internet, a fim de que a sua divulgação seja motivadora para a participação de outros interessados nos temas abordados e possa gerar a constituição e ampliação de uma rede informacional sobre Catalogação Automatizada.

A Bibliotecária

Vale a pena conhecer este blog

http://abibliotecaria.blogspot.com/

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Melhor para concurso textos

http://extralibris.org/concursos/wp-content/arquivos/o-melhor-do-blog-biblioteconomia-para-concursos_textos.pdf

Apostila de concurso

http://extralibris.org/concursos/wp-content/arquivos/o-melhor-do-blog-biblioteconomia-para-concursos_analises-de-provas1.pdf

Tabela Cutter

http://www.oclc.org/dewey/support/program/default.htm

instruções:

http://www.oclc.org/dewey/support/program/instructions.htm

"Do networking à construção de redes sociais: um novo desafio"

Palestra:
"Do networking à construção de redes sociais: um novo desafio"
Profa. Regina Célia Baptista Belluzzo

http://www.febab.org.br/FEBAB%20Palestra%20Networking%202008.ppt

Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições

http://www.febab.org.br/

Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições

Site BIBLIODADOS.

Novo endereço do site BIBLIODADOS.

Disponibiliza diversos links com base de dados, periódicos eletrônicos,
e-books, bibliotecas virtuais... etc.

Acesse o site http://bibliodados.hd1.com.br

E o blog http://bibliodados.blogspot.com/

São Miguel Arcanjo

Oração a São Miguel Arcanjo

Oração a São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo foi escolhido por Deus para ser defensor de todos os cristãos. Ele com seus anjos formam uma imensa legião de luz pronta para interceder por todos aqueles que o invocam com humildade e sinceridade no coração.

Para invocar o seu auxílio, é preciso rezar diariamente a Oração a São Miguel Arcanjo e repetir durante o dia: "São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate".

Precisamos combater o demônio, que é uma realidade, e sua ação se manifesta por meio das ações dos homens e mulheres.

Onde há ódio, guerra, violência, desagregação Familiar, aborto, traição, corrupção, roubos, seqüestros, assassinatos etc, o demônio está presente, alimentando o ambiente com muito mais ódio e violência.

Oração

Glorioso Príncipe do Céu e Protetor das Almas, eu vos chamo e invoco para que me livreis de toda adversidade e de todo pecado, fazendo-me progredir no serviço de Deus e conseguindo-me dele a graça da perseverança final, que me faça gozá-la eternamente. Amém!

São Miguel Arcanjo, protegei-nos no combate, cobri-nos com vosso escudo contra os embustes e ciladas do maligno. Subjugue-o Deus, instantaneamente vos pedimos. E vós, príncipe da milícia celeste, precipitai ao inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que andam pelo mundo a perder as almas. Amém!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Quer publicar artigos, monografias,

Novo sítio http://www.brasilescola.com/cadastro/ , onde no mesmo pode-se publicar artigos, monografias etc., é mais uma fonte de registro, além de suporte papel, CD, e-mail..., facilitando o envio para outros sites de publicação de artigo, credibilizando a fonte e ainda dando publicidade (no sentido de visibilidade) ao trabalho, que muitas vezes fica relegado à apenas um centro de documentação e muitas vezes esquecido.

REDAÇÃO DO CONCURSO NA VOLKSWAGEN

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:
'Você tem experiência'?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.
 REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar,
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.

Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi Sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,

Já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
Já subi em árvore pra roubar fruta,Já caí da escada de bunda.

Já fiz juras eternas,
Já escrevi no muro da escola,
Já chorei sentado no chão do banheiro,
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado,

Já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios,
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso,
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

Já apostei em correr descalço na rua, Já gritei de felicidade,
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.

Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?' . Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência...experiência...Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência?

Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
Experiência? 'Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?'.
 
  
 

Para leitura

Interessante para leitura
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=813146&tit=Revisao-de-normas-da-ABNT-pode-poupar-muitas-arvores

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

LivroClip



O game virtual é educativo e lúdico. Os pequenos já podem arriscar
seus cliques na página  http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=131.

Referencias bibliográficas

Vamos fazer referencias ????

http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/index.jsp

Que imagem sugestiva

Quadro muito bom

Sempre quero ser bibliotecário
http://www.biccateca.com.br/downloads/papel_de_parede_usuario.jpg

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Nova Reforma ortográfica da Língua Portuguesa

Reforma ortografica da Língua portuguesa
Guia - Douglas Tufano

http://images.ig.com.br/hotsites/reforma_ortografica/Guia_Reforma_Ortografica_CP.pdf

Concursos para Biblioteconomia

Concursos para Biblioteonomia.
Site:
http://www.concursospublicosonline.com/informacao/view/Concursos-por-Curso-Superior/Cursos-Superiores/Biblioteconomia/

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Bibliotequices e afins

http://bibliotequiceseafins.blogspot.com/
Um bom blog de Biblioteca escolar

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Descarte de recursos bibliográficos em Bibliotecas

Descarte de recursos bibliográficos en Bibliotecas
Autor: Alfredo Antonio González
Bibliotecario Nicaragüense

El descarte de recursos bibliográficos en uma Biblioteca o Centro de Documentación, es una de las tareas poco comunes debido a distintos factores que involucran a l@s bibliotecari@s, a los administradores de información, y a l@s usuari@s.
A continuación se presentan algunas pautas que pueden llevar a reflexionar y a analizar causas que motiven el descarte de recursos bibliográficos em una Unidad de Información (U.I.); sea Biblioteca o Centro de Documentación, con el fin de depurar colecciones y así aprovechar el espacio físico del que se dispone, para almacenar em los bancos de datos solo aquella información de importancia con temas de información relevante para los usuari@s según la especialidad de la U.I.
Asimismo se presentan algunos espacios de reflexión que se consideran como experto; de mucha utilidad para evitar conflictos y contratiempos en la toma de decisiones en el ordenamiento de bancos de datos.
Es claro y recomendable que el descarte debe de hacerse sistemáticamente, en determinados períodos de tiempo, tomando en consideración la fuente. Estamos hablando de la selección y adquisición, la cual es una tarea que se hace en equipo, por lo tanto, si se va a descartar recursos bibliográficos en una U.I. que no es de utilidad, entonces hay que tomar en cuenta distintas opiniones; en primer lugar la de l@s usuari@s reales, la de los administradores, y la de los bibliotecarios; para que al final se pueda tomar una decisión correcta y consensuada, y depositar los recursos descartados en sítios seguros y controlados.
JUSTIFICACIÓN
Existen actualmente muchas causas que hacen que las colecciones bibliográficas de una U.I. uaumenten en volúmenes y poco en calidad. Uma de las principales causas es la diversificación de temas que la U.I. quiere almacenar por lãs mismas muestras de necesidad de información que requieren determinados usuarios en cierto tiempo. Sin embargo por la falta y establecimiento de políticas por parte de determinadas U.I. em materia de selección y adquisición, hacen que influyan negativamente y les lleven a crearse conflictos en el ordenamiento de sus bancos de datos.
Por otro lado les causan problemas en el espacio físico, ya que por lo regular entre un 30 y 40 por ciento sus recursos de Información abordan aspectos que no se ajustan a sus objetivos y especialidades temáticas, la documentación vaganando obsolescencia, y muchas veces la misma información está disponible en otras U.I. (duplicidad), llevando a saturar el espacio físico total y espacios para l@s usuari@s.
Acompañan a estas causas la falta de equipos, programas y medios modernos automatizados, que les pudiesen apoyar en agilizar el proceso de almacenamiento y recuperación de datos. Tomando como base esas causas, las más sencillas y las más generales, se pretende generar y mostrar algunas consideraciones sobre descarte de recursos bibliográficos en una U.I., con el fin de propiciar y onerlas en ambiente para reflexionar sobre este tema importante.
También para que por medio de estas pautas, quizás les puedan servir a determinados
administradores de información, logren hacer un descarte sistemático, les ayude a depurar colecciones obsoletas, aprovechen el espacio físico y los recursos disponibles, y talvez puedan contribuir un poco a mitigar a corto plazo los problemas de peso, volumen y espacio, para dejar fundamentalmente lo sustancial, lo que le sirva verdaderamente para los servicios y objetivos de la U.I.
OBJETIVO GENERAL
Presentar algunas consideraciones sobre descarte de recursos bibliográficos de Bibliotecas y Centros de Documentación (Unidades de Información).
REFLEXIONES GENERALES SOBRE DESCARTE
Considero que como profesional, administrador y especialista en gestión de información, o bibliotecario; no tengo nada en contra de los libros y todo tipo de soporte o material que contenga información, sea de cualquier naturaleza y contenido temático.
Sin embargo opino que tanto en esta especialidad como en otra, se deben de tomar en cuenta muchos aspectos para poder ser buenos administradores, y uno de esos aspectos en esta especialidad es el descarte de recursos bibliográficos por diversas causas; espacio físico, especialidad temática, organización, complejidad de temas, duplicidad, falta de promoción, poca diseminación selectiva, insuficientes acoplamientos en redes, escasas estructuras de sistemas nacionales de información,
obsolescencia, barreras de idiomas, poço alcance presupuestario, y poco uso entre otras causas y murallas que afectan directamente a l@s usuari@s.
No obstante el descarte naturalmente tiene su base en la selección y adquisición de los recursos bibliográficos, por lo tanto, la selección es um elemento de suma importancia ya que de aquí parte el uso pertinente de la información, y es um punto de partida para saber el grado de eficacia y eficiencia del fondo documental, y por ende de los servicios que determinada U.I. ofrece a sus usuarios reales y potenciales.
Entonces de la calidad en la selección, dependerá en gran parte, la calidad de los servicios en una U.I. Kramer (Especialista de la UNESCO), dice que “quien puede seleccionar con acierto, puede también descartar atinadamente”(¹).
Pero en relación a lo anterior, abordando de lleno el tema de descarte, primero nos interrogamos, ¿cómo saber lo que debemos descartar?
En relación a la interrogante, muchos expertos como Kramer, Lancaster, ALA, ABIESE y otros autores, coinciden en que la mayoría de lãs causas, que a continuación se describen, hay que tomar en cuenta para realizar un descarte cuidadoso, acertado, metódico, com objetividad y sobre todo con fidelidad.
1. Recursos de Información en Malas Condiciones Físicas
Descartar aquellos recursos que manifiestan el papel amarillo, quebradizo, ejemplares mutilados, descuadernados, difíciles de restaurar por su costo y contenido que no se ve muy importante. Por el contrario tratar de conservar aquellos de contenidos especializados, científicos, recurso bibliográficos raras, únicas, que tengan alto valor histórico y que no se puedan reemplazar con facilidad ni conseguir nuevamente.
2. Recursos de Información Irrelevantes sin Importancia
Procurar desmitificar al documento o material bibliográfico, no preservarlo en la colección porque está de moda o se ve bonito por fuera; debe de ser útil y valioso en su contenido, dejarlo si tiene información y datos orientadores e importantes para el usuario y el país, y que se ajuste a los objetivos institucionales, no se debe de falsear la información, buscar lo sustancial y lo mejor, no se debe ser romántico y pasional.
3. Recursos Ajenos a la Unidad de Información
Descartar todo aquello que no coincida con los objetivos de la U.I. o institución, en especial lo donado que no sea de la especialidad aprovecharlo para canjearlos o donarlos a l@s usuari@s o bien a otras U.I., que se detecten y les sean de utilidad por la especialidad temática.
4. Recursos Duplicados
Dejar al menos solo dos copias, quizás en un momento se necesitaron más, pero si en la realidad y después de mucho tiempo y valorando las condiciones actuales no son necesarias tantas copias,descartarlas. Dejar solo lo necesario, queda a criterio donarlos o canjearlos lo separado de los bancos de datos.
5. Recursos Obsoletos
Descartar todo aquello que su información no es vigente, todo lo que ha perdido efectividad en su vigencia, si su nivel de alcance ya no es igual. Sin embargo es uno de los puntos sobre los cuales se debe de meditar un poco más.
Para los bibliotecarios se sabe que desde que aparece uma publicación conlleva a un grado de obsolescencia conforme se desarrolla la ciencia y la tecnología, y avanzan los conocimientos del hombre y el tiempo. Naturalmente, aquí hay que pensar em otros criterios que son necesarios y tenerlos presentes, como por ejemplos:
a. Area de Especialidad:
Es un tema que influye mucho y se debe considerar como el número uno, porque los recursos bibliográficos con información sobre lãs ciencias puras o bien aplicadas, pierden vigencia en mayor proporción que la de las ciências sociales, o sea, que hay una desproporción en las distintas áreas.
(Dereck Desolla, Price – UNESCO): Realizó um estudio al respecto, y reportó que “la literatura mundial crece a razón de un 7% anualmente, y en algunos campos, especialmente en la ciencia y en la técnica la tasa de crecimiento alcanza um 200%” (²), en relación a las distintas áreas del conocimiento humano.
Entonces hay que tomar lo que verdaderamente interesa, lo que pueda ayudar para resolver los problemas y requerimientos de los que demandan información;l@s usuari@s.
b. El Tipo de Material:
De acuerdo al tipo, también influye en que um material deba de ser descartado; por lo regular las enciclopedias por ejemplo tienen una vigência entre 8 y 12 años, los anuarios y estadísticas, por lo regular deben de sustituirse cada año, lãs publicaciones periódicas se recomienda, según la importancia temática, preservarlas entre 5 a 10 años, no obstante, almacenar aquellas publicaciones seriadas de carácter científicas, y descartarlas las impresas si se sabe que se
encuentran en otros soportes.
La información en cintas magnéticas, discos compactos, o de este tipo en medios electrónicos, no pierden vigencia en muchos años, ni ocupan mucho espacio; sin embargo es necesario controlarlas en bancos de datos especializados, por su mayor grado de especialidad.
En los libros y documentos impresos varía mucho, aquellas recurso bibliográficos mal
seleccionadas pierden su rumbo y tienden a caer en la obsolescencia rápidamente por falta de uso. Es aquí donde se puede detectar que Recursos son los menos usados y deben de descartarse.
6. Recursos que no se han Usado
Se deben de hacer valoraciones, y es muy probable que existan recursos que en muchos
años no se han usado, otros quizás poças veces se han utilizados, porque existen recurso bibliográficos relacionadas de mayor importância por su contenido.
Este es otro factor de suma importancia. Por ejemplo: Lancaster recomienda varios criterios posibles para evaluar y descartar recursos de una colección.
El Cuantitativo
Cuando se observa el tamaño absoluto de lãs colecciones, tasa de crecimiento anual, etc. Aunque ciertamente el tamaño de una colección es un indicador de utilidad, ya que supuestamente una colección voluminosa, tiene más posibilidad de satisfacer las necesidades de información de l@s usuari@s.
Este criterio tiene sus riesgos al tratar de evaluar una colección basándose solo por el tamaño absoluto.
Cualitativamente
Esto se realiza cuando se confronta la colección con listas normalizadas, asimismo con acervos de otras unidades de información del mismo nivel o similar en asuntos temáticos. Este criterio está más relacionado con la colección en si, que en su uso.
Uso de la Colección
Se refleja en las estadísticas de circulación” (³). De estos tres criterios mencionados, éste último es el que con mayor conveniencia se recomienda seguir con fines de descartar todo aquello que no se use, y si no se usan no es porque no sirvan, sino porque sus contenidos no tienen valor e importancia para l@s usuari@s.
7. Caso de las Recursos bibliográficos Sueltos
Un recurso bibliográfico que se publicó en vários números sueltos de publicaciones periódicas,también son sujetas al descarte, no sin antes analizar su contenido, y conservar la información significativa que se pudiese incorporar al archivo vertical, o bien ubicarlos en bancos de datos controlados, en donde no se vayan a extraviar.
CONCLUSIÓN
Observando lo relacionado a las tareas de descarte en una Unidad de Información, sea esta una Biblioteca, o Centro de Documentación especializado; es una de las tareas más difíciles de cumplir, dado que cada recurso bibliográfico almacenada en los bancos de datos, requiere de un estudio articular una vez que ha sido detectada para el descarte.
Por lo tanto se debe de entender que el proceso de descarte no es producto de una simple operación matemática, es mucho más que eso.
También se debe de estar claro que una vez que los recursos bibliográficos han sido identificados como sujetos potenciales a descartarse, se procederá a controlarlos en catálogos o sistemas automatizados usados por el público, de igual manera las mismas recurso bibliográficos como tal. Estos recursos pueden ubicarse en fondos pasivos, si se consideran relevantes mantenerlos,de lo contrario, donarlos o desecharlos de uma vez.
Inicialmente se indicó que estas pautas pudiesen servir como base para tratar de solucionar a corto plazo la depuración de colecciones, y mitigar el problema de peso y espacio. Se considera entonces que este problema puede persistir, pese a proponerse a realizar un descarte sistemático y bien fundamentado cada año, o cada dos o tres años, ¿entonces que podemos hacer?
Coincidiendo con otros expertos, dependerá de los criterios tales como; fecha de publicación,fecha de llegada a la unidad de información, del mayor o menor uso de la colección, si no es una información de avanzada y de utilidad para l@s usuari@s, y de su contenido temático, etc.
No obstante, es necesario hacer hincapié en que las colecciones deben de evaluarse sistemáticamente también, con fines de determinar con mayor precisión las nuevas adquisiciones, y descartes en el futuro.
Debemos de subrayar, que el descarte es uma labor delicada, que se debe de hacer en equipo,que requiere en muchos casos; estúdios exhaustivos con métodos bibliométricos que implican naturalmente inversión de tiempo, dinero, y que sean realizadas por gente experta, así como también que en las unidades de información se adopte como una actividad periódica, con las reflexiones y responsabilidades del caso.
Finalmente recomendamos tener cuidado, mucho cuidado en descartar solo lo que realmente amerite, y no arrasar con las colecciones, para no debilitarla,aminorarla, o disminuirla totalmente.
BIBLIOGRAFÍA
Citada
1. Cuestionario elaborado y aplicado por la Unidad de Planeación de la Dirección General de Bibliotecas.—(México), s.n., s.f.
2. Kramer, Garnetta.—Notas bibliotecológicas.—2a. ed.—México: Pax México, 1972. p. 339.
3. Lancaster, F.W.—The measurement and evaluation of library services.—Washington: Information Resources Press, 1979. p. 191.
Consultada
4. ABIESI.— Normas para el servicio bibliotecario.—Xalapa, México: s.n., 1968. 9 h.
5. ALA.—Normas para bibliotecas universitarias.—México: ABIESI, 1978. (37) h.
6. Bienvenistes, Dora.—Consideraciones sobre depuración de acervos.—En: Ciencias
Bibliotecarias. Vol. 3 (1): pp. 35-40.

“El descarte naturalmente tiene su base en la selección y adquisición de los Recursos
bibliográficos, por lo tanto, la selección es un elemento de suma importancia ya que de aquí parte el uso pertinente de la información”

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Novidades - Novos blogs

http://bibliotequiceseafins.blogspot.com
http://sonhosmelodias.blogspot.com/

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Cursos Online

http://www.extralibris.info/login/index.php
Cursos online muito bom.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Site bibliodados Bases de dados e periódicos eletronicos free.

http://bibliodados.v10.com.br/index.html
Disponibiliza diversas bases de dados e periodicos eletronicos, alem de e-books e bibliotecas virtuais e teses.
Aceita novos links.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Provas de concursos

http://www.ciaar.com.br/concursos.html
Em abaixo tem um link para provas de concursos anteriores.

Gestores da informação - Blog

http://gestoresdainformacao.blogspot.com/
>Blog sobre os Gestores da Informação.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Blog sobre Biblioteconomia: Novidades

http://biblioteconomiaamil.blogspot.com/
Este blog,  http://biblioteconomiaamil.blogspot.com/ ,  esta em fase de experimentação sugestões  serão bem vindas através do email:
biblioteconomiaamil@gmail.com
Valfredo

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

FENIX

“ No final de cada ciclo de vida, o FENIX queimava-se numa pira funerária. Outro FENIX surgia das cinzas, com renovada juventude e beleza.
A vida longa do FENIX e seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-no em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual. Seu simbolismo se relaciona também com o Sol e a vida. A FENIX, é a cavalgadura dos Imortais.

(Jean Chevalier, 1998)

Monografia Curso especialização - FENIX

FENIX
https://createpdf.adobe.com/cgi-pickup.pl/FENIX.pdf?BP=&LOC=en_US&CUS=62904941b0f89d779084794c2e2a72de&CDS=489716E1-5D79-08963A

FENIX.pdf (668 KB)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS

ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS METADADOS: DUBLIN CORE E MARC 21
ARTIGO
© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
20
ESTUDO DE CORRESPONDÊNCIA DE ELEMENTOS METADADOS: DUBLIN CORE E MARC 21
Maria das Dores Rosa Alves
Marcia Izabel Fugisawa Souza
Resumo
A tecnologia da informação tem possibilitado o desenvolvimento de aplicações e
metodologias de tratamento descritivo, como é o caso dos padrões de metadados,
permitindo novas abordagens práticas para a organização da informação, principalmente
em meio eletrônico. A adoção de padrão de metadados propicia a interoperabilidade entre aplicações e o compartilhamento de dados entre sistemas. Baseado nesse pressuposto, foi realizado um estudo da correspondência entre o padrão Dublin Core e o Formato MARC
21, visando fornecer subsídios para o desenvolvimento de ferramentas de conversão de
dados oriundos da catalogação. A maximização de esforços na integração e intercâmbio de dados, bem como a sistematização das relações entre esses padrões, propiciam o reuso de conjuntos de metadados na mesma organização.
Palavras-chave
Dublin Core; Formato MARC 21; Metadados; Interoperabilidade; Catalogação de recursos
eletrônicos; Agência de informação Embrapa
STUDY OF THE CORRESPONDENCE OF METADATA ELEMENTS :
DUBLIN CORE AND MARC 21
Abstract
The information technology has been making possible the development of applications and methodologies of material descriptive treatment, as it is the case of the metadata standards,allowing new practical approaches for the organization of the information, mainly in electronic means. The adoption of metadata standard propitiates the interoperability between applications and sharing of data among systems. Based on that presupposition, a study of the correspondence was accomplished between the Dublin Core standard and the MARC 21 format, seeking to supply subsidies for the development of data conversion tools originating from of the cataloguing. The maximization of efforts in the integration and exchange of data, as well as the systemization of the relationships among those standards
propitiate the reuse of metadata sets in the same organization.
Keyword
Dublin Core; MARC 21 format; Metadata; Interoperability; Cataloguing of electronic
resources; Embrapa´s information agency
ARTIGO
© Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007 – ISSN: 1678-765X.
21
1 INTRODUÇÃO
O valor da informação aumenta com o seu uso e quando combinada com outra informação. A informação é mais útil, certamente, quando ela pode ser comparada,combinada e compartilhada com outra informação. Com base no pressuposto de que o sucesso no compartilhamento de recursos e aplicações requer o estabelecimento de padrões
de tratamento de dados e informações (COMITÊ... 2005), é que se priorizou este estudo de correspondência entre o formato MARC 21 e o Dublin Core.
A adoção de padrões, normas e modelos internacionais, fruto de esforços coletivos
na área de representação bibliográfica é essencial para o intercâmbio de informações. O desenvolvimento constante das tecnologias da informação e de comunicação tem possibilitado o avanço metodológico, como é o caso dos modelos metadados, que propiciam novas práticas para a organização e tratamento da informação digital, proporcionando diferentes mecanismos de busca e recuperação.
O objetivo deste estudo é sistematizar a relação existente entre os dois padrões,
visando subsidiar um possível reaproveitamento de catalogações de outros sistemas dentro da própria empresa, tornando possível expandir os repositórios digitais de informação e racionalizar o trabalho do bibliotecário catalogador, propiciando, ainda, economia de recursos.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu a Agência
de Informação Embrapa, um sistema de informação tecnológica voltado aos interesses do
agronegócio, disponível na internet, para acesso instantâneo e na íntegra a recursos
eletrônicos. Além de outros benefícios, a Agência de Informação Embrapa dedica-se a
agregar valor à informação e ao conhecimento, antes de disponibilizá-los, para isso adota padrões de tratamento da informação compatíveis com o ambiente web, o que possibilita a interoperabilidade com outros sistemas e mecanismos de busca.

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A Agência utiliza o padrão Dublin Core (DC) para o tratamento descritivo dos
recursos de informação. A indexação e a categorização de assuntos é baseada no uso de
tesauros e vocabulários controlados, o que propicia a geração de metadados com qualidade.
Para Souza et al. (2005), o DC provê uma base para interoperabilidade semântica entre
outros formatos mais complexos já consolidados na forma de padrões internacionais de
descrição de informação eletrônica, no caso aqui tratado e objeto deste estudo o formato MARC 21.
2 METADADOS
A utilização de metadados na organização eletrônica de recursos, vem ao encontro
da necessidade crescente de descobrir e disponibilizar informações na internet e nas
intranets. O uso de padrões de metadados possibilita aos sistemas de informação e de
gestão do conhecimento a integração e o compartilhamento de recursos e aplicações.
De uma forma mais simples, pode-se definir metadados como dados codificados e
estruturados que descrevem a característica de recursos de informação, sejam eles produtos ou serviços. Elementos como autor, título, assunto são exemplos de metadados e podem ser usados para descrever tanto um livro em um catálogo de uma biblioteca on line ou não,
quanto para descrever uma home page, uma base de dados ou qualquer outro recurso
eletrônico em ambiente web (SOUZA et al., 2000).
Os elementos de metadados têm o propósito primário de descrever, identificar e
definir um recurso de informação com o objetivo de modelar e filtrar o acesso. Os
metadados são importantes na organização, gestão e recuperação da informação digital,
principalmente. Nesse sentido, são adotados procedimentos técnicos de catalogação,
indexação e categorização dos conteúdos informacionais, o que possibilita a integração de fontes diversificadas e heterogêneas de informação.

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Assim, os metadados enriquecem ou complementam os objetos ou serviços
referenciados, aumentando o potencial informativo. Portanto, são dados definidores que fornecem informação sobre ou documentação de outros dados dentro de uma aplicação ou de um ambiente. Podem, ainda, conter informação descritiva sobre o contexto, a qualidade e a condição ou características dos dados (RELVÃO, 2003).
3 INTEROPERABILIDADE
Os metadados são importantes na descoberta de recursos, ou seja, possibilitam a
busca de recursos de informação por critérios relevantes, identificação de recursos,
agrupamento de recursos similares, diferenciação de recursos não similares e a obtenção de informação de localização (GONÇALVES, 2005). A descrição de recursos por meio de metadados permite que eles sejam compreendidos por programas, sendo pois, essenciais à interoperabilidade entre aplicações e ao compartilhamento de dados entre sistemas.
A capacidade de bases de dados trocarem e compartilharem documentos, consultas
e serviços, usando diferentes plataformas de hardware e software, estrutura de dados e interfaces, é chamada de interoperabilidade. Através dessa troca e compartilhamento são
realizadas interações entre sistemas. Porém, as informações devem estar organizadas
eficientemente para que essas interações aconteçam. E a principal característica para o sucesso dessas interações é a consistência, a qual é alcançada através do uso de padrões.
O objetivo da interoperabilidade é disponibilizar serviços coerentes aos usuários, a
partir de componentes tecnicamente diferentes e gerenciados por organizações diferentes (CHAVES, 2002). Isto requer cooperação em três níveis: técnico, de conteúdo e organizacional. No nível técnico se incluem os formatos, protocolos, sistemas de segurança, etc., para que as mensagens possam ser trocadas; no nível de conteúdos estão os dados e metadados, incluindo os protocolos semânticos, usados para a interpretação da informação; no nível organizacional se enquadram as regras básicas para acesso, preservação de coleções e serviços, pagamentos, autenticação, etc.

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No âmbito deste estudo são considerados o nível técnico, nos aspectos que cobrem o
formato, e o nível de conteúdo de dados e metadados para troca de informações entre
sistemas.
4 DUBLIN CORE
O Dublin Core é um padrão de metadados, composto por 15 elementos, planejado para facilitar a descrição de recursos eletrônicos. Souza et al. (2000) destaca que as
principais características deste padrão são a simplicidade na descrição dos recursos,
entendimento semântico universal (dos elementos), escopo internacional e extensibilidade,o que permite a adaptação às necessidades adicionais de descrição.
Dublin Core vem sendo adotado internacionalmente por diversas instituições de
renome. No Brasil, a exemplo do que vem ocorrendo em muitos países, instituições
envolvidas na geração, recuperação e uso de recursos eletrônicos, como é o caso da
Embrapa, vem sentindo a crescente necessidade de estabelecimento de padrões de descrição de conteúdo de recursos de informação e a geração de metadados (SOUZA et al., 2005).
O DC pode ser inserido em uma página HTML (Hypertext Markup Language) e
utiliza a linguagem XML (eXtensible Markup Language). Adota a sintaxe do RDF
(Resource Description Framework), possui um conjunto de 15 elementos básicos
(DUBLIN CORE METADATA INITIATIVE, 2004), apresentados no Quadro 1, que podem ser implementados livremente para atender as necessidades de cada usuário, e, ainda
é um formato padrão adotado para efetuar a interoperabilidade entre outros formatos.
Os documentos no padrão DC são considerados como objetos e integram todos os possíveis tipos de materiais e seu tratamento técnico, sejam bases de dados, imagens
digitais, banco de imagens, textos eletrônicos, vídeos e filmes em formato digital e

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não digital, objeto multimídia, gravações sonoras em formato digital e não-digital (XAVIER,2005).
Elementos Descrição Título Nome dado ao recurso
Criador Entidade originalmente responsável pela criação do conteúdo do recurso
Assunto Tema do conteúdo do recurso. Pode ser expresso em palavras-chaves e/ou
Categoria. Recomenda-se o uso de vocabulários controlados
Descrição Relato do conteúdo do recurso. Exemplos: texto livre, sumário e resumo
Publicador Entidade responsável por tornar o recurso disponível
Colaborador Entidade responsável pela contribuição intelectual ao conteúdo do recurso
Data Data associada a um evento ou ciclo de vida do recurso
Tipo Natureza ou gênero do conteúdo do recurso. Exemplos: texto, imagem, som,
dados, software
Formato Manifestação física ou digital do recurso. Exemplos: html, pdf, ppt, gif, xls
Identificador Referência não-ambígüa (localizador) para o recurso dentro de dado contexto
Fonte Referência a um recurso do qual o presente é derivado
Idioma Língua do conteúdo intelectual do recurso
Relação Referência para um recurso relacionado
Cobertura Extensão ou escopo do conteúdo do recurso; pode ser temporal e espacial
Direitos autorais Informação sobre os direitos assegurados dentro e sobre o recurso

Quadro 1 - Elementos metadados Dublin Core.
5 FORMATO MARC 21

MARC é um acrônimo de MAchine-Readable Cataloging: um conjunto de padrões
para identificar, armazenar, e comunicar informações bibliográficas em formato legível por máquina, de forma que diferentes computadores e programas possam reconhecer, processar e estabelecer pontos de acesso dos elementos que compõem a descrição bibliográfica.

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Diversos países adotaram parte deste formato, no entanto, no início de 1999 a
Library of Congress – Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e a National Library of Canada – Biblioteca Nacional do Canadá resolveram eliminar as diferenças existentes entre seus dois formatos USMARC e CAN/MARC, respectivamente, e publicam sob um novo nome, em edição única o MARC 21.
Na catalogação do documento utiliza-se regras para definir quais são as formas das
entradas a serem descritas fisicamente; o próprio documento, os tesauros e as tabelas de classificação auxiliam na definição de seus assuntos. Já, o formato MARC organiza essas informações de forma a serem lidas pelo computador e possibilita a descrição bibliográfica de diferentes tipos de documentos (monografia, arquivo de computador, música, material cartográfico, imagens, software e outros).
O formato utiliza para tal a estrutura de campos fixos e variáveis, subcampos e
indicadores. Cada registro MARC é dividido logicamente em campos. Há um campo para a
informação de autor, um para título e assim por diante. Como a descrição de cada campo é muito extensa para ser definida dentro do registro, foram definidas tags (etiquetas) de três dígitos numéricos para identificar cada campo (FURRIE, 2003). No Quadro 2 estão descritos os campos básicos do formato MARC 21.
Campos Descrição
0XX Informações de controle, números e códigos
1XX Autoria (nome pessoal, entidade, evento)
2XX Títulos, edição, imprenta
3XX Descrição física
4XX Série
5XX Notas
6XX Entradas de assunto
7XX Entradas secundárias (nome pessoal, entidade, evento, título)
8XX Entradas secundárias de série

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Campos Descrição
0XX Informações de controle, números e códigos
9XX Uso local
Quadro 2 – Campos básicos do formato MARC 21.
6 CORRESPONDÊNCIA ENTRE DUBLIN CORE E FORMATO MARC 21
Dados consistem de breves descrições padronizadas, seguindo elaborados códigos
de regras. Cada padrão possui diferentes formas de especificação dos metadados utilizando diferentes linguagens de representação.
Todo elemento DC possui um valor. Cada elemento tem ocorrência ilimitada, e para
diferenciar o valor de cada ocorrência, são utilizados qualificadores, os quais podem ter um identificador, chamado esquema e/ou modificador. Ambos servem para informar aos usuários e programas como interpretar o valor naquela ocorrência do elemento (SOUZA et al., 2002). Esses qualificadores e modificadores permitem ampliar o grau de especificidade dos dados a serem descritos, contribuindo para melhoria da satisfação do usuário.
O formato MARC 21 utiliza campos fixos de controle que contém informações
codificadas usadas no processamento dos registros. Outras informações codificadas fazem parte de listas designadas pelo próprio formato, como códigos para Idiomas, País de publicação e Área geográfica. Todos os dados contidos nos campos, a partir do campo 010, se subdividem em subcampos, os quais são precedidos por um delimitador e um código de subcampo. O delimitador é formado por um símbolo (aqui representado pela barra invertida “\”) que separa os diferentes subcampos. Os indicadores complementam esses dados e imprimem ‘valor’ ao conteúdo dos campos. Indicadores são números de um dígito e aparecem em duas posições logo após o número do campo.
Tomando por base essas observações foi possível identificar as correspondências
existentes entre o formato MARC 21 e o padrão Dublin Core, apresentadas no Quadro 3 A

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extensibilidade, uma das principais características do padrão Dublin Core permite sua
adaptação às necessidades adicionais de descrição. Na Agência de Informação Embrapa o
uso de metadados DC foi consolidado, decidindo-se, porém, pela implementação de seus
elementos e atributos, explicitados a seguir no Quadro 3 - Correspondência do padrão
Dublin Core da Agência de Informação Embrapa e o Formato MARC 21:
Dublin Core - Elementos Formato MARC21 - Campos / Subcampos / Indicadores
Título
Modificador: Principal 245 – Indicação de título - Subcampos \a, \b, \h, \n, \p
Campo fixo 008 posição 35-37*
041 \a – Código do Idioma*
Título: Principal - Idioma 546 \a – Idioma – Informação textual na língua do material descrito
Nota:*dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Título
Modificador: Alternativo
130 – Entrada principal – Título uniforme – Subcampos \a, \n, \p
210 \a – Título abreviado
240 \a – Título uniforme original
246 \a – Forma variante do título
740 – Título adicional – Subcampos \a, \n, \p
Título: Alternativo - Idioma 130 \l – Entrada principal – Título uniforme – Idioma
240 \l – Título uniforme – Idioma
Título
Modificador: Traduzido 242 \a – Título traduzido pela Agência de Catalogação
242 \y – Idioma
041 \h – Idioma – código do idioma do original e/ou tradução do texto
Título: Traduzido – Idioma intermediário
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Título
Modificador: Série
440 – Indicação de série – Subcampos \a, \n, \p, \v
490 – Indicação de série – Subcampos \a, \v
Título: Série - Idioma Não há correspondência
Criador
Modificador: Nome Pessoal
100 – Entrada principal
700 – Entrada adicional
100 e 700 – Subcampos \a, \b, \c, \e, \q
720 – Entrada adicional – Subcampos \a, \e
Criador Endereço Pessoal Não há correspondência
Criador
Modificador: Nome Corporativo
110 – Entrada principal
710 – Entrada adicional
110 e 710 – Subcampos \a, \b, \n, \p
111 – Entrada principal
711 – Entrada adicional
111 e 711 – Subcampos \a, \c, \d, \e, \n, \p
720 – Entrada adicional – Subcampos \a, \e
Criador
Modificador: Endereço
Corporativo
110 – Entrada principal
710 – Entrada adicional
110 e 710 – Subcampos \a \b \u
111 – Entrada principal
711 – Entrada adicional
111 e 711 – Subcampos \a \e \u
Criador
Modificador: Afiliação
100 \u – Entrada principal – Nome Pessoal – Afiliação
700 \u – Entrada adicional – Nome Pessoal – Afiliação

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Descrição
Modificador: Texto Livre
500 \a – Notas gerais
501 \a – Notas Com
502 \a – Nota de dissertação
520 \a – Sumários, etc.
\b Indicador 1 = # e 2 – Expansão da nota de sumário
Descrição: Texto Livre – Idioma Não há correspondência
Descrição
Modificador: Sumário
505 – Notas de conteúdo – Subcampos \a, \g, \t
520 \a – Sumários, etc.
\b Indicador 1 = # e 2 – Expansão da nota de sumário
Descrição: Sumário – Idioma 041 \f – Idioma – código do idioma do conteúdo
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Descrição
Modificador: Resumo
520 \a – Sumários, etc.
\b Ind1=3 – Expansão da nota de resumo
Descrição: Resumo – Idioma 041 \b – Idioma – código do idioma do conteúdo
Nota: dados codificados da tabela MARC-Code List for Languages
Assunto
Modificador: Palavra-chave
650 – Assunto tópico
\a Indicador 2 = Ø – Assunto LCSH
\a Indicador 2 = 3 – Assunto NAL
\a Indicador 2 = 4 – Assunto – Fonte não especificada
\b – Termo tópico seguido de nome geográfico
\x – Subdivisão geral
653 \a – Assunto tópico – Termo livre
Assunto Palavra-chave – Idioma Não há correspondência
050 \a – Número da LCCN (notação)
080 \a – Número de classificação da CDU
Assunto 082 \a – Número de classificação da CDD
Modificador: Categoria
Nota: notações e/ou números procedentes de tabelas de classificação
correspondentes.
Assunto: Categoria - Idioma Não há correspondência
045 \a – Código do período*
650 \y – Assunto tópico – subdivisão cronológica
651 \y – Assunto Nome Geográfico – subdivisão cronológica
Cobertura
Modificador: Temporal
Nota: *dados codificados da tabela Time Period Code Table
Cobertura: Temporal – Idioma Não há correspondência
043 \a – Código área geográfica*
043 \c – Código área geográfica “ISO 3166”
522 \a – Nota geográfica da cobertura
650 \z – Assunto tópico – subdivisão geográfica
651 \a – Assunto Nome Geográfico
752 – Entrada adicional – Nome de lugar hierárquico – Subcampos \a, \d
(país ou entidade maior, cidade)
Cobertura
Modificador: Espacial
Nota:*dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Cobertura: Espacial - Idioma Não há correspondência
Publicador
Modificador: Nome Pessoal e/ou
Nome Corporativo
260 \b – Nome do Publicador
Publicador
Modificador: Endereço Pessoal e
Corporativo 260 \a – Lugar de Publicação
Publicador
Modificador: Afiliação Não há correspondência

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Colaborador
Modificador: Nome Pessoal e
Nome Corporativo
Endereço Pessoal e
Endereço Corporativo
Afiliação
Não há correspondência
Campo fixo de controle 006 posição 00-17
Campo fixo de descrição física 007
Campo fixo de controle 008 posição 18-34
Tipo de Recurso: Texto,
Imagem, Som, Dados, Software,
Interativo, Evento, Objeto Físico,
Coleção, Modelo, Lugar,
Participante, Serviço, Outros Nota: Dados codificados
Identificador
Esquemas: URI, ISBN, ISSN, FPI
020 \a – ISBN
022 \a – ISSN
520 \u – Sumários, etc. – URI
856 \u – Ind1=4 Ind2=2 – Acesso e localização eletrônica – URI
260 \c – Data de publicação
260 \g – Data de manufatura
533 \d – Data de reprodução
Datas Campo fixo de controle 008 posição 07-10
Data de criação
Data da Última Modificação
Data Aproximada
Nota: No campo 260 subcampo \c pode conter data de publicação e/ou
data de copyright.
A posição 06 do campo fixo 008 complementa as informações da posição
07-10, informa se a data é aproximada, copyright, reimpressão, etc.
Formato
300 – Descrição física – Subcampos \a, \c
340 – Meio (suporte) físico – Subcampos \a, \b, \e, \i
533 \e – Descrição física da reprodução
856 \q – Ind1=4 Ind2=2 – Tipo de formato eletrônico
Formato – Idioma Não há correspondência
Fonte
Esquemas: Texto Livre, URI,
ISBN, ISSN, FPI
786 – Entrada ‘original’ dos dados – Subcampos \a, \b, \c, \d, \h, \k, \t, \o,
\z, \x
Fonte – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Parte de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
440 – Indicação de série – Entrada adicional – Subcampos \a, \n, \p, \v, \x
490 – Indicação de série – Subcampos \a, \v, \x
760 – Entrada de série – Subcampos \a, \b, \c, \d, \g, \h, \t, \o, \x
773 – “Host Item Entry” – Subcampos \a, \b, \d, \g, \h, \t, \o, \x, \z
800 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \f, \n, \p, \t, \v
810 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \b, \c, \f, \n, \p, \t, \v
811 – Entrada para série – Subcampos \a, \c, \d, \e, \f, \n, \p, \t, \v
830 – Entrada adicional para série – Subcampos \a, \f, \n, \p, \t, \v
Relação com outros recursos
Modificador: Parte de – Idioma
800 \l – Entrada adicional para série – Nome pessoal – Idioma
810 \l – Entrada adicional para série – Nome corporativo – Idioma
811 \l – Entrada adicional para série – Nome do evento – Idioma
830 \l – Entrada adicional para série – Título uniforme – Idioma
Relação com outros recursos
Modificador: Possui Parte
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
774 – “Constituent Unit Entry” – Subcampos \a \b \c \d \h \n \t \o \x \z
Possui Parte – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Versão de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
775 – Entrada para outras edições – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x
\z
786 – Entrada ‘original’ dos dados \a \b \c \d \h \k \n \t \o \x \z
775 \e – Entrada para outras edições – Idioma (informações codificadas)
Versão de – Idioma Nota: dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Relação com outros recursos
Modificador: Possui versão 775 – Entrada para outras edições – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x

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Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI \z
775 \e – Entrada para outras edições – Idioma (informações codificadas)
Possui versão – Idioma Nota: dados codificados da tabela MARC Code List for Languages
Relação com outros recursos
Modificador: Formato de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
530 – Nota sobre formato físico adicional disponível – Subcampos \a \b \c
\u
776 – Entrada adicional para formato físico – Subcampos \a \b \c \d \g \h
\n \t \o \x \z
Formato de – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Possui formato
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
530 – Nota sobre formato físico adicional disponível – Subcampos \a \b \c
\u
776 – Entrada adicional para formato físico – Subcampos \a \b \c \d \g \h
\n \t \o \x \z
Possui formato – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Referências
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Referências – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Referenciado por
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 510 – Notas de citação/referências – Subcampos \a \b \c \x
Referenciado por – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Baseado em
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Baseado em – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Base para
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI Não há correspondência
Base para – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Requer
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 538 – Notas sobre detalhes do sistema – Subcampos \a \u
Requer – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Requerido por
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI
Não há correspondência
Requerido por – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Continua em
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 785 – Entrada posterior – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x \z
Continua em – Idioma Não há correspondência
Relação com outros recursos
Modificador: Continuação de
Esquemas: ISSN, ISBN, URI, FPI 780 – Entrada anterior – Subcampos \a \b \c \d \g \h \n \t \o \x \z
Continuação de – Idioma Não há correspondência
Direitos autorais
Esquemas: Texto livre, URI
506 – Notas de restrição de acesso – Subcampos \a \u
540 – Termos de uso e reprodução – Subcampos \a \u
Direitos autorais – Idioma Não há correspondência
Quadro 3 - Correspondência do padrão Dublin Core da Agência de Informação Embrapa e
o Formato MARC 21

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7 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Este estudo apresenta as características do padrão de metadados Dublin Core na
Agência de Informação Embrapa e do formato MARC 21, bem como seus campos, subcampos e elementos correspondentes, visando principalmente sua utilização para subsidiar o desenvolvimento de ferramentas que permitam a conversão e a integração de dados.
Além da análise de correspondência entre ambos (MARC 21 e DC), este estudo
contribui de forma efetiva para os esforços de integração e de interoperabilidade, aplicadas à Agência de Informação Embrapa, em relação a qualquer sistema que adota o MARC 21 como formato de entrada de dados.
A partir deste estudo é possível constatar que, de uma forma geral o padrão Dublin
Core destaca-se pela sua simplicidade e interoperabilidade, uma vez que o mesmo
apresenta um conjunto de elementos capazes de abstrair informações importantes dos
objetos tais como: imagens, sons e vídeos. Essas características facilitam o tratamento das informações, facilitando, igualmente sua busca e recuperação.
De acordo com Gonçalves (2005), ao contrário do Dublin Core que possui um
número pequeno de atributos com o objetivo de ser de fácil utilização, o formato MARC
possui um número bem maior de atributos, pois seu objetivo é ser mais completo. Apesar das diferenças e da complexidade de descrição dos metadados no formato MARC 21, pode se constatar que o conjunto de descritores deve conter apenas informações apropriadas e suficientes para descrever os dados de forma que a informação nele contida além de ser compreendida por qualquer pessoa, possa também ser compilada e/ou interpretada pelas
novas tecnologias para tratamento da informação, pois deve servir de subsídio a sistemas de buscas e recuperação de informações.

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Cabe à instituição, que tem como política o compartilhamento de dados, definir
quais campos serão utilizados ou reaproveitados e fazer a customização das ferramentas de
catalogação, de acordo com as necessidades do seu sistema. Como cada um dos padrões
possui comunidades e instituições que os utilizam para distribuição, uma abordagem ideal
do problema, que é o princípio básico de integração de dados, seria dispor de mecanismos
que permitam abstrair o tipo de representação documental, integrando-os numa mesma
aplicação (XAVIER, 2000).
8 CONSIDERAÇÕES
A integração e o compartilhamento de dados entre sistemas, bem como a
interoperabilidade entre aplicações, além de desejáveis são viáveis, notadamente em relação a sistemas que utilizam o padrão de metadados Dublin Core e o formato MARC 21, para descrição de dados.
Considera-se, pois, necessário o compartilhamento de metadados, que venham contribuir para o sucesso da interoperabilidade que está, eminentemente, relacionado à organização, tanto dos recursos de informação, quanto dos seus metadados, disponíveis em bases de dados, em redes internas (intranets) ou externas (internet).
Um fator importante a considerar refere-se à qualidade dos dados gerados a partir de
padrões de consenso internacional, que segundo Gonçalves (2005) inclui os aspectos de
precisão, fidelidade, critérios de seleção, generalizações, consistência dos dados, definições utilizadas e metadados sobre as fontes de dados. Nesse sentido, pode-se citar, ainda, a adoção de padrões de representação descritiva dos recursos de informação – a catalogação, propriamente dita. O uso efetivo das regras de descrição visa enriquecer as representações dos recursos e facilitar o compartilhamento desses dados, de modo que os usuários finais sejam plenamente satisfeitos quanto à qualidade da informação recuperada. Como vantagem ter-se-á a dinamização do processo de catalogação de recursos de informação e a eliminação de esforços repetitivos e redundantes, suprimindo com isso o

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retrabalho de tratamento da informação, além de contribuir para a integração e
compartilhamento de dados e interoperabilidade entre sistemas, como o sistema Agência.

REFERÊNCIAS
BUTTÀ, B. Conversione tra Marc 21 e Dublin Core. In: Buttà, Basilio. Metadati negli
open archive: tecniche di conversione dei formati dei record nel formato MARC21
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Maria das Dores Rosa Alves
Bibliotecária. Especialista em Sistemas Automatizados de Informação Científica e Tecnológica.
Consultora em Organização e Tratamento da Informação da Embrapa Informática Agropecuária.
maria@cnptia.embrapa.br
Marcia Izabel Fugisawa Souza
Mestre em Biblioteconomia. Técnico em Nível Superior da Embrapa Informática Agropecuária.
marcia@cnptia.embrapa.br